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Mercado Financeiro

Dólar segue em queda ante moeda real nesta 3ª feira

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Dólar acompanha exterior e recua ante real com volatilidade e reajustes no radar

O dólar era negociado em queda contra o real nesta terça-feira, em meio ao maior apetite por risco no exterior em pregão que pode contar com volatilidade devido à baixa liquidez de fim de ano e possível pressão compradora diante de reajustes de posições previstos para os últimos dias de 2020.

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Enquanto isso, os investidores acompanhavam desdobramentos positivos no exterior, como o encaminhamento para votação no Senado norte-americano de um pacote aprimorado de estímulo econômico.

Às 10h24, o dólar recuava 0,89%, a 5,1937 reais na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro perdia 0,88%, a 5,1935 reais.

Na véspera, a divisa norte-americana à vista teve alta de 0,66%, a 5,2406 reais na venda, depois de ter chegando a saltar mais de 2% nas máximas do pregão, comportamento que levou o Banco Central a marcar presença com um leilão de moeda à vista em que vendeu 530 milhões de dólares.

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Sidnei Moura Nehme, economista e diretor executivo da NGO Corretora de Câmbio, disse que, “evidentemente, houve ontem e nos últimos dias e continuará havendo demanda (por dólares) que deve se acentuar nestes últimos dias do ano.”

Ele citou a influência do movimento de desmonte do ‘overhedge’ de bancos, que é uma proteção cambial adicional que deixou de ser interessante depois de mudanças, anunciadas no começo de 2020, em regras tributárias. Zerar o ‘overhedge’ implica compra de dólares.

Assim, vários analistas apontavam a possibilidade de nova intervenção do Banco Central nesta terça-feira caso alguma pressão compradora impulsione o dólar exageradamente contra o real, enquanto a baixa liquidez de fim de ano colaborava para a expectativa de volatilidade ou oscilações bruscas no mercado de câmbio.

O Banco Central já havia anunciado para este pregão leilão de swap tradicional de até 16 mil contratos com vencimento em maio e setembro de 2021.

No exterior, a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, liderada pelo Partido Democrata, aprovou na segunda-feira uma proposta do presidente Donald Trump para o pagamento de 2 mil dólares em auxílio para norte-americanos afetados pela pandemia de Covid-19, enviando a medida para votação no Senado controlado pelos republicanos.

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Trump já havia sancionado um pacote de gastos e auxílio econômico de 2,3 trilhões de dólares no fim de semana, o que ajudou a elevar o ânimo dos mercados internacionais nesta reta final de 2020.

Diante do otimismo em torno de mais medidas de resgate na maior economia do mundo, o índice do dólar contra uma cesta de moedas operava em queda de 0,25% nesta manhã, enquanto peso mexicano, lira turca e dólar australiano, pares arriscados do real, registravam alta.

Por aqui, a cena política ficava no radar dos investidores em meio à disputa pela presidência da Câmara dos Deputados. O presidente Jair Bolsonaro declarou em público seu apoio à candidatura do líder do PP, Arthur Lira (AL), e colocou o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ao lado de seus inimigos tradicionais PT, PCdoB e PSOL.

Trocas de farpas constantes entre o Executivo e o Legislativo, especulações sobre tensões internas no governo Bolsonaro e temores em relação à saúde das contas públicas do Brasil foram apontados como fatores de pressão para o real no ano de 2020, assim como o patamar extremamente baixo da taxa Selic.

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O dólar sobe aproximadamente 30% contra o real no acumulado do ano.

Por Reuters

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Mercado Financeiro

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

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café

Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

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Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

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No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

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No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

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Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

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carne de frango

Os dados preliminares ontem (12) divulgados pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram abatidas em estabelecimentos sob inspeção federal, estadual ou municipal pouco mais de 1,5 bilhão de cabeças de frango, volume que representou aumento de quase 2,5% sobre o mesmo trimestre de 2020 e estabilidade (queda de apenas 0,1%) em relação ao quarto trimestre de 2020, normalmente o de maior consumo de cada exercício.

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A carne decorrente desses abates somou 3,626 milhões de toneladas, resultado que correspondeu a aumentos de 4,28% sobre o mesmo trimestre de 2020 e de 1,65% sobre o trimestre anterior, o quarto do ano passado.

Neste caso, como o número de cabeças sofreu ligeira redução e, mesmo assim, aumentou a carne produzida, conclui-se que houve incremento de peso nas aves abatidas no período. Pelos dados disponíveis, de 1,66% – de 2,297 kg/cabeça para 2,335 kg/cabeça.

Mantida a média produzida no 1º trimestre – normalmente a menor do ano, inclusive porque esse é o trimestre mais curto de cada exercício – o volume produzido em 2021 irá chegar aos 14,5 milhões de toneladas, 5% a mais que o estimado para 2020.

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Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

Por Avisite

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IBGE: produção de ovos no 1º trimestre recuou em relação ao 1º e 4º trimestres de 2020

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ovos

Os resultados preliminares divulgados ontem (12) pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram produzidas no Brasil, em granjas com plantel de 10 mil ou mais poedeiras, perto de 973 milhões de dúzias de ovos de galinha, volume que correspondeu a quedas de 0,09% e de 1,76% sobre, respectivamente, o mesmo trimestre de 2020 e o trimestre imediatamente anterior, o quarto do ano passado.

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Vale ressaltar, entretanto, que o desempenho registrado não significou queda de produção. É que a produção de ovos tem uma peculiaridade que as estatísticas mensais não captam: galinhas botam todo dia e, assim, seu produto deve ser mensurado, também, pelo volume diário.

Isso posto, conclui-se que o volume médio produzido no primeiro trimestre aumentou mais de 1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 (ano bissexto, portanto, com 29 dias em fevereiro) e perto de meio por cento em comparação ao quarto trimestre de 2020.

Por Ovosite

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