fbpx
conecte-se conosco

Mundo Animal

Parvovirose em cães, vamos saber mais deste assunto

Publicado

em

parvovirose

Causa gastroenterite grave e, muitas vezes, complicações hemorrágicas. Pode ser fatal e é uma doença que continua a afetar a população de filhotes no Reino Unido.

O que é parvovirose canina?

A parvovirose canina é altamente contagiosa e é causada por um vírus extremamente resistente encontrado no ambiente externo. Causa gastroenterite grave e, muitas vezes, complicações hemorrágicas.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Se uma cadela estiver contaminada durante a prenhez, o vírus afetará os fetos à medida que eles se desenvolvem. O vírus não pode se replicar sozinho e, como resultado, precisa usar outras células para ajudá-lo a se multiplicar. Em filhotes jovens, o parvovírus canino coloniza as células do trato digestivo, porque elas se renovam rapidamente.

A parvovirose canina pode ser fatal e é uma doença que continua a afetar a população de filhotes.

Quais são os sintomas da parvovirose canina?

parvovirose
Foto: Agronews

Um filhote ou cão com parvovirose mostrará uma variedade de sintomas diferentes. Você sempre deve procurar:

Conheça 5 raças de cães gigantes

  • Febre
  • Letargia
  • Diarreia (possivelmente sangrenta)
  • Vômito
  • Desidratação
  • Perda de peso grave

O que causa a parvovirose canina?

Um cão infectado com parvovírus canino lança uma grande quantidade dele pelas fezes. Especificamente, 1 g de fezes pode conter até 1 milhão de doses infecciosas – o suficiente para infectar 1 milhão de animais em condições experimentais.

Pode ser transmitido por qualquer humano, animal ou objeto que entre em contato com as fezes de um animal infectado.

A doença em si é extremamente difícil de remover de um ambiente externo, como canis ou criadores de filhotes. Em certas condições, pode permanecer infecciosa por vários meses, até mesmo um ano.

Meu filhote pode ser vacinado contra o parvovírus canino?

O parvovírus canino pode ser evitado com vacinação, por isso é tão importante garantir que o filhote receba as doses necessárias na idade certa.

Conheça cães de trabalho

As vacinas são mais eficazes quando são dadas em datas fixas com reforços. Filhotes geralmente começam um programa de vacinação com 6 a 8 semanas, com a vacinação contra parvovírus administrada entre sete a nove semanas de idade.

Como sei se devo vacinar meu filhote?

Algumas vacinas são obrigatórias, enquanto outras são recomendadas, dependendo dos riscos que o filhote enfrenta com seu estilo de vida e ambiente. O parvovírus canino é uma vacina obrigatória, de modo que seu filhote receberá essa vacina de acordo com qualquer protocolo. Seu filhote não deve ter contato com cães de fora até pelo menos duas semanas após a última vacinação.

A vacinação sempre protegerá meu cão contra parvovirose?

Os vírus sofrem mutações. Alguns mudam muito, alguns moderadamente e outros quase nada.

O parvovírus canino é estável, o que significa que a vacina permanece a mesma e não precisa ser modificada.

Ele evoluiu desde que foi visto pela primeira vez, na década de 1970. No entanto, essa evolução se reflete em pequenas modificações na superfície do vírus (que é onde o sistema imunológico – ou seja, os anticorpos – atuará). Isso não tem efeito sobre a proteção fornecida pela vacinação, ou seja, uma vez vacinado, seu animal será protegido contra todas as mutações do vírus.

De que outra forma posso impedir meu filhote de contrair parvovirose?
O parvovírus canino é altamente resistente no ambiente externo. Uma instalação de criação é um ambiente de alto risco, o que significa que eles devem receber uma vacina inicial ainda no local. Isso ajudará a prevenir a disseminação do parvovírus canino entre uma ninhada.

O mesmo vale para os canis, onde muitos cães desconhecidos estarão no mesmo ambiente. Para combater eventuais surtos, os canis implementam medidas sanitárias rigorosas, incluindo:

Garantir que o edifício foi concebido da maneira correta, incluindo:

  • Implementação do princípio do fluxo a termo, ou seja, um circuito unidirecional é adotado do setor com os animais em maior risco, para o setor com os animais de menor risco;
  • Os materiais do canil são resistentes, impermeáveis (antiderrapantes para pavimentos), lisos, isolantes, fáceis de desmontar e limpar;
  • Setorização – seções específicas para maternidade, quarentena e enfermaria;
  • Também deve haver um protocolo para limpeza e desinfecção adequadas.

O que fazer se eu acho que meu filhote está com os sintomas?

Se seu filhote começar a apresentar algum dos sintomas do parvovirose, você deverá consultar um veterinário imediatamente. Ele fará uma série de exames físicos, testes bioquímicos e análises de urina para determinar se seu filhote de cão está infectado e recomendará o melhor curso de ação.

Não tenha medo de perguntar ao criador se há medidas preventivas antes de pegar seu filhote de cão. Se você tiver alguma dúvida sobre parvovirose, fale com um veterinário que será capaz de dar conselhos sobre a doença, prevenção e tratamento.

