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Na soja, torcida pelo dólar ficar nas alturas e manter os preços internos valorizados

Também nesta coluna: em pleno Finados, 2 meses de vaca louca; Conferência do Clima na Escócia pode apertar certo a países

Por Giovanni Lorenzon – AGRONEWS®

A divisa americana avançou mais de 3% em outubro e amenizou as oscilações da soja em Chicago, com leves tendências de baixa.

Com o dólar acima de R$ 5,60, os preços da saca nos portos permaneceram convidativos, em semana no qual a China mostrou um pouco mais de apetite, enquanto em Chicago o vencimento de janeiro está em queda moderada de 5 pontos, a US$ 12,43.

Para a commodity da safra velha, Paranaguá operou a R$ 170 a saca. Para a soja da safra 21/22, os preços giraram em R$ 150.

A semana que se abre, embora mais curta pelo feriado de Finados, reacende expectativas para os exportadores em relação à manutenção do câmbio favorável.

Se ao menos novas compras dos chineses, também nos Estados Unidos, estimularem altas no mercado futuro, fica melhor ainda.

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No Finados, dois meses de “morte” do boi

Quis o destino que o aniversário de dois meses dos eventos da vaca louca acontecesse nesta terça (2), no feriado de Finados. Dois meses também de morte do preço do boi.

Desde então, o valor da @ perdeu de R$ 50 a R$ 60, quando poderia estar se mantendo. Mesmo que o mercado interno não ajudasse, a China deveria estar importando carne bovina e os estoques de boi dos confinamentos estariam minguando.

Mas não aconteceu o levantamento do embargo pelos chineses e, entre o indicador Cepea e as referências do mercado – Agrifatto, Scot Consultoria e Balizador GPB Datagro – a régua ficou igual: R$ 257 no último dia útil de outubro.

Nesta segunda (1) espremida pelo feriado não se espera mudanças, a menos algum pouco provável anúncio de que os chineses tenham feito algum movimento.

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COP26: maior pressão sobre países mais resistentes

Ao final da COP26, em Glasgow, o mundo espera alguns anúncios sobre novas metas e exigências dos principais atores quanto à redução dos desmatamentos e menor emissão de carbono na atmosfera.

Mas, o mais provável, é que haja algum tipo de monitoramento dos países ditos mais refratários a anteder os pedidos de todas as conferências sobre o clima para melhorar a sustentabilidade do planeta.

As pressões dos mercados consumidores e das organizações não-governamentais mais poderosas sobre os governos da Europa, em especial, estão mais nessa direção: a de “marcarem” esses países.

Rússia, China e Brasil estão entre eles, mas até os Estados Unidos não escapam, depois que o presidente Joe Biden mostrou que relaxaria medidas mais duras, que seu antecessor, Donald Trump, havia relaxado.

AGRONEWS® – Informação para quem produz

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