La Niña mais forte
A última atualização dos órgãos de previsão climática do mundo, incluindo a Noaa (Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) e o Iri (Instituto Internacional de Pesquisa Climática da Universidade de Columbia), mostram que o fenômeno climático “La Niña” ganhou mais força do que o esperado inicialmente.
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Segundo os institutos, a anomalia de temperatura da superfície do Oceano Pacífico em sua faixa equatorial, região conhecida por Niño 3.4, está em torno de 1,5°C abaixo da média, o que indica a uma forte intensidade.
Anomalia de temperatura da superfície do mar, os tons em azul e roxo representam registros abaixo da média climatológica
O que importa a La Niña para o Brasil?
A La niña causa alterações as temperaturas e também no regime de chuva em diversas áreas do planeta. No Brasil, a Região Sul sofre um impacto direto no regime de chuva que passa a ser mais irregular e com menos volume, ou seja, os produtores agrícolas da região terão de ficar bem atentos às previsões de chuva nos próximos meses a fim de minimizar os impactos na próxima safra.




