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Após polêmica, cadeia da Tilápia receberá incentivos em MT

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O incentivo beneficiará a cadeia da piscicultura e Tilápia é uma das espécies atendidas. A decisão aprovada pelos membros do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat) tem o objetivo de viabilizar a atividade neste contexto de custos de produções com alta nos preços dos insumos.

Incentivos

Os empreendedores mato-grossenses da piscicultura receberão 62,5% de crédito outorgado nas operações de saída do peixe para vendas em outros estados. Esse incentivo foi aprovado para os produtores que se inscreverem no Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder), que tem como um dos objetivos contribuir para a expansão do negócio do pequeno, médio e grande produtor rural.

Esse incentivo foi aprovado para os produtores que se inscreverem no Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder), que tem como um dos objetivos contribuir para a expansão do negócio do pequeno, médio e grande produtor rural. “O governo de Mato Grosso entende a importância de fomentar a economia nesse momento difícil que estamos passando. Não é só o produtor que é beneficiado, é toda uma cadeia que trabalha direta e indiretamente com peixe, bem como todos os consumidores, enfim toda a sociedade mato-grossense”, explicou César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e presidente do Condeprodemat.

Para Patricia D´Oliveira Marques, diretora administrativa da Associação dos Aquicultores do Estado de Mato Grosso (Aquamat), esse percentual do incentivo é válido, estimula o setor a continuar investindo, produzindo e até aumentando a produção, já que há demanda pelo produto e abre o leque de negociação de peixes para outros mercados para além de Mato Grosso.

Vejo como uma conquista para o setor neste momento a aprovação desse incentivo. Pretendemos promover um trabalho mais em conjunto com a classe produtora e o governo para levarmos mais informações aos criadores de peixe sobre a legislação vigente e também para fomentarmos a criação de leis mais especificas para o setor que tem muitos desafios, mas também grandes possibilidades de crescimento”, afirmou Patricia Marques.

O superintendente de Programas de Incentivos da Sedec, Anderson Lombardi, explica que essa mudança faz parte da inclusão de novas cadeias de produtos agropecuários, bem como da política do Governo de Mato Grosso com foco na desconcentração da produção no estado. “Os contribuintes inscritos nesse âmbito do Proder contribuem também com o Fundo de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, o Fundes”, ressaltou.

Entenda o caso

A polêmica aconteceu após o Projeto de Lei 157/2021 com vigência até 2024, ter sido aprovado pela Assembleia Legislativa (23/03) e não ser muito bem recebido pelo setor produtivo da tilápia, o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura – PEIXE BR, Francisco Medeiros, esclareceu que o PL aprovado em MT, trouxe de maneira bem clara uma politica de exclusão da tilápia como espécie para se criar no estado, pois esta sendo tratada com regime tributário totalmente diferente das demais espécies que receberam incentivos. “Pelo projeto de lei as espécies no seu artigo 1: Ficam isentas de impostos sobre operações relativas a circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação – ICMS as saídas internas e interestaduais de pescados das especies arroladas… A tilápia foi excluída desta relação de especies, portanto não esta isenta de impostos e caso haja interesse do produtor, esse deve entrar no projeto PRODER para ter uma redução desta tarifa de ICMS, porém nem próxima das tarifas das outras especies.

A isenção do ICMS para operações interestadual (12%) era a principio uma estratégia competitiva que os produtores de tilápia pleiteavam desde janeiro de 2021 para alavancar o a cadeia produtiva da piscicultura.

Setor produtivo pede isonomia

Para Francisco Medeiros, os estados de MS e GO possuem uma politica de redução de impostos para quem aderir ao plano de desenvolvimento do setor, assim como o PRODER em MT, porém não existe distinção entre as especies cultivadas. “Procuramos aqui retornar a isonomia tributaria entre as diversas especies produzidas, se um produtor criar tambatinga e tilápia vai ter que emitir notas fiscais diferenciadas e com tributos diferenciados, não achamos isso justo.”, finaliza o presidente da Peixe BR.

Piscicultura em Mato Grosso

É um dos principais setores do agronegócio de Mato Grosso que é o 5º maior estado produtor do Brasil. Segundo o IBGE, no ano de 2019 foram produzidos no estado mais de 34 mil toneladas de peixes. O clima favorável, a ocorrência natural de espécies aquáticas, a disponibilidade hídrica, a produção de grãos são fatores importantes que favorecem a psicultura em Mato Grosso. O setor é considerado um dos promotores do desenvolvimento regional, que gera emprego, renda e fomenta a economia local.

