Atuação em saneamento rural é destaque em fórum internacional organizado pela USP

Com quase 20 anos de atuação no desenvolvimento de sistemas para o saneamento básico rural, a Embrapa tem sido mobilizada para fomentar debates estratégicos em fóruns nacionais e internacionais, que discutem os problemas e soluções envolvendo o tema. A mais recente contribuição ocorre nesta segunda-feira (02/09), durante o workshop da Rede Global SAFER WATER, em São Carlos (SP).

A SAFE WATER é um centro transdisciplinar liderado pela Universidade de Ulster, na Irlanda do Norte, Reino Unido, com colaboradores no Brasil, na Colômbia e no México, focado em tecnologias de baixo custo para fornecer água potável às regiões em desenvolvimento. O projeto de pesquisa é financiado pelo Global Challenges Research Fund (GCRF) of UK Research and Innovation.

No workshop, a Embrapa Instrumentação, referência em saneamento básico rural, será representada pelo pesquisador Wilson Tadeu Lopes da Silva e pelo analista Carlos Renato Marmo, em palestra às 14 horas. O evento é na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), da Universidade de São Paulo (USP), que integra o projeto SAFE WATER, sob a liderança da professora Lyda Patricia Sabogal-Paz, do Departamento de Hidráulica e Saneamento.

A apresentação de Wilson Tadeu será focada em três frentes – no trabalho da Embrapa desenvolvido sobre o reuso agrícola da água, tecnologias para o saneamento nas comunidades rurais brasileiras e impactos sociais voltados para a mobilização e conscientização da população quanto à adoção de soluções para tratamento de esgotos.

“A nossa participação mostra o reconhecimento da academia pelas pesquisas em torno do tema saneamento básico rural e nos insere no debate de um projeto que é focado no uso da água para abastecimento das populações. Isso amplia a nossa atuação e pode atrair outros segmentos que ajudem a promover o uso da tecnologia no País, onde mais de 50% da população ainda utilizam as chamadas fossas “negras”, valas, buracos ou lançam o esgoto direto no solo ou rios. atuarem nesta causa”, diz o pesquisador.

Na busca por novos caminhos para ganhar escala na implementação de soluções tecnológicas de baixo custo e fácil instalação, a Embrapa Instrumentação – referência em saneamento básico rural – tem atuado em rede e na formação de multiplicadores pelo País a fora para capacitá-los na montagem e instalação de soluções tecnológicas, entre elas, a Fossa Séptica Biodigestora.

Graças a rede de parceiros, quase 12 mil unidades do sistema destinado ao saneamento básico rural foram adotadas no País, já gerou benefícios para cerca de 57 mil pessoas, em 250 municípios das cinco regiões brasileiras. O Jardim Filtrante, que trata as chamadas águas cinzas – tanques, chuveiros e pias e é um complemento da Fossa Séptica Biodigestora, também será abordado no workshop.

De acordo com a SAFE WATER, 1,8 bilhões de pessoas não têm acesso à água potável e usam fontes de abastecimento contaminadas com fezes. Diante da estimativa de que em 2025, metade da população mundial estará vivendo em áreas com escassez de água, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu explicitamente, em 2010, o direito humano à água e saneamento.

Com quase 20 anos de atuação no desenvolvimento de sistemas para o saneamento básico rural, a Embrapa tem sido mobilizada para fomentar debates estratégicos em fóruns nacionais e internacionais, que discutem os problemas e soluções envolvendo o tema. A mais recente contribuição ocorre nesta segunda-feira (02/09), durante o workshop da Rede Global SAFER WATER, em São Carlos (SP).

A SAFE WATER é um centro transdisciplinar liderado pela Universidade de Ulster, na Irlanda do Norte, Reino Unido, com colaboradores no Brasil, na Colômbia e no México, focado em tecnologias de baixo custo para fornecer água potável às regiões em desenvolvimento. O projeto de pesquisa é financiado pelo Global Challenges Research Fund (GCRF) of UK Research and Innovation.

No workshop, a Embrapa Instrumentação, referência em saneamento básico rural, será representada pelo pesquisador Wilson Tadeu Lopes da Silva e pelo analista Carlos Renato Marmo, em palestra às 14 horas. O evento é na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), da Universidade de São Paulo (USP), que integra o projeto SAFE WATER, sob a liderança da professora Lyda Patricia Sabogal-Paz, do Departamento de Hidráulica e Saneamento.

A apresentação de Wilson Tadeu será focada em três frentes – no trabalho da Embrapa desenvolvido sobre o reuso agrícola da água, tecnologias para o saneamento nas comunidades rurais brasileiras e impactos sociais voltados para a mobilização e conscientização da população quanto à adoção de soluções para tratamento de esgotos.

“A nossa participação mostra o reconhecimento da academia pelas pesquisas em torno do tema saneamento básico rural e nos insere no debate de um projeto que é focado no uso da água para abastecimento das populações. Isso amplia a nossa atuação e pode atrair outros segmentos que ajudem a promover o uso da tecnologia no País, onde mais de 50% da população ainda utilizam as chamadas fossas “negras”, valas, buracos ou lançam o esgoto direto no solo ou rios. atuarem nesta causa”, diz o pesquisador.

Na busca por novos caminhos para ganhar escala na implementação de soluções tecnológicas de baixo custo e fácil instalação, a Embrapa Instrumentação – referência em saneamento básico rural – tem atuado em rede e na formação de multiplicadores pelo País a fora para capacitá-los na montagem e instalação de soluções tecnológicas, entre elas, a Fossa Séptica Biodigestora.

Graças a rede de parceiros, quase 12 mil unidades do sistema destinado ao saneamento básico rural foram adotadas no País, já gerou benefícios para cerca de 57 mil pessoas, em 250 municípios das cinco regiões brasileiras. O Jardim Filtrante, que trata as chamadas águas cinzas – tanques, chuveiros e pias e é um complemento da Fossa Séptica Biodigestora, também será abordado no workshop.

De acordo com a SAFE WATER, 1,8 bilhões de pessoas não têm acesso à água potável e usam fontes de abastecimento contaminadas com fezes. Diante da estimativa de que em 2025, metade da população mundial estará vivendo em áreas com escassez de água, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu explicitamente, em 2010, o direito humano à água e saneamento.

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