Abril 2017 – As cinco turmas do piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal se reuniram na Comunidade Nossa Senhora de Lourdes, em Venâncio Aires no último sábado, 08 de abril, para o seminário “Boas práticas no meio rural”. Cerca de 100 jovens aprendizes do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural ouviram as palestras de Marcus Vinicius Martins, Auditor Fiscal Federal Agropecuário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Brasília), que palestrou sobre Boas Práticas Agrícolas e Produção Integrada (PI Brasil); Nede Lande Vaz da Silva, do Instituto Certifica, que falou aos jovens sobre a certificação de produtos agrícolas; e de Carlos Tillmann, professor da Universidade Federal de Pelotas, e Darci Silva, assessor técnico do SindiTabaco, que falaram sobre educação e projetos em produção integrada.

O diretor presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke, e o prefeito de Venâncio Aires, Giovane Wickert, também deixaram suas mensagens aos jovens. O evento foi prestigiado por autoridades e parceiros do Instituto e contou com mostra de trabalhos e apresentações dos aprendizes e de convidados da comunidade. Segundo a educadora líder do Programa, Eloisa Klein, o seminário tem como objetivo sensibilizar os aprendizes quanto às boas práticas e produção integrada, bem como proporcionar o protagonismo dos jovens. “Em cada seminário a turma anfitriã é responsável por organizar o evento e o projeto pedagógico prevê que os aprendizes devem apresentar trabalhos e resultados de suas atividades no curso de Gestão Rural aos colegas, familiares, comunidade e autoridades”, afirma.

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SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno, em suas propriedades, comunidades e em saídas de estudo. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

Fonte: Assessoria

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