De acordo com dados do Observatório de Desenvolvimento da Sedec, os peixes mais cultivados no estado são: os redendos, formados pelas espécies pacu, tambaqui, tambacu e tambatinga; os bagres de couro, formados pelo pintado e surubim. Tambacu e tambatinga correspondem a 62% da produção do estado; pintado, cachara e surubim 15% e tambaqui representa 13% do que é produzido em Mato Grosso.

Por: Vicente Delgado, com informações da Sedec-MT

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Vem aí o “Agro da gente”, uma iniciativa da prefeitura de Cuiabá para alavancar cadeia produtiva

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Prefeitura de Cuiabá em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar e Sindicato Rural de Cuiabá debatem estratégias para o lançamento do programa “Agro da gente“, uma iniciativa que visa alavancar a cadeia produtiva do município com capacitações aos produtores rurais cuiabanos.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu na tarde de terça-feira (4), a visita do superintendente do SENAR, Francisco Olavo Pugliesi e diretoria do Sindicato Rural de Cuiabá para debaterem estratégias e lançamento do programa “Agro da gente“. O secretário municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo, idealizador desta iniciativa, mediou o debate.

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Reunião sobre o programa “Agro da gente”

Segundo o prefeito de Cuiabá, a meta da atual gestão é prospectar ações que fomentem a agricultura familiar o que irá resultar no fortalecimento para economia da cidade. “Era o que o município precisava para dar continuidade ao desenvolvimento das ações voltadas para esse assunto. O estreitamento dessa parceria com o SENAR, importante instituição do ramo, vem ao encontro do nosso projeto “Agro da Gente”, previsto para ser lançado ainda nesse mês de maio. Estamos muito satisfeitos com tamanha receptividade. Do que depender da Prefeitura, já está consolidada a aliança”, afirma o prefeito Emanuel Pinheiro.

Para o superintendente do SENAR, Francisco Olavo, a parceria é muito satisfatória. “Precisamos de parceiros que queiram produzir e desenvolver. Capacidade técnica nós temos e estamos prontos para retribuir esse reconhecimento da Prefeitura”, declarou Francisco.

Agro da gente

O secretário Francisco Vuolo, revela que o programa será lançado em maio deste ano. Ele explica que este projeto faz parte do segundo eixo do plano de governo do prefeito Emanuel Pinheiro, que é o desenvolvimento econômico no período de pandemia e pós-pandemia. “Dos pilares que nós estamos trabalhando, está a questão da qualificação, principalmente a qualificação da mão-de-obra e da atuação na zona rural de Cuiabá, por isso é importante esta união de esforços, desta parceria que esta sendo firmada. Nesta reunião, fechamos um grande acordo que resultará na instalação de um Centro Técnico de capacitação para o agricultor, para a agricultura familiar. A prefeitura disponibilizará um polo na região do Aguaçu, uma região propícia para o desenvolvimento de FLV (frutas, legumes e verduras) e que também poderá ser extensivo para os outros municípios da baixada cuiabana. Esta parceria vai escrever uma nova página para o fortalecimento da agricultura familiar no município de Cuiabá.”, esclarece Vuolo.

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Reunião sobre o programa “Agro da gente”

Para o diretor financeiro do Sindicato Rural de Cuiabá, Vicente Falcão, esta é uma iniciativa louvável, pois visa, não só buscar soluções para o problema educacional, mas melhorar a qualidade da mão-de-obra e formação de profissionais para atuarem no setor rural. “O Sindicato Rural não poderia ficar alheio a esse apoio, e melhor ainda com a participação do SENAR. Nossa juventude poderá contar com mais esta oportunidade para se qualificarem, eles que tanto buscam um trabalho, trabalho este que dignifica o ser humano e gera renda para suas famílias. Parabenizo o prefeito Emanuel, o secretário Vicente Vuolo por esta iniciativa e também ao presidente do Senar, Chico da Pauliceia, que prontamente se colocou a disposição. Nós aqui do Sindicato Rural de Cuiabá, por meio do presidente Celso Nogueira, iremos somar esforços para buscar soluções e estratégias para a escola agrícola do município de Cuiabá“, comemora Falcão.

