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Diárias de Mercado

Milho: negócios do grão devem seguir fracos no Brasil, com oferta limitada

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quarta-feira de movimentação calma nos negócios

O produtor foca na finalização da colheita da soja e deixa o cereal de lado. Com a oferta limitada de milho, os preços devem seguir sustentados em todo o país. No mercado internacional, a Bolsa de Chicago estende os ganhos da última sessão.

A semana transcorre com inexpressivo fluxo de negócios no mercado brasileiro de milho, com preços sustentados. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, no geral a oferta de milho é restrita, resultando em grande dificuldade de abastecimento em muitas regiões do país. “O produtor permanece focado na colheita e no escoamento da soja, com a comercialização do milho relegada ao segundo plano. As incertezas em torno da safrinha aumentam a propensão a reter ofertas no disponível, e interferem nas negociações futuras”, comenta.

 No Porto de Santos, o preço ficou na faixa de R$ 80,50 a R$ 90,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 79,00/87,00.

 No Paraná, a cotação ficou em R$ 93,00/95,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 95,00/97,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 98,00/100,00 a saca.

 No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 94,00/96,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 84,00/85,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 85,00/R$ 86,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 78,00/80,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

  • Os contratos do milho com vencimento em maio operam com ganho de 4,25 centavos, ou 0,76%, cotados a US$ 5,58 1/2 por bushel.
  • Segundo a Agência Reuters, o mercado começa a ser balizado pelo clima nos Estados Unidos, já que a área a ser plantada no país deve ser menor que a esperada por analistas.
  • Os agentes também começam a se posicionar frente ao relatório de oferta e demanda de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta, 9.
  • Segundo analistas e traders consultados por agências internacionais, os estoques de passagem da safra 2020/21 dos Estados Unidos devem ser apontados em 1,346 bilhão de bushels, ante os 1,502 bilhão estimados no mês passado.
  • A previsão é de que os estoques finais de passagem da safra mundial 2020/21 sejam apontados em 284,9 milhões de toneladas, abaixo das 287,7 milhões de toneladas indicadas no mês passado.
  • A safra de milho do Brasil 2020/21 deverá ser indicada em 108,3 milhões de toneladas, aquém das 109 milhões de toneladas apontadas em março. Já a safra da Argentina 2020/21 deve ser apontada em 46,8 milhões de toneladas abaixo das 47,5 milhões de toneladas previstas no mês passado.
  • Ontem (6), os contratos de milho com entrega em maio/21 fecharam a US$ 5,54 1/4, alta de 1,00 centavo de dólar, ou 0,18%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

  • O dólar comercial registra desvalorização de 0,03% a R$ 5,5990.

INDICADORES FINANCEIROS

  • As principais bolsas da Ásia encerraram mistas. Xangai, -0,10%. Tóquio, +0,12%.
  • As principais bolsas na Europa registram alta. Paris, +0,61%. Londres, +0,06%.
  • O petróleo opera em alta. Maio do WTI em NY: US$ 59,88 o barril (+0,92%).
  • O Dollar Index registra alta de 0,13% a 92,71 pontos.

Por Arno Baasch – SAFRAS

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Soja: indicador Paraná atinge recorde nominal

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Os preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa

Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores mostra preferência em comercializar a soja em detrimento do milho, o que eleva a liquidez no mercado da oleaginosa. Diante disso, mesmo sendo período de finalização de colheita no Paraná, o Indicador CEPEA/ESALQ da soja atingiu R$ 172,66/saca de 60 kg no último dia 14, recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997.

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Já outra parcela de vendedores não mostra interesse em fechar negócios para entrega no curto prazo, atentos à maior paridade de exportação para embarques nos próximos meses.

Fonte: Cepea

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Milho: falta de chuva preocupado e mantém produtor afastado do mercado

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As chuvas ainda abaixo do esperado neste mês em importantes regiões produtoras de segunda safra têm deixado vendedores afastados das negociações

Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade. Compradores, por sua vez, precisam recompor estoques, cenário que mantém os preços em alta.

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Na parcial de abril (até o dia 16), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) subiu 4,45% fechando a R$ 97,88/saca de 60 kg na sexta-feira, 16, novo recorde real da série do Cepea. Em algumas praças, os avanços nos preços são mais expressivos, e vendedores já pedem valores acima de R$ 100 pela saca de 60 kg.

Fonte: Cepea

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Mandioca: clima seco dificulta colheita; preço sobe

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O clima seco em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea tem reforçado as dificuldades em se avançar com a colheita da mandioca – em algumas praças, inclusive, verifica-se interrupção das atividades.

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Além disso, alguns mandiocultores já comercializaram todas as lavouras com mais de 15 meses (segundo ciclo) e não mostram interesse pela entrega daquelas mais novas. Do lado das indústrias, a demanda está firme. Esse cenário tem elevado a disputa pela matéria-prima e resultado em novas altas nos preços da raiz de mandioca.

Fonte: Cepea

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