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Centro-Oeste terá chuvas fortes nesta 1ª quinzena de abril

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previsão do tempo

Abril pode ser considerado o último mês em que a Região Centro-Oeste do Brasil ainda pode acumular volumes de chuva elevados, antes do início do período regular de estiagem

O período seco normal no Centro-Oeste do Brasil se estende de maio até setembro. São cinco meses onde a chuva é realmente escassa. Nesse período, também é bastante comum termos meses em que muitas áreas da Região Centro-Oeste do Brasil não recebem nenhuma gota de chuva. Chover durante os meses de junho, julho e agosto em locais como o estado de Goiás ou o Distrito Federal é bastante raro.

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Abril de 2021 começou com tempo bastante instável em grande parte da Região Centro-Oeste do país. As pancadas de chuva têm sido frequentes, e por vezes fortes, em várias áreas de Mato Grosso, Goiás e do Distrito Federal.

Goiânia registra maior chuva em 24h em abril em 7 anos

A região de Goiânia teve um grande temporal no final da tarde do dia 5 de abril. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registrou 59,0 mm em apenas 1 hora, na medição automática. O total acumulado entre 9 horas do dia 5 e 9 horas de 6 de abril foi de 83 mm, pela medição convencional feita pelo INMET. Esse volume de chuva foi extremamente elevado para o mês de abril e representou 64% da média de chuva normal para o mês que é de 130 mm.

Essa foi a maior quantidade de chuva em 24 horas sobre Goiânia no mês de abril desde 2014. A chuva de abril de 2014 foi absolutamente excepcional na região de Goiânia. Em apenas 24 horas, entre os dias 10 e 11 de abril de 2014, choveu 116,8 mm, conforme medição do Instituto Nacional de Meteorologia. Abril de 2014 terminou com inacreditáveis 325,2 mm acumulados e foi o terceiro mês mais chuvoso daquele ano.

Por causa do temporal do final da tarde do dia 5, abril de 2021 está com 104 mm acumulados na região de Goiânia sendo que a média de 130 mm.

Brasília também teve temporal no primeiro fim de semana de Abril acumulando cerca de 30 mm em poucas horas. Para os padrões de abril, significa bastante chuva para região de Brasília. O total acumulado em abril de 2021 está em 52,6 mm, até 9 horas do dia 6, sendo que a média de chuva para este mês é de 133 mm. Em 6 dias, e por causa do temporal do fim de semana, Brasília já acumulou quase metade da precipitação média de abril.

Vários locais no estados de Mato Grosso também já tiveram fortes pancadas de chuva nesses primeiros dias de abril. Em Cuiabá já choveu 33,3 mm em 6 dias. A média normal de chuva para abril é de aproximadamente 118 mm. O estado de Mato Grosso do Sul tem tido predomínio de tempo seco nesses primeiros dias de abril de 2021.

Mais chuva esta semana

Essa semana ainda reserva mais chuva para a região parte da Região Centro-Oeste do país.

A circulação de ventos em vários níveis da atmosfera sobre o Brasil vai favorecer uma concentração de áreas de estabilidade, que devem provocar chuva frequente sobre Mato Grosso, Goiás e sobre o Distrito Federal.

São essas áreas que podem ter chuva forte nessas próximas 48 horas. O estado de Mato Grosso do Sul pode ter pancadas de chuva, mas de forma isolada. A chance de chover é baixa no sul e no leste de Mato Grosso do Sul.

As capitais Cuiabá, Goiânia e Brasília estão sujeitas a chuva forte nesta quarta e também na quinta-feira, 8 de Abril.

Mais chuva em abril

A Região Centro-Oeste ainda terá mais chuva até o final da primeira quinzena de abril, mas a chuva não será para todas as áreas.

Como explica Ana Clara Marques, meteorologista da equipe de previsão climática da Climatempo:

“ A partir do dia 10 de abril, a Oscilação de Madden-Julian vai atuar positivamente sobre o Brasil fazendo com que estas áreas de instabilidade que já estão se formando sobre o Centro-Oeste ganhem força. Isto vai fazer com que a chuva aumente sobre Mato Grosso, Goiás e sobre o Distrito Federal. Essas áreas de instabilidade não devem ter grande influência sobre o Mato Grosso do Sul”, alerta Ana Clara Marques

Por Climatempo

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Grupo de Trabalho é criado em busca de encontrar alternativas para evitar aumento de ICMS para os fertilizantes

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fertilizante

Uma audiência pública discutiu nessa segunda-feira (19) o aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os fertilizantes. Esses insumos, utilizados na produção agrícola, foram excluídos da renovação do benefício previsto pelo Convênio 100/97 e serão tributados de forma gradativa, partindo de 1% até 4% em 2025.