AGRONEWS BRASIL – Informação para quem produz

Publicidade
Clique para comentar

Comente esta matéria

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo Animal

Conheça a raça Dogue Alemão, famoso “cachorro gigante”

Publicado

em

parvovirose

Carinhoso e super companheiro – esse cachorro de altura um tanto peculiar é amável e adora estar em família!

Quem vê o Dogue Alemão pela primeira vez fica impressionado com o porte nada comum. Mas o que ele tem altura, tem de companheirismo. Trata-se de um cão que tem muito bom humor e se apega facilmente à família.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

O apreço pela presença constante do tutor é bastante perceptível. Portanto, quem pensa em adotar esse peludo, precisa dedicar tempo, pois ele sempre vai querer muita atenção. Além de dócil e de fácil trato, é um animal corajoso e autoconfiante. Não é à toa que seja tão popular!

Condição física

Cheio de energia, o Dogue Alemão exige muitas atividades diárias para manter a saúde sempre em ótimo estado. Portanto, os exercícios físicos são fundamentais. Caminhadas de duas a três vezes por dia, com percursos de pelo menos 2 km, fazem toda a diferença.

parvovirose

Toda essa disposição talvez possa assustar futuros tutores. Contudo, esse cachorro tem a natureza bastante calma e gentil, o que faz com que as atividades se tornem tarefas mais tranquilas de serem feitas.

  • Expectativa de Vida – 10 anos;
  • Média de Altura – 50 cm;
  • Média de Peso – 30 kg;
  • Nível de Fofura – Alto

Quem pensa em ter um colega canino dócil e amável, com certeza esse cão é uma opção perfeita. Ele é muito carinhoso e adora estar acompanhado pelo tutor e pela família.

Trata-se de um cachorro extrovertido e nada agressivo. Pode ser reservado com desconhecidos, mas acaba sendo conquistado sem muito esforço. Portanto, não serve como cão de guarda, mesmo sendo corajoso e cheio de autoconfiança.

Características físicas

Por ser tão grande, o Dogue Alemão possui atributos físicos bem robustos. Trata-se de um cão super resistente e musculoso que possui o corpo longo, com a silhueta bem delineada e proporcional. As pernas são compridas e fortes, assim como as patas.

Com a cabeça sempre bem expressiva, ele tem orelhas caídas quando não está em estado de alerta. Os olhos são ovais e com tonalidade escura. No focinho, os lábios grossos são bastante aparentes.

Curiosidades

parvovirose

Segundo o Guinness World Records, o detentor do título de cachorro mais alto pertencia a Zeus, que media 111,8 cm da pata aos ombros.

Infelizmente, ele faleceu em 2014, com cinco anos de idade, em Otsego, nos Estados Unidos.

Muita gente nunca reparou na raça do “Scooby-Doo”, mas saiba que ele é um Dogue Alemão. O cão falante e medroso, mascote de um grupo de jovens metidos a detetives, é um dos personagens mais amados da televisão.

É um eterno bebezão. O cachorro dessa raça tem uma auto-percepção bem distinta de sua aparência real. Ele possui comportamentos de bichinhos menores, como querer pular no colo — mesmo que não tenha o tamanho para isso.

Personalidade

Quem pensa em ter um colega canino dócil e amável, com certeza esse cão é uma opção perfeita. Ele é muito carinhoso e adora estar acompanhado pelo tutor e pela família.

Trata-se de um cachorro extrovertido e nada agressivo. Pode ser reservado com desconhecidos, mas acaba sendo conquistado sem muito esforço. Portanto, não serve como cão de guarda, mesmo sendo corajoso e cheio de autoconfiança.

Como já foi dito, o Dogue Alemão é um cão mais sensível emocionalmente. Isso significa que o adestramento deve ser feito com muita paciência e doçura. Lembrando que o processo de treinamento deve começar ainda na infância.

Convivência

Ele se adapta muito bem a famílias com crianças. No entanto, é importante que a interação desse gigante com os pequenos sempre seja supervisionada, já que ele não percebe o próprio tamanho em relação aos humanos.

A convivência com outros animais de estimação também pode ser bem tranquila. Contudo, é importante que essa amizade seja incentivada desde filhote, e que haja muito cuidado em relação ao porte dele com os pets menores.

Por ser tão calmo, ele também é um tanto silencioso e só costuma latir em situações específicas, como em brincadeiras ou momentos de alegria intensa.

Cuidados com a saúde do Dogue Alemão

Em geral, a raça é bastante saudável e resistente, por isso, não demanda grandes preocupações nesse sentido, principalmente se manter uma rotina adequada de exercícios físicos, alimentação balanceada e, claro, muito amor e carinho.

Mas, como qualquer outro cão, os Dogues estão sujeitos a alguns problemas genéticos de saúde. Complicações no quadril, como má formação e dores, podem acontecer e se agravarem com o tempo. Adversidades no estômago, nos ossos e ganho excessivo de peso também podem ocorrer. Em todo caso, o ideal é manter as consultas com o veterinário sempre em dia.