Por Vicente Delgado – AGRONEWS

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Opinião

Alta Selic: qual o impacto para a população?

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central promoveu na última quarta-feira (05) outro aumento da taxa Selic, ou seja, a taxa básica de juros do país, elando o valor em 0,75 ponto, para 3,50% ao ano, conforme esperado pelo mercado financeiro. Mas, qual o impacto a vida dos brasileiros?

Os reflexos dessa mudança são em todo o mercado, no entanto, no dia a dia da população consumidora é onde os impactos negativos são mais observados e sentidos, principalmente para aqueles que estão endividados – 66,6% da população, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada em abril pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

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Isso acontece porque, quando a taxa Selic aumenta, os outros juros também aumentam, fazendo com que as dívidas a serem contraídas fiquem maiores e podendo impactar também nas dívidas já existentes. Assim, imaginem os juros de cheque especial ou de cartão de crédito, por exemplo, que já são exorbitantes? Esses devem aumentar ainda mais.

Ou seja, um reflexo deverá ser o aumento dos juros de crédito da população, como empréstimos e financiamentos, complicando e limitando a capacidade de consumo. A orientação nessa hora é analisar bem as contas e começar a trabalhar para uma maior estabilidade financeira, não complicando a vida financeira.

https://agronews.tv.br/pq-brangus-webserie-da-abb-aborda-producao-de-carne-de-qualidade-e-detalhes-da-raca/

E esse processo passa por uma mudança de comportamento em relação ao uso e à administração do dinheiro, o que implicará no fim da era do consumo exacerbado e impulsivo. O momento é de muita cautela e precaução, pois a saúde financeira e a realização dos sonhos das famílias dependerão dessa conscientização. É preciso reestruturar o orçamento financeiro e assumir o controle da situação, antes que se torne insustentável.

Boa hora para investir

Aos que não estão endividados e, melhor ainda, possuem o costume de poupar para realizar seus objetivos de vida, a alta da Selic é uma boa notícia, principalmente para as aplicações de renda fixa em que o rendimento é atrelado a essa taxa, como os CDBs pós-fixados, os fundos DI, as Letras Financeiras do Tesouro (LFT) e títulos negociados via Tesouro Direto.

O que não significa que, quem tem um dinheiro em mãos para investir, deve colocar integralmente nessas modalidades, até porque, a aplicação deve ser escolhida de acordo com o prazo do que você quer realizar com esse dinheiro: curto (até um ano), médio (de um a dez anos) e longo prazo (acima de dez anos). Em uma primeira análise, posso afirmar que, para investimentos de curto prazo, é bastante interessante colocar o seu dinheiro nestas opções.

Por Reinaldo Domingos – Presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros

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Vamos entender porque os gatos caem em pé

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Venha entender o motivo desses lindos felinos caírem em pé

Os gatos tem a mania de cair em pé porque eles têm um apurado senso de equilíbrio que lhes permite fazer movimentos rápidos e girar o corpo para cair sobre as quatro patas. Para executar esse incrível malabarismo, o felino conta com grande sensibilidade dos receptores vestibulares que integram o labirinto, uma estrutura na parte interna do ouvido responsável pelo equilíbrio.

gato
Foto Internet

Sempre que o gato está numa posição desconfortável, ocorre um aumento de pressão nessa região, o que funciona como um alerta.

Essas mensagens são somadas às que são captadas pela visão do gato, é enviada para o sistema nervoso central (SNC), que a interpreta e manda vários sinais elétricos (sinapses) para o aparelho locomotor do felino, principalmente os músculos, o sistema nervoso então realizam uma série de movimentos instintivos, que fazem o corpo do animal recuperar o equilíbrio.

“O primeiro movimento é a rotação da cabeça na posição correta em seguida da rotação da porção superior do corpo. Por fim, há a rotação da parte inferior”, diz o veterinário Gelson Genaro, especialista em felinos da USP de Ribeirão Preto (SP).

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Além do nosso querido amigo e companheiro gato, outros membros da família desse felino, cito como exemplo leopardos e jaguatiricas, também são capazes da mesma proeza.

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Leia também: https://agronewsbrasil.com.br/a-curiosidade-matou-o-gato/

Por Victor Delgado – AGRONEWS com informações de Superinteressante

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