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A proposta da discussão proposta pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), da Câmara dos Deputados, é buscar alternativas para reverter a taxação. O evento reuniu representantes do governo federal e do setor produtivo.

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O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Neri Geller (PP-MT) informou a AGRONEWS BRASIL que é veementemente contra qualquer tipo de aumento de tributo ou taxação sobre um setor que já está sobrecarregado e tem sido o principal garantidor da balança comercial brasileira. “É andar completamente na contra mão de tudo que já fizemos e já avançamos para garantir a sobrevivência econômica dessa atividade”, disse que Geller.

O deputado federal Jerônimo Goergen (Progressista-RS), autor do requerimento da audiência pública, ressaltou que caso não avance a Reforma Tributária em 2021, nos próximos anos teremos a elevação dos tributos nos insumos. O parlamentar destaca ainda que o momento pede um debate mais profundado sobre os impactos nos custos de produção e os reflexos da proposta do reajuste sobre a inflação e o preço dos alimentos.

Estudos apontam que por exemplo, os fertilizantes e defensivos compõem praticamente metade dos custos de produção da soja. “ Foi criado um grupo de trabalho interministerial, envolvendo todas as frentes, governo, câmara e produtores, que vai elaborar um Plano Nacional de Fertilizantes. Mas, caso seja aprovada a Reforma Tributária esse assunto pode ser solucionado definitivamente”, conclui Goergen.

O Plano Nacional de Fertilizantes tem o objetivo de aumentar a produção e oferta de fertilizantes nacionais (adubos, corretivos, condicionadores), além de reduzir a dependência dos produtos importados e ampliar a competitividade do agronegócio no mercado internacional.

Veja também como foi a Audiência Pública realizada hoje!

Aumento de ICMS nos fertilizantes
Clique na imagem para assistir a live realizada na manhã desta segunda-feira(19)

Por: Márcio Moreira – AGRONEWS

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Ao vivo: Câmara dos Deputados discute aumento de ICMS nos fertilizantes

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Aumento de ICMS nos fertilizantes

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta segunda-feira (19) sobre o aumento de ICMS nos fertilizantes.

Acompanhe abaixo a transmissão ao vivo.

O pedido para realização da audiência é do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). Ele questiona que, apesar da redução da base de cálculo de ICMS na comercialização de insumos agropecuários entre os estados, os fertilizantes vão seguir uma nova regra e vão ser tributados de forma escalonada. A alíquota será de 1% a partir de 1º de janeiro do ano que vem, passando para 2% em 2023, 3% em 2024 e 4% a partir de 2025. “Essa decisão pode trazer inseguranças jurídicas e aumentar a burocracia tributária”, lamentou Goergen.

Foram convidados para o debate representantes dos seguintes órgãos:

  • o diretor de Relações Institucionais e Assuntos Governamentais da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), ) Andre Passos Cordeiro;
  • o diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubo do Brasil (Ama Brasil), Carlos Florence;
  • o coordenador da Comissão Nacional de Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Renato Conchon;
  • o presidente Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz);
  • o coordenador-geral de Análise Econômica, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Marcelo Guimarães;
  • a analista jurídica da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) Amanda Oliveira Breda Rezende;
  • o diretor-executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Matérias Primas para Fertilizantes (Sinprifert) Bernardo Silva; e
  • um representante do Sindicato da Indústria de Adubos no Estados do Rio Grande do Sul (Siargs).

AGRONEWS, com informações da Agência Câmara de Notícias

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Amigo produtor, atenção para o início da vacinação contra febre aftosa

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febre aftosa

Deverão ser vacinados 170 milhões de bovinos e bubalinos de todas as idades, na maioria dos estados brasileiros

A primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 começa no dia 1º de maio. Nessa etapa deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, espera-se imunizar cerca de 170 milhões de animais. 

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Dos 21 estados que realizam a imunização dos animais neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não suspenderam a vacinação, enquanto no Espírito Santo ocorrerá para bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade.

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

https://agronews.tv.br/receita-de-cupim-na-panela-de-pressao/

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reforça que devem ser adotadas medidas de cuidado com a Covid-19 para a garantia da manutenção dos compromissos com as zonas reconhecidas como livre de febre aftosa com vacinação perante a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

Em caso de dúvidas, a orientação é procurar o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.

AGRONEWS – Informação para quem produz

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