Curso de leite orgânico foca em manejo ambiental para reduzir impacto da produção pecuária

Nesta sexta, os participantes vão conhecer as principais tecnologias para gestão da água na propriedade e manejo correto dos dejetos animais, reduzindo o impacto da pecuária ao meio ambiente.

O pesquisador Julio Palhares vai orientar os produtores e técnicos sobre manejo ambiental e a importância da adoção dos 5 Rs na produção animal: reduzir o consumo de água, reutilizar os efluentes, recuperar a qualidade dos recursos hídricos, reciclar e reabastecer as fontes hídricas, preservando as nascentes, por exemplo.

Segundo Palhares, o produtor de leite, seja tradicional ou orgânico, deve implementar na rotina da propriedade medidas que contribuam para o uso mais eficiente dos recursos hídricos e, dessa forma, manter-se competitivo e fazer com que a produção agropecuária seja sustentável.

Os participantes também vão receber informações sobre como fazer o manejo adequado dos resíduos gerados pela bovinocultura de leite e, assim, evitar a contaminação do solo, ar e mananciais de água.

No sábado, o chefe de Transferência de Tecnologia, André Novo, fala sobre balanceamento de dietas. A nutrição das vacas deve estar entre as prioridades do produtor para garantir o bom desempenho animal e evitar prejuízos. No caso da produção orgânica, o desafio é ainda maior devido às restrições desse modelo.

Para fechar o quinto módulo, está programada uma visita ao sítio Recanto SS, em Itirapina (SP). Na propriedade de leite orgânico, os participantes terão a oportunidade de conhecer a experiência do produtor Claudinei Junior Saldanha, que conseguiu conciliar sustentabilidade e alta produção leiteira.

O II Curso de Pecuária Leiteira Orgânica é realizado pela Embrapa Pecuária Sudeste, Secretaria de Inovação e Negócios/Escritório de Campinas e Fazenda Nata da Serra. O curso teve início em abril. O último módulo será em outubro.

Nesta sexta, os participantes vão conhecer as principais tecnologias para gestão da água na propriedade e manejo correto dos dejetos animais, reduzindo o impacto da pecuária ao meio ambiente.

O pesquisador Julio Palhares vai orientar os produtores e técnicos sobre manejo ambiental e a importância da adoção dos 5 Rs na produção animal: reduzir o consumo de água, reutilizar os efluentes, recuperar a qualidade dos recursos hídricos, reciclar e reabastecer as fontes hídricas, preservando as nascentes, por exemplo.

Segundo Palhares, o produtor de leite, seja tradicional ou orgânico, deve implementar na rotina da propriedade medidas que contribuam para o uso mais eficiente dos recursos hídricos e, dessa forma, manter-se competitivo e fazer com que a produção agropecuária seja sustentável.

Os participantes também vão receber informações sobre como fazer o manejo adequado dos resíduos gerados pela bovinocultura de leite e, assim, evitar a contaminação do solo, ar e mananciais de água.

No sábado, o chefe de Transferência de Tecnologia, André Novo, fala sobre balanceamento de dietas. A nutrição das vacas deve estar entre as prioridades do produtor para garantir o bom desempenho animal e evitar prejuízos. No caso da produção orgânica, o desafio é ainda maior devido às restrições desse modelo.

Para fechar o quinto módulo, está programada uma visita ao sítio Recanto SS, em Itirapina (SP). Na propriedade de leite orgânico, os participantes terão a oportunidade de conhecer a experiência do produtor Claudinei Junior Saldanha, que conseguiu conciliar sustentabilidade e alta produção leiteira.

O II Curso de Pecuária Leiteira Orgânica é realizado pela Embrapa Pecuária Sudeste, Secretaria de Inovação e Negócios/Escritório de Campinas e Fazenda Nata da Serra. O curso teve início em abril. O último módulo será em outubro.

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