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Carne suína, uma oportunidade de crescimento para o México

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suinocultura

Segundo o USDA o consumo mundial de carne suína ficará em torno de 103 milhões de toneladas em 2021

Para este ano, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos projeta que o consumo mundial de carne suína ficará em torno de 103 milhões de toneladas.

A carne de porco é uma fonte de proteína animal básica em muitas partes do mundo. No ano passado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou que a produção mundial chegaria a 97,8 milhões de toneladas de carne suína equivalente em carcaça. Isso se deve à queda da produção local nas Filipinas, China e Vietnã, devido à peste suína africana (FSA).

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De acordo com o relatório do USDA Livestock and Poultry, o impacto dessa doença em animais também deve ter atingido seu ponto mais alto durante 2020.

Para as perspectivas para o ano corrente, o USDA projeta uma produção mundial de 103,8 milhões de toneladas de carne suína equivalente em carcaça, o que representaria que esse indicador é 6,1% superior ao produzido em 2020.

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Entrando em detalhes sobre cada nação líder na produção de carne, é esperado um aumento de 14,5% a uma taxa anual no caso da China. Este país asiático contribuiria com 41,9% da produção mundial de carne suína até 2021. Na União Europeia, o segundo maior produtor do mundo, espera-se novamente um ligeiro aumento de 0,2 por cento. O terceiro lugar nessa cadeia é ocupado pelos Estados Unidos, onde se espera um aumento anual da produção de 1%, dado o aumento da demanda interna e externa.

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Em relação ao consumo, durante 2020 caiu para o nível mais baixo em mais de uma década, apesar do alto ritmo do comércio. A previsão para o curto prazo é que o consumo mundial de carne fique abaixo dos níveis pré-PSA.

Em 2021, o USDA prevê que o consumo mundial de carne suína ficará em torno de 103 milhões de toneladas. Globalmente, a China continua sendo o principal consumidor. Este país asiático aumentaria este indicador apoiado no aumento da sua produção local, bem como na manutenção dos níveis de importação da referida carne, uma vez que se espera que os países produtores encontrem um mercado acessível na China.

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No comércio internacional, as exportações mundiais em 2021 deverão diminuir 2,1%. A União Europeia continua sendo o maior exportador mundial de carne suína.

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Uma menção importante deve ser feita para o México, uma vez que, durante 2020, foi exportada uma grande quantidade de carne, especificamente para a China. Naquele ano, as exportações aumentaram 47,4%. Para 2021, a estimativa é de que continuem aumentando, embora em menor proporção.

Para as importações internacionais, isso cairia com uma redução a uma taxa anual de 2,8%. O principal importador de carne suína continua sendo a China. Para o México, a fraqueza do peso e a desaceleração da economia nacional levam a menores expectativas de importação.

Entrando no comércio interno, o USDA estima que até 2021 a produção de carne suína no México será de 1,5 milhão de toneladas, o que representaria um recorde nacional. O aumento é sustentado pela demanda crescente, bem como pelos esforços da indústria local associados ao melhoramento genético.

Por sua vez, o consumo nacional está previsto em torno de 2,1 milhões de toneladas, ou seja, um aumento anual de 2,5% e um consumo máximo histórico. O aumento do consumo se deve principalmente aos preços acessíveis, tanto para o consumidor final quanto para a indústria de processamento, entre outros fatores.

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Fonte: Acrismat

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Mercado Financeiro

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

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café

Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

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Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

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No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

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No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

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Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

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carne de frango

Os dados preliminares ontem (12) divulgados pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram abatidas em estabelecimentos sob inspeção federal, estadual ou municipal pouco mais de 1,5 bilhão de cabeças de frango, volume que representou aumento de quase 2,5% sobre o mesmo trimestre de 2020 e estabilidade (queda de apenas 0,1%) em relação ao quarto trimestre de 2020, normalmente o de maior consumo de cada exercício.

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A carne decorrente desses abates somou 3,626 milhões de toneladas, resultado que correspondeu a aumentos de 4,28% sobre o mesmo trimestre de 2020 e de 1,65% sobre o trimestre anterior, o quarto do ano passado.

Neste caso, como o número de cabeças sofreu ligeira redução e, mesmo assim, aumentou a carne produzida, conclui-se que houve incremento de peso nas aves abatidas no período. Pelos dados disponíveis, de 1,66% – de 2,297 kg/cabeça para 2,335 kg/cabeça.

Mantida a média produzida no 1º trimestre – normalmente a menor do ano, inclusive porque esse é o trimestre mais curto de cada exercício – o volume produzido em 2021 irá chegar aos 14,5 milhões de toneladas, 5% a mais que o estimado para 2020.

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Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

Por Avisite

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IBGE: produção de ovos no 1º trimestre recuou em relação ao 1º e 4º trimestres de 2020

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ovos

Os resultados preliminares divulgados ontem (12) pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram produzidas no Brasil, em granjas com plantel de 10 mil ou mais poedeiras, perto de 973 milhões de dúzias de ovos de galinha, volume que correspondeu a quedas de 0,09% e de 1,76% sobre, respectivamente, o mesmo trimestre de 2020 e o trimestre imediatamente anterior, o quarto do ano passado.

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Vale ressaltar, entretanto, que o desempenho registrado não significou queda de produção. É que a produção de ovos tem uma peculiaridade que as estatísticas mensais não captam: galinhas botam todo dia e, assim, seu produto deve ser mensurado, também, pelo volume diário.

Isso posto, conclui-se que o volume médio produzido no primeiro trimestre aumentou mais de 1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 (ano bissexto, portanto, com 29 dias em fevereiro) e perto de meio por cento em comparação ao quarto trimestre de 2020.

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Por Ovosite

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