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Emanuel Pinheiro fomenta articulação de municípios para chegada da ferrovia em MT

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Com a expansão da ferrovia, passando pela baixada cuiabana e seguindo até Lucas do Rio Verde, mais que dobrará a quantidade de carga transportada

A Prefeitura de Cuiabá, recebeu os representantes dos municípios de Diamantino, Poconé, Arenápolis e do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, para uma reunião de apresentação do estudo de viabilidade técnica do traçado da ferrovia Senador Vicente Vuolo, do trecho de Rondonópolis até Sorriso. O encontro aconteceu na última quinta-feira (11), no Palácio Alencastro, após parecer favorável do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas a autorização da extensão dos trilhos em Mato Grosso, passando por Cuiabá e seguindo até Lucas do Rio Verde. O prefeito Emanuel Pinheiro comemorou a decisão do ministro.

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“Estamos vendo o Brasil reconhecendo a importância de Cuiabá e Mato Grosso no cenário econômico nacional. Importante frisar o trabalho da bancada federal, deputado Emanuel Pinheiro Neto, senador Wellington e Jayme Campos em especial, trabalhando diuturnamente, para que o traçado não mude e passe por Cuiabá, que é o maior polo consumidor do estado”, disse o prefeito de Cuiabá.

O secretário de Governo, Luis Claudio de Castro Sodré ressaltou a importância da união dos municípios para um desenvolvimento integrado de Mato Grosso. “Em nome do prefeito Emanuel Pinheiro, quero dar as boas-vindas a todos vocês e dizer que não existe cidade isolada, não conseguimos construir uma cidade moderna, com visão de futuro sem estar de olho nos vizinhos. O médio norte está colado com a gente e temos que trabalhar juntos, pensando em Mato Grosso. Infelizmente algumas decisões são feitas de cima para baixo e as pessoas mais importantes não são ouvidas, que é o povo. E a nossa briga é para que as pessoas sejam ouvidas. O poder emana do povo. Os consórcios vão se mobilizar, consórcio da baixada e espero que vocês se mobilizem conosco também”, declarou o secretário de Governo.

Na reunião, foi apresentado o estudo de viabilidade técnica do traçado da ferrovia Senador Vicente Vuolo realizado pela Rumo Logística, empresa que possui a concessão da ferrovia, que até o momento, liga Santa Fé do Sul (SP) até Rondonópolis (MT).

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“O foco da Rumo é movimentação de matéria-prima, mas junto com ela existe a Brado Logística, que movimenta contêiner, que é o que nós queremos para transporta produto com valor agregado, que é o que nós cidadãos comuns consumimos, transportar a possibilidade da gente atrair indústrias e transformar nossa produção, exportar produto com valor agregado. Então, conversem com os prefeitos de vocês para preparar os municípios para a chegada da ferrovia”, disse o secretário de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo.

O terminal ferroviário na capital deve alavancar a economia do Vale do Rio Cuiabá e baixar o preço do frete. A articulação da Prefeitura de Cuiabá com os demais municípios de Mato Grosso tem a intenção de criar uma mobilização em prol do melhor traçado para o desenvolvimento econômico regional, de preparar as demais cidades para a chegada de possíveis terminais ferroviários e pensar não somente no transporte de grãos e matéria-prima, como também de produtos com valor agregado para estes locais.

Eu trabalho no ramo de transporte de carga e sou a favor da ferrovia. “Eu penso que, se nós não nos atentarmos agora para esta discussão e não nos preparamos e nos inserirmos nas articulações, vamos ficar esquecidos”, ressaltou o vereador por Diamantino, Arnildo Neto.

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Hoje, 30 milhões de toneladas são escoadas pelos trilhos que chegam até Rondonópolis. Com a expansão da Ferrovia Senador Vicente Vuolo, passando pela baixada cuiabana e seguindo até Lucas do Rio Verde, mais que dobrará a quantidade de carga transportada. Isso significa desenvolvimento econômico, geração de empregos e uma oportunidade de conexão com outras cidades de Mato Grosso e outros estados, barateando o frete e criando a possibilidade de desenvolvimento do polo industrial de Cuiabá.

“É muito importante que a gente valorize historicamente o trabalho espetacular que o Vuolo vem fazendo, desde o seu pai que é o autor da lei que originou todo esse trabalho da ferrovia. Não podemos deixar que a ferrovia não passe por Cuiabá e pelo médio norte. É importante que vocês vereadores, prefeitos e vice-prefeitos se mobilizem e levem como uma bandeira. É importante essa união para que Brasília saiba que aqui temos força, temos união”, pontuou o secretário de Planejamento Zito Adrien.

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Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

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Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

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Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

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No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

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No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

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Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

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Os dados preliminares ontem (12) divulgados pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram abatidas em estabelecimentos sob inspeção federal, estadual ou municipal pouco mais de 1,5 bilhão de cabeças de frango, volume que representou aumento de quase 2,5% sobre o mesmo trimestre de 2020 e estabilidade (queda de apenas 0,1%) em relação ao quarto trimestre de 2020, normalmente o de maior consumo de cada exercício.

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A carne decorrente desses abates somou 3,626 milhões de toneladas, resultado que correspondeu a aumentos de 4,28% sobre o mesmo trimestre de 2020 e de 1,65% sobre o trimestre anterior, o quarto do ano passado.

Neste caso, como o número de cabeças sofreu ligeira redução e, mesmo assim, aumentou a carne produzida, conclui-se que houve incremento de peso nas aves abatidas no período. Pelos dados disponíveis, de 1,66% – de 2,297 kg/cabeça para 2,335 kg/cabeça.

Mantida a média produzida no 1º trimestre – normalmente a menor do ano, inclusive porque esse é o trimestre mais curto de cada exercício – o volume produzido em 2021 irá chegar aos 14,5 milhões de toneladas, 5% a mais que o estimado para 2020.

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Por Avisite

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IBGE: produção de ovos no 1º trimestre recuou em relação ao 1º e 4º trimestres de 2020

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Os resultados preliminares divulgados ontem (12) pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram produzidas no Brasil, em granjas com plantel de 10 mil ou mais poedeiras, perto de 973 milhões de dúzias de ovos de galinha, volume que correspondeu a quedas de 0,09% e de 1,76% sobre, respectivamente, o mesmo trimestre de 2020 e o trimestre imediatamente anterior, o quarto do ano passado.

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Vale ressaltar, entretanto, que o desempenho registrado não significou queda de produção. É que a produção de ovos tem uma peculiaridade que as estatísticas mensais não captam: galinhas botam todo dia e, assim, seu produto deve ser mensurado, também, pelo volume diário.

Isso posto, conclui-se que o volume médio produzido no primeiro trimestre aumentou mais de 1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 (ano bissexto, portanto, com 29 dias em fevereiro) e perto de meio por cento em comparação ao quarto trimestre de 2020.

Por Ovosite

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