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Café arábica recua de máxima de 4 anos na ICE; açúcar bruto segue em queda

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Os contratos futuros do café arábica na ICE fecharam em baixa na sexta-feira, com o mercado se consolidando após atingir uma máxima de quatro anos na sessão anterior, enquanto o açúcar bruto também recuou.

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O café arábica para julho fechou em queda de 1,4 centavo de dólar, ou 0,9%, a 1,5290 dólar por libra-peso.

O contrato atingiu 1,5540 dólar na quinta-feira, máxima desde janeiro de 2017.

O arábica tem obtido suporte do clima seco no Brasil, maior produtor global, que deve colher uma safra reduzida neste ano. Além disso, também dando impulso ao mercado, o real se valorizou no Brasil, atingindo o maior nível em mais de três meses na quinta-feira.

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O real mais forte desencoraja a venda de café arábica precificado em dólar por produtores e exportadores, já que o retorno nos termos da moeda local diminui. O banco de investimentos Itaú BBA disse que o cenário segue positivo para o café com a chegada do inverno no Brasil, com chances de geadas.

O banco também afirmou que a possibilidade de chuvas nos próximos dias, após um longo período de seca, pode ser mais negativa do que positiva, devido às chances de que os grãos caiam dos pés de café.

O café robusta para julho fechou em baixa de 8 dólares, ou 0,5%, a 1.539 dólares a tonelada.

Açúcar

O açúcar bruto para julho recuou 0,06 dólar, ou 0,3%, para 17,49 centavos de dólar por libra​​-peso, tendo alcançado uma máxima de uma semana e meia, de 17,89 centavos, na quinta-feira.

Operadores afirmaram que o mercado do açúcar deve registrar algumas vendas no curto prazo devido ao crescente desconto para o contrato julho frente ao outubro, um sinal baixista que indica aumento nas ofertas.

Eles acrescentaram, no entanto, que o contrato julho deve encontrar suporte abaixo dos 17,20 centavos, com o cenário de ofertas se deteriorando no Brasil, maior produtor global. Isso significa que o mercado, no fim das contas, está posicionado para ganhos.

O contrato agosto do açúcar branco fechou em alta de 1,80 dólar, ou 0,4%, a 464,70 dólares a tonelada.

Fonte: Money Times

AGRONEWS – Informação para quem produz

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