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Diárias de Mercado

Milho: cotações seguem batendo recordes no Brasil com oferta curta

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O mercado brasileiro de milho seguiu apresentando preços em elevação nessa semana. O cenário se mantém, com a oferta muito apertada em relação à demanda

Os compradores que precisam de milho para seu abastecimento acabam necessariamente tendo de pagar valores cada vez mais altos diante da resistência e pedida do vendedor.

A preocupação com o clima seco para a safrinha agravou ainda mais o problema para os consumidores. Com a apreensão com possíveis quebras da safrinha, os produtores se retraíram ainda mais na venda.

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Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado segue muito firme, principalmente na região Sul. “As ofertas estão cada vez mais justas e o mercado vai tentando emplacar preços de R$ 100,00 a saca”, comenta.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (01 de abril) e esta quinta-feira (08 de abril), o preço do milho em Campinas/CIF subiu na venda de R$ 100,00 para R$ 101,00 a saca, elevação de 1,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal avançou na venda de R$ 96,00 para R$ 97,50 a saca, aumento de 1,6%.

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Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço passou de R$ 96,00 para R$ 97,00 a saca, alta de 1,0%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação subiu de R$ 80,00 para R$ 82,00 a saca, elevação de 2,5% no balanço semanal. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, a cotação subiu de R$ 95,00 para R$ 100,00 a saca, alta de 5,3%.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho se mantiveram em R$ 85,00. Em Rio Verde, Goiás, mercado também estável em R$ 86,00.

Por Lessandro Carvalho – Agência Safras

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Diárias de Mercado

Café: bolsa de NY e dólar em baixa devem travar mercado interno

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O mercado brasileiro de café deve ter mais um dia de escassos negócios nesta sexta

O cenário não melhorou na comparação com ontem: tanto Nova York quanto dólar operam no território negativo. A tendência é de compradores e vendedores retraídos.

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O mercado registrou preços estáveis na quinta-feira. O comportamento errático do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), que fechou próximo da estabilidade, assim como o dólar, deu o tom dos negócios no Brasil. O dia foi arrastado na comercialização, com poucos negócios.

No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação terminou o dia em R$ 785,00/795,00 a saca, estável. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação teve preço de R$ 800,00/810,00 a saca, inalterado.

Já o café arábica “rio” tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 590,00/595,00 a saca, sem mudanças. O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, ficou em R$ 450,00/455,00 a saca, estável.

Leia também:  Milho: falta de chuva preocupado e mantém produtor afastado do mercado

Bolsa de Nova York

Os contratos com entrega em julho registram desvalorização de 0,4% na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE), cotados a 145,80 centavos de dólar por libra-peso.

https://agronews.tv.br/centro-oeste-nao-e-contemplado-pelo-experiencias-do-brasil-rural/

Os contratos com entrega em julho/2021 fecharam a quinta-feira a 146,40 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 0,10 centavo, ou de 0,1%.

Câmbio

O dólar comercial registra baixa de 0,6% a R$ 5,281.

Por Dylan Della Pasqua – Agência Safras

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Diárias de Mercado

Frango: preços seguem em alta neste mês de maio

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Com vendas interna e externa aquecidas, preços do frango sobem

As vendas interna e externa de carne de frango estão aquecidas. Esse cenário vem permitindo que agentes reajustem positivamente os valores de negociação do setor, na tentativa de repassar as intensas altas dos custos de produção.

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Diante disso, o Cepea vem verificando aumentos nos preços de toda a cadeia avícola, desde pintainhos e frango vivo, a cortes e miúdos. No mercado doméstico, as vendas de carne de frango são favorecidas por sua alta competitividade frente às principais substitutas – bovina e suína.

https://agronews.tv.br/centro-oeste-nao-e-contemplado-pelo-experiencias-do-brasil-rural/

Vale lembrar que o baixo poder de compra de grande parte da população brasileira, tendo em vista o atual cenário econômico, reforça a demanda pela proteína avícola. Quanto ao animal, os elevados preços dos insumos levam agentes a reajustarem os valores de venda.

Fonte: Cepea

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Boi gordo: preços da novilha gorda seguem em queda

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O cenário foi de poucos negócios dado o escoamento lento de carne bovina, e escalas um pouco mais alongadas, atendendo, em média, de 6 a 7 dias.

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As cotações do boi e da vaca gordos mantiveram-se estáveis na comparação diária, negociados em R$ 306,00/@ e R$284,00/@, respectivamente, preços brutos e a prazo. Para a novilha gorda, queda de R$2,00/@, apregoada em R$298,00/@, nas mesmas condições.

Por Scot Consultoria

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