fbpx
conecte-se conosco

Notícias

Preço do frango em 2017: Comportamento absolutamente anormal

Publicado

em

Analisada a evolução mensal de preços do frango abatido em relação ao valor médio alcançado no ano anterior, era de se esperar que a curva de 2017 ficasse bem aquém da curva estacional, visto que os preços do ano passado foram profundamente influenciados e determinados não exatamente pelas condições de mercado (oferta/procura), mas pelo alto custo das matérias-primas

Neste ano, esse custo vem tendo sensível decréscimo é natural que os preços do produto retrocedam às condições normais de mercado.

Mas o que vem sendo registrado ultimamente se encontra visivelmente abaixo do que seria um desempenho normal. Explicando:

Pela curva sazonal (média dos últimos 17 anos, 2000 a 2016), o menor preço do frango no decorrer do ano civil ocorre por volta do mês de maio. Assim, em um movimento que apenas reflete os períodos de safra e entressafra da carne bovina, a alta começa em junho [quando o preço fica ligeiramente acima (0,2%) da média registrada no ano anterior) e se estende até dezembro [ocasião em que a cotação chega a alcançar valor médio 21% superior à média do ano anterior].

Leia também:  Confira o desempenho do frango vivo e abatido na 3ª semana de abril

Em 2017 o frango abatido iníciou o exercício valendo apenas 89% da média do ano anterior, 15 pontos percentuais a menos que o apontado pela curva sazonal. Mas ainda que isso tenha se repetido nos meses seguintes (embora em menor proporção) a diferença existente não assustou ninguém, pois a média do ano anterior havia sido artificialmente elevada.

O problema é que a reversão esperada a partir de junho não aconteceu. E, pior ainda, houve nova queda de preço no mês seguinte – fato raro em se tratando do mês de julho. Em agosto ocorreu ligeira recuperação sobre o mês anterior, mas o valor alcançado no mês ficou 28 pontos percentuais abaixo do valor apontado pela média sazonal.

Os primeiros resultados de setembro indicam valorização em relação a agosto. Mas, sem dúvida, a diferença em comparação à curva sazonal tende a permanecer bastante elevada, sugerindo problemas de mercado.

Como a produção permanece contida e as exportações caminham bem, fica claro que a questão não é de oferta, mas de consumo.

Leia também:  Conheça a raça Dogue Alemão, famoso "cachorro gigante"

Fonte: Avisite

Publicidade
Clique para comentar

Comente esta matéria

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Embrapa

Integrar criação de peixes com hortaliças economiza 90% de água e elimina químicos

Publicado

em

peixe

A criação de peixes associada ao cultivo de hortaliças, chamada de aquaponia, pode economizar até 90% de água em relação à agricultura convencional e ainda eliminar completamente a liberação de efluentes no meio ambiente, pois trata-se de um sistema fechado, diferentemente das criações convencionais. Motivados por essas vantagens, pesquisadores da Embrapa Tabuleiros Costeiros (SE) têm desenvolvido sistemas de diferentes portes de aquaponia que podem ser de produção doméstica ou mesmo em escala industrial.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Para o pesquisador da Embrapa Paulo Carneiro, o sistema tanto pode ser desenvolvido para consumo próprio, em sistemas caseiros para produção familiar, inclusive no meio urbano, em casa ou varanda de apartamento, desde que receba pelo menos cinco horas diárias de sol, como também com objetivo comercial, em larga escala, com altas densidades de peixes e vegetais. “O manejo é fácil e o produtor tem pouca coisa para monitorar, tanto na produção vegetal quanto de peixes. Hortaliças de ciclo curto, como alface, por exemplo, podem ser colhidas após quatro a seis semanas”, destaca.

