fbpx
conecte-se conosco

Mercado Financeiro

Exportação de carne suína tem melhor ritmo neste início de fevereiro

Publicado

em

carne suina

Especialista aponta que resultados são positivos para a suinocultura neste começo de mês, apesar de redução do valor pago por tonelada

De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Camex) do Governo Federal, divulgadas nesta semana, as exportações de carne suína fresca, congelada ou resfriada na primeira semana de fevereiro melhoraram em ritmo no comparativo à última semana de janeiro.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Segundo o analista da SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, apesar de ter havido um recuo no valor pago por tonelada, nas médias diária de volume e faturamento, o resultado foi positivo.

“Vale lembrar que, quando se compara com o mês de fevereiro do ano passado, foi um período de problemas logísticos, quando os contêineres iam, mas não voltavam da China”, disse.

O faturamento por média diária no início de fevereiro foi de US$ 9.496,280, quantia 19,30% maior do que fevereiro de 2020. No comparativo com a semana anterior, houve alta de 38,4%.

Leia também:  Conheça a raça Dogue Alemão, famoso "cachorro gigante"

Leilão online: Empresa em MT inova com transmissão ao vivo e interatividade

No caso das toneladas por média diária, foram 3.912,946, avanço de 21,18% no comparativo com o mesmo mês de 2020. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se aumento de 40,25%.

Já o preço pago por tonelada, US$ 2426,887 nos cinco dias úteis do mês, é 1,55% inferior ao praticado em fevereiro passado. O resultado, frente ao valor praticado na semana anterior, representa queda de 1,30%.

A receita obtida com as exportações de carne suína nos cinco dias úteis de fevereiro, US$ 47.481,402, representa 33% do montante obtido em todo o mês de fevereiro de 2020, que foi de US$ 143.279,025. No caso do volume embarcado, as 19.564,73 toneladas são 33,6% do total exportado em fevereiro do ano passado, um total de 58.121,971.

Fonte: Acrismat

AGRONEWS – Informação para quem produz

Publicidade
Clique para comentar

Comente esta matéria

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mercado Financeiro

Gâmbia e Costa Rica lideram importação de arroz do Brasil no mês de abril

Publicado

em

arroz

A República da Gâmbia liderou as compras de arroz (base casca) do Brasil em abril deste ano, com importações de 29.412 toneladas. Em seguida, aparece a Costa Rica, com 24.228 t. Os dois países responderam por quase a metade das 111.145 t do cereal brasileiro exportado no mês passado, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e o Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz).

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Em abril, os embarques de arroz recuaram mais de 30 mil toneladas em relação ao mesmo mês de 2020, quando totalizam 145.508, informam a Abiarroz e o Sindarroz, com base em dados do Ministério da Economia. Além da Gâmbia e da Costa Rica, outros quatro países lideraram as compra do cereal do Brasil: Países Baixos (20.589 t), Peru (15.784 t), Nicarágua (4.115 t) e Venezuela (3.869 t).

As exportações brasileiras de arroz também tiveram redução no primeiro quadrimestre, em comparação com igual período de 2020. De janeiro a abril deste ano, o Brasil embarcou 318.869 t, contra 383.687 dos quatro primeiros meses de 2020.

Leia também:  Mandioca: preços sobem pela 5ª semana consecutiva

O recuo das vendas externas de arroz em abril não surpreendeu a associação. Segundo o diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz, Gustavo Trevisan, as exportações do cereal brasileiro estão voltando aos patamares anteriores à pandemia de covid-19, o que já era esperado pelo mercado.

“Com a pandemia, alguns países exportadores de arroz, como o Vietnã, Tailândia e Índia, restringiram as vendas externas. Com isso, houve um aumento expressivo das nossas exportações. Agora, com a retomada das atividades, os embarques do Brasil estão retornando aos volumes normais.”

Qualidade

Trevisan destaca também que há espaço para o aumento das exportações brasileiras de arroz no cenário de normalidade. “A qualidade do nosso arroz e a eficiência da nossa indústria arrozeira são os nossos diferenciais no mercado internacional. Isso tem contribuído para ampliar mercados.”

O diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz estima exportações de 1,5 milhão de t neste ano, contra 1,8 milhão t de 2020. Na avaliação de Trevisan, este será um volume muito bom de vendas externas.

Leia também:  AgroCAD: Ferramenta inovadora auxilia a traçar trajetos mais precisos na semeadura

“Uma das estratégias da Abiarroz para alcançar este resultado é intensificar as ações promocionais do arroz brasileiro no mercado externo, por meio do projeto Brazilian Rice, desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil”, informa Trevisan.