Fonte: Petz

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mundo Animal

Altas temperaturas podem causar queimadura na pata e óbito em cães

Publicado

em

parvovirose

Médico veterinário ensina o que os tutores devem evitar e o que podem fazer para garantir a saúde dos cães durante a estação mais quente do ano

Sombra e água fresca não devem ser privilégio apenas dos humanos em dias mais quentes, principalmente durante o verão. Os pets também precisam de ambientes ventilados, água à vontade e que os passeios ocorram em horários mais frescos, para evitar ferimentos nas patinhas e hipertermia ou insolação, que pode resultar que o cão venha a óbito.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Segundo o médico veterinário João Gustavo P. de Souza, do Hospital Veterinário Lovely Dog, os pets transpiram pelos coxins (as almofadinhas das patas) e pela boca, e não pela pele como nós. No caso dos cães braquicefálicos, como o Pug, Bulldogues, Shih Tzu e Boxer, a dificuldade de perder calor é ainda maior, pois possuem o focinho mais curto, por isso requerem cuidados redobrados no verão.

No entanto, embora os braquicefálicos sejam os mais acometidos, todos os cães estão sujeitos a sofrer com a alta temperatura. O aumento da temperatura corpórea pode elevar a frequência respiratória, evoluir para falta de ar, causar desmaios, convulsões, levando o pet ao risco de morte.

Então fique atento aos principais sintomas: hipersalivação; respiração ofegante acima do normal; pele muito quente; batimento cardíaco acelerado; cansaço, fraqueza, indisposição.

Nesse sentido, confira seis cuidados sugeridos pelo médico veterinário capazes de garantir a integridade da saúde do seu pet:

1) Queimadura nas patas

parvovirose

Ao contrário do que muitos pensam, as patas dos cães são sensíveis e podem sofrer queimaduras durante um passeio em horários entre 10h e 16h. Isso porque a camada de gordura presente nos coxins (almofadinhas das patas) não é suficiente para isolar a alta temperatura da areia da praia, do asfalto e das calçadas de pedra e cimento. Se a temperatura do chão estiver quente para você, também estará quente para o seu companheiro de caminhada.

2) Desidratação

Recomenda-se colocar mais potes de água em casa, com alguns cubos de gelo. Durante o passeio, é importante levar uma garrafinha de água e oferecer ao poucos ao cão.

3) Refresco

Existem algumas formas para os cães se refrescarem em dias em que a temperatura está mais elevada. Comidinhas e frutas congeladas em forma de gelo são opções que podem agradar os pets. Outra alternativa é colocar alguns brinquedos preferidos do cão no freezer, o que os deixam ainda mais atrativos enquanto brincam.

4) Cão no carro

Deixar o cão no carro, no calor, pode levá-lo à óbito. Mesmo com a janela aberta, o carro esquenta rapidamente o que contribui no aumneto da temperatura corpórea .

5) Focinheira

Opte por focinheiras de grade de modo que permita que o cão possa abrir melhor a boca e assim, perder calor.

6) Parasitas

O calor contribui para o aumento de pragas como mosquitos (que transmitem a Dirofilariose – popularmente conhecida como verme do coração – e Leishmaniose – que não tem tratamento de cura), assim como pulgas e carrapatos. Então, certifique-se de que seu cão esteja devidamente protegido mesmo que more em apartamento. E se for em casa, manter o ambiente limpo e dedetizado para esses insetos pode ser a opção mais adequada.

7) Praia

parvovirose

Embora seja proibida a presença de cães no litoral, muitos tutores ignoram a Lei. Nesse caso, ao colocá-los em contato com a água do mar e areia da praia, além de machucar as patinhas por conta do calor do solo, os grãos também podem prejudicar os olhos, e com a umidade, causar dermatites e otites. Então, limpar os olhos com soro em abundância e secar bem o animal, são alguns cuidados importantes.

Após todos os cuidados recomendados, bom verão e divirta-se com o seu pet!

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Notícias

Conheça a raça de cão de trabalho: Pastor Maremano Abruzês

Publicado

em

parvovirose

O Pastor Maremano Abruzês possuí instinto de cuidar do rebanho e não requer muito treinamento, desde pequeno possuem o contato com eles se acostumando com a presença um do outro

A importância desta raça de cães junto ao rebanho é para evitar o ataque de outros predadores e por isso a presença do cão em locais mais afastados da fazenda é indispensável. O seu instinto não é de atacar, mas ao latir para proteger faz com que o predador se afugente.

São cães que trabalham de dia, mas principalmente à noite, pois é o momento em que muitos predadores costumam atacar. Originários da Itália, se diferenciam do Border Collie pois costumam se misturar com os animais para sempre estar verificando se possui algum perigo à vista e isso faz com que o rebanho não tenham medo deste protetor.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Uma boa curiosidade desta raça é em relação ao pelo, pode se pensar que a sua pelagem pode incomodar o cão, justamente por viver diariamente no campo em dias quentes e frios. Mas ela é fundamental para proteger de possíveis ataques de predadores, tornando-se uma dificuldade para machucar o cão.

Gostou de saber mais sobre essa raça? Comente e compartilhe!

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo


Tendências