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Café: mercado brasileiro deve seguir com poucos negócios

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Com os contratos futuros reagindo timidamente em Nova York e com o dólar perto da estabilidade, o mercado brasileiro de café deverá permanecer negociando pouco nesta terça. Os preços podem reagir, mas sem grande impacto sobre o ritmo da comercialização.

O mercado teve uma segunda-feira de preços de estáveis a mais baixos. A queda do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) pressionou as cotações. E o dia foi de baixa liquidez. O vendedor manteve-se na defensiva, segurando a oferta, enquanto o comprador também esteve discreto no mercado.

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No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação terminou o dia em R$ 830,00/840,00 a saca, contra R$ 840,00/845,00 de sexta-feira. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação teve preço de R$ 840,00/850,00 a saca, no comparativo com R$ 850,00/860,00 anteriormente.

Já o café arábica “rio” tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 640,00/650,00 a saca, estável. O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, ficou em R$ 475,00/480,00 a saca, estável.

Câmbio

O dólar comercial registra baixa de 0,05% a R$ 5,033. O Dollar Index registra ganho de 0,13% a 90,06 pontos.

Bolsa de Nova York

Os contratos com entrega em julho registram valorização de 0,37% na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE), cotados a 160,75 centavos de dólar por libra-peso.

Os contratos com entrega em julho/2021 fecharam o dia a 160,15 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 1,50 centavo, ou de 0,9%.

Por Dylan Della Pasqua – Agência Safras

AGRONEWS – Informação para quem produz

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