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Como fica a eleição suplementar para o Senado em Mato Grosso?

Passado o carnaval, começa o ano administrativo e político em MT. Na pauta política as eleições suplementares ao Senado abertas com a cassação da Senadora Selma Arruda.

Alvoroçados, políticos de grande expressão e muitos inexpressivos, na disputa de uma inusita eleição que garante ainda 7 anos de um mandato dos mais importantes da república.

Nomes colocados, bastidores nervosos, acordos sendo costurados.

Com reais e palpáveis chances de ser o indicado Otaviano Pivetta parece ser o que mais aglutina, tem capacidade política, é experiente gestor e tem chances reais na disputa.

Oriundo do agronegócio, Pivetta foi um dos precursores do seguimento na região de Lucas do Rio Verde nos idos da década de 80.

Agricultor de sucesso, enveredou pela criação de Suínos, sendo hoje um dos maiores empresários do setor no Brasil, emprega milhares de funcionários, planta soja, milho, algodão e é sem duvidas, um dos expoentes da classe, representando o sucesso do setor e gozando de grande prestígio e credibilidade junto à classe.

Usuário ativo de tecnologia no campo, seus empreendimentos tem alto índice de produtividade e seus negócios sólidos, não o deixaram se afastar da direção de suas empresas, tocando com mão de ferro e acompanhando de perto todas as inovações e novidades do mercado.

Poderia ser o elemento chave do Estado para preenchimento da vaga que foi colocada e reforçaria o time de senadores que representam o Estado em Brasília.

Homem sério, leal e articulado, Pivetta leva na bagagem o sucesso empresarial como ferramenta, o respeito da classe política, uma experiência adimistrativa que poucos detém, alem da simpatia de muitos por sua candidatura é uma vontade pessoal imensurável de fazer por MT, e no Senado, pelo Brasil.

Fiel defensor da diminuição da máquina, eficiência do serviço público e valorização do contribuinte, o Vice Governador é homem de posições firmes, pouca conversa e muita ação, resultados são sua maior paixão.

Políticos e aliados sabem do potencial do Vice que vem em silêncio e com muita determinação dissecando as entranhas da morosidade da máquina estatal, buscando caminhos que a emperram e fazendo um trabalho de grande produção que começa a dar resultados depois de um ano de enormes barreiras e dificuldades.

A eleição colocada deverá ocorrer em abril deste ano, sendo que uma corrente de especuladores parece querer se aproveitar das brechas da justiça eleitoral, empurrando o pleito para realização junto com a eleição municipal.

Mais uma vez estes incautos desdenham a necessidade premente de MT é sua representatividade ficarem capengas por quase um ano sem um representante que lute pelas demandas tão urgentes do Estado.

A eleição em outubro se transformaria num grande varejo, onde candidatos à prefeitos e vereadores, articulistas e políticos vislumbram mais uma possível fonte de recursos oriundas dos prováveis candidatos ao Senado.

Feita em Abril, somente a competência, propostas e o conhecimento mais apurado dos candidatos e suas plataformas seriam expostas.

Quem ganha é sua excelência o eleitor

Ganha a população que escolheria com mais conhecimento e discernimento, o Estado que recolocaria a vaga imediatamente, a política que sairia do balcão de negócios e o Brasil que tem no Senado e senadores peças fundamentais de sua legislação.

Resta agora bom senso dos envolvidos, firmeza em seus propósitos e respeito pela condução das coisas que dão direção ao Estado que é a força do agronegócio no Brasil.

Aguardemos.

Por AGRONEWS BRASIL

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