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Domingo de Páscoa com calor e pancadas de chuva em todo Brasil

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chuva

Neste domingo (4), uma frente fria afasta ao largo da costa leste do país influenciando ainda áreas do sul da Bahia, Espírito Santo, centro-norte de Minas e leste de Goiás

Uma massa de ar seco atua sobre o centro-sul do país, na Bahia e em áreas do Sertão do Nordeste. A aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) junto à costa norte do país mantém nuvens carregadas sobre toda a faixa norte do Nordeste e entre o litoral norte do Pará e do Amapá. O calor e a umidade mantém nuvens carregadas sobre maior parte de Mato Grosso, Amazonas, Acre e Rondônia.

chuva

Condições do tempo para o dia

Domingo de tempo aberto em maior parte do Sul, em Mato Grosso do Sul, São Paulo, extremo sul de Goiás, sul de Minas e Triângulo Mineiro. Apenas o extremo sul do Rio Grande do Sul, costa leste de Santa Catarina e litoral de São Paulo e do Paraná têm condições para chuva no decorrer do dia. O sul do Piauí, interior de Pernambuco, Sergipe, Alagoas e centro-norte da Bahia também ficam sob influência do ar seco, sem previsão de chuva.

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Toda a costa entre o Ceará até o Amapá fica sujeita a muitas nuvens e chuva a qualquer hora do dia, assim como a costa leste da Bahia. Muitas nuvens e chuva a qualquer momento do dia também no centro-oeste do Amazonas. Nas demais áreas, dia de sol com aumento de nuvens e pancadas de chuva principalmente durante o período da tarde.

Riscos previstos para o dia

Ficam em alerta para temporais neste domingo a costa leste do Amapá, o centro-oeste do Amazonas e o oeste de Roraima, com risco de chuva moderada a forte com raios e rajadas de vento.

A situação é de atenção para ar muito seco em Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro, norte e oeste paulista, interior de Pernambuco, sul do Piauí e norte da Bahia, onde a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30% por várias horas seguidas principalmente durante horários mais quentes do dia.

Fica em atenção ainda a costa leste do Paraná, litoral sul de São Paulo e a costa norte de Santa Catarina para o risco de chuva moderada.

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Por Climatempo

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Previsão do tempo

La Niña chega ao fim, mas poderá voltar na primavera

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chuva

A Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) divulgou um relatório nesta quinta-feira, 13 de maio e indicou que o fenômeno La Niña no oceano Pacífico terminou e que estamos sob neutralidade climática

A tendência é de manutenção da neutralidade durante o inverno brasileiro e chance de retorno de um La Niña fraco no fim do ano. E a palavra “chance” é usada aqui porque a previsão de longo prazo feita em estações de transição, como o outono, tem maior incerteza.

Importante sempre ressaltar que neutralidade não significa chuva e temperatura dentro da média. Existem outras variáveis além da temperatura do oceano Pacífico que impactam o Clima . Por isso mesmo, a atualização da previsão trimestral da simulação canadense CanSIPS indica o período entre maio e julho com chuva abaixo da média nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

https://agronews.tv.br/centro-oeste-nao-e-contemplado-pelo-experiencias-do-brasil-rural/

No Norte, há previsão de chuva acima da média, enquanto o Nordeste tem previsão de uma precipitação próxima do normal na maior parte da Região.

Para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste, apesar da previsão de chuva abaixo da média, não teremos uma seca tão persistente como foi a observada no ano passado. Em 2020, sob La Niña, a chuva não apareceu com tanta frequência, mas neste ano, sem o fenômeno, não será estranho o aparecimento de alguns períodos mais úmidos, embora na soma de três meses, o acumulado de chuva não seja suficiente para alcançar a média histórica.

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A própria simulação europeia ECMWF indica chuva mais intensa sobre a Região Sul e Estados de São Paulo e de Mato Grosso do Sul entre 25 e 31 de maio, por exemplo. Para temperatura, a simulação CanSIPS indica desvio acima do normal especialmente no norte do Paraná, interior de São Paulo e de Minas Gerais e na Região Centro-Oeste.

Já na costa do Sudeste, entre Rio De Janeiro , Espírito Santo e Minas Gerais, observamos desvios entre a média e um pouco abaixo da média. Isso indica um padrão de deslocamento das ondas de frio, que passarão pela maior parte da Região Sul, mas desviarão para a costa do Sudeste, mantendo o interior do país com temperaturas mais elevadas que o normal.