Leia também:  Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB

O termo aquaponia é derivado da combinação das palavras “aquicultura” (produção de organismos aquáticos) e ‘hidroponia’ (produção de plantas sem solo). Ela é composta por um tanque no qual são produzidos os peixes. Alimentados por ração, eles liberam dejetos ricos em nutrientes que, por sua vez, bombeados para uma parte superior, nutrem os vegetais. As raízes, ao retirar os nutrientes, purificam a água que retorna por gravidade para o local onde são produzidos os peixes.

https://agronews.tv.br/confira-os-segredos-de-quem-se-mantem-no-mercado-do-peixe/

Carneiro acredita que a aquaponia se tornará popular no Brasil a exemplo do que já acontece há mais de dez anos em vários países, embora ela ainda seja pouco conhecida por aqui. Ele acrescenta ainda que caso haja resistência em abater os peixes, o produtor pode criar peixes ornamentais.

Uma bomba faz a água circular entre o tanque com peixes, cujos dejetos nutrem os vegetais, e devolve a água limpa para o tanque

Qualidade ímpar

O produtor de vegetais hidropônicos no Município de Socorro, em Sergipe, Luiz Fernando de Araújo, aderiu de forma experimental à produção de alface crespa e roxa na aquaponia e percebeu a diferença em relação à produção hidropônica dos mesmos produtos. “É uma qualidade ímpar. Faz diferença no sabor do alimento, nas folhas e textura”, afirmou. “É fantástico. Maravilhoso.”, complementou. Fernando espera que a linha de pesquisa possa continuar para a produção aquapônica em escala maior, comercial.

Leia também:  Desembolso do crédito rural atinge R$ 201 bilhões em 10 meses

“Um projeto como esse funcionaria muito bem no Semiárido”, comenta Genivaldo Monteiro, assessor técnico da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec). As casas, sítios e o comércio, na região rural do Semiárido, são muito distantes. A aquaponia produz alimentos saudáveis, com pouco consumo de água e pouco tempo de trabalho”, complementa Genivaldo. “É maravilhoso o quanto pode-se associar ciência e tecnologia com o desenvolvimento social e encontrar soluções para áreas extremas como o semiárido”, disse.

Além disso, o pesquisador Paulo Carneiro acredita que, no contexto educacional, professores do ensino fundamental e médio podem transformar a aquaponia em uma eficiente ferramenta de ensino em disciplinas como biologia, meio ambiente, física, química, matemática economia e engenharia.

Por Ivan Marinović Bršćan – Embrapa

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Curiosidades

Você sabia que as vacas passam por mudança de personalidade na adolescência?

Publicado

em

leptospirose

Humanos passam por crises de personalidade na adolescência, por conta dos picos hormonais: alguns de nós ficam mais corajosos, outros, acabam mais retraídos, do que eram quando sonhavam em ir para a Disney.

Bovinos passam por isso também, de acordo com um novo estudo, feito com vacas leiteiras

A pesquisa, da Universidade de Colúmbia Britânica, no Canadá, concluiu que elas podem se tornar mais tímidas ou mais ousadas à medida em que passam da infância para a idade adulta.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

O que os pesquisadores fizeram foi testar por um bom tempo as personalidades de várias vacas nesse período de suas vidas. Eles tiravam os animais de seus rebanhos e iam observando como eles se comportavam diante de pessoas desconhecidas e objetos que nunca tinha visto.

A ideia era justamente mapear dois traços de personalidade: a ansiedade por explorar coisas novas e a timidez. E não deu outra: algumas vacas que eram retraídas na infância ficaram mais saidinhas. Outras, que eram mais caras de pau nos tempos de bezerra, ficaram mais retraídas. Gente como a gente.

vaca

Na infância e na vida adulta, por outro lado, esses traços de personalidade são mais estáveis. De novo, igual acontece com humanos.

Leia também:  Guias para pagamento de títulos de regularização fundiária podem ser emitidas pela internet

Espera-se que os resultados ajudem no desenvolvimento de melhores práticas na pecuária.

“Nosso objetivo geral é melhorar a vida dos animais nas fazendas”, disse ao The Guardian a pesquisadora de bem-estar animal Heather Neave, uma das responsáveis