Importações

De acordo com a Abiarroz e o Sindarroz, as importações de arroz em abril somaram 102.142 t, contra 70.977 t do mesmo mês de 2020. No primeiro quadrimestre deste ano, o Brasil comprou de outros países, principalmente Paraguai, Uruguai e Argentina, 389.003 t do cereal. Em igual período de 2020, as importações alcançaram 331.218 t.

Por Abiarroz

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

Etanol mira petróleo para tirar competitividade da gasolina e não sofrer pressão

Publicado

em

preço etanol

Com o petróleo em queda na quinta-feira, a gasolina manteve uma moderada defasagem na refinaria.

Na conta feita na Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a diferença para menor do combustível estava em 2% (e -3% do diesel), dia no qual o etanol hidratado cedeu 0,85% nas distribuidoras de Paulínia (SP). Terminou o dia em R$ 3,091 o litro, segundo o Cepea.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Nesta sexta (14), o óleo cru sobe, aumenta a diferença para o combustível derivado, e leva expectativa para algum reajuste da Petrobras (PETR4) na próxima semana se mantido a sequência de alta do barril em Londres. Sobe 1,86%, a US$ 68,15, às 10h40 (Brasília).

A semana deve fechar com redução do biocombustível nas usinas, ou no máximo em estabilidade, seguindo as baixas nos preços de vendas das distribuidoras. Na semana anterior, a originação subiu mais de 10%, também de acordo com dados do Cepea, refletindo a queda de produção em abril, como informou a agremiação que reúne as empresas, Unica.

Leia também:  Inovação: MT realizará evento em agosto dedicado ao agro, empreendedorismo e sustentabilidade

https://agronews.tv.br/centro-oeste-nao-e-contemplado-pelo-experiencias-do-brasil-rural/

O potencial do hidratado para não sofrer novas reduções, inclusive pelo aumento da produção que vem com o andar da safra no Centro-Sul, será via reajustes da gasolina.

Por Giovanni Lorenzon – Money Times

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

Safra recorde e preços favoráveis garantem VBP elevado neste ano

Publicado

em

vbp

Apesar de pouca chuva na fase de plantio de algumas culturas, a tendência de recorde de safra não foi alterada

Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deste ano deve ser 12,1% superior em termos reais em relação ao de 2020, com base nos dados de abril. O valor estimado é de R$ 1,076 trilhão, enquanto o de 2020 fechou em R$ 960,2 bilhões.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

As lavouras continuam liderando o indicador, sendo previsto faturamento de R$ 741,2 bilhões e a pecuária, R$ 335,1 bilhões. O crescimento do valor das lavouras é de 16%, e da pecuária, 4,4%.

“A falta de chuvas no período de plantio de importantes culturas como, milho, soja e feijão, teve impactos ao prejudicar parcialmente essas lavouras. Esse fato, entretanto, não chegou a alterar o caminho de crescimento da safra. Permanecem, em essência os valores que representam resultado recorde da produção em 2021”, explica José Garcia Gasques, coordenador da pesquisa e de Avaliação de Políticas e Informação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

Leia também:  Etanol mira petróleo para tirar competitividade da gasolina e não sofrer pressão
Safra recorde e preços favoráveis garantem VBP elevado neste ano

A maior parte dos produtos analisados teve crescimento. Entre eles, algodão, com crescimento de 3,7% do VBP; arroz, 4,8%; banana, 2,4%; cacau, 8,3%; cana de açúcar, 1,3%; milho, 22,7%; soja, 31,3%; e trigo, 25,4%,

Na pecuária, os melhores resultados são no segmento de carne bovina, com crescimento previsto em 10,3%, e carne de frango, com alta de 2,2%.

Os campeões de faturamento em valores absolutos são soja, carne bovina, milho e cana de açúcar. Esse pequeno grupo contribui com 34% do VBP.

“Olhando a série de dados nos últimos 32 anos, verifica-se que este ano representa recorde para as seguintes atividades: algodão, soja, arroz, milho, trigo, carne bovina e leite”, analisa o coordenador.

Gasques destaca diversos fatores responsáveis pelos bons resultados do setor de grãos. “Os mais importantes são estoques baixos, demanda internacional e preços em expansão, e algumas incertezas com relação ao clima de países, como os Estados Unidos”.

Retrações no VBP foram observadas nas culturas de batata inglesa, café, feijão, mandioca e tomate. Carne suína e ovos também tiveram recuo.

Leia também:  Suíno: preço do vivo continua em elevação

VBP por estados

Os dados regionais do VBP mostram a seguinte classificação dos estados: Mato Grosso (17,6%), Paraná (13,5%), São Paulo (11,2%), Rio Grande do Sul (10,6%) e Minas Gerais (9,8%).

Safra recorde e preços favoráveis garantem VBP elevado neste ano

De acordo com Gasques, de janeiro a março deste ano, o agronegócio contribuiu com 42,3% nas exportações totais do país.

O que é VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Tendências