Por Climatempo

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Mercado Financeiro

Gâmbia e Costa Rica lideram importação de arroz do Brasil no mês de abril

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arroz

A República da Gâmbia liderou as compras de arroz (base casca) do Brasil em abril deste ano, com importações de 29.412 toneladas. Em seguida, aparece a Costa Rica, com 24.228 t. Os dois países responderam por quase a metade das 111.145 t do cereal brasileiro exportado no mês passado, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e o Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz).

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Em abril, os embarques de arroz recuaram mais de 30 mil toneladas em relação ao mesmo mês de 2020, quando totalizam 145.508, informam a Abiarroz e o Sindarroz, com base em dados do Ministério da Economia. Além da Gâmbia e da Costa Rica, outros quatro países lideraram as compra do cereal do Brasil: Países Baixos (20.589 t), Peru (15.784 t), Nicarágua (4.115 t) e Venezuela (3.869 t).

As exportações brasileiras de arroz também tiveram redução no primeiro quadrimestre, em comparação com igual período de 2020. De janeiro a abril deste ano, o Brasil embarcou 318.869 t, contra 383.687 dos quatro primeiros meses de 2020.

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O recuo das vendas externas de arroz em abril não surpreendeu a associação. Segundo o diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz, Gustavo Trevisan, as exportações do cereal brasileiro estão voltando aos patamares anteriores à pandemia de covid-19, o que já era esperado pelo mercado.

“Com a pandemia, alguns países exportadores de arroz, como o Vietnã, Tailândia e Índia, restringiram as vendas externas. Com isso, houve um aumento expressivo das nossas exportações. Agora, com a retomada das atividades, os embarques do Brasil estão retornando aos volumes normais.”

Qualidade

Trevisan destaca também que há espaço para o aumento das exportações brasileiras de arroz no cenário de normalidade. “A qualidade do nosso arroz e a eficiência da nossa indústria arrozeira são os nossos diferenciais no mercado internacional. Isso tem contribuído para ampliar mercados.”

O diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz estima exportações de 1,5 milhão de t neste ano, contra 1,8 milhão t de 2020. Na avaliação de Trevisan, este será um volume muito bom de vendas externas.

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“Uma das estratégias da Abiarroz para alcançar este resultado é intensificar as ações promocionais do arroz brasileiro no mercado externo, por meio do projeto Brazilian Rice, desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil”, informa Trevisan.

Importações

De acordo com a Abiarroz e o Sindarroz, as importações de arroz em abril somaram 102.142 t, contra 70.977 t do mesmo mês de 2020. No primeiro quadrimestre deste ano, o Brasil comprou de outros países, principalmente Paraguai, Uruguai e Argentina, 389.003 t do cereal. Em igual período de 2020, as importações alcançaram 331.218 t.

Por Abiarroz

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Mercado Financeiro

Etanol mira petróleo para tirar competitividade da gasolina e não sofrer pressão

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preço etanol

Com o petróleo em queda na quinta-feira, a gasolina manteve uma moderada defasagem na refinaria.

Na conta feita na Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a diferença para menor do combustível estava em 2% (e -3% do diesel), dia no qual o etanol hidratado cedeu 0,85% nas distribuidoras de Paulínia (SP). Terminou o dia em R$ 3,091 o litro, segundo o Cepea.

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Nesta sexta (14), o óleo cru sobe, aumenta a diferença para o combustível derivado, e leva expectativa para algum reajuste da Petrobras (PETR4) na próxima semana se mantido a sequência de alta do barril em Londres. Sobe 1,86%, a US$ 68,15, às 10h40 (Brasília).

A semana deve fechar com redução do biocombustível nas usinas, ou no máximo em estabilidade, seguindo as baixas nos preços de vendas das distribuidoras. Na semana anterior, a originação subiu mais de 10%, também de acordo com dados do Cepea, refletindo a queda de produção em abril, como informou a agremiação que reúne as empresas, Unica.

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O potencial do hidratado para não sofrer novas reduções, inclusive pelo aumento da produção que vem com o andar da safra no Centro-Sul, será via reajustes da gasolina.

Por Giovanni Lorenzon – Money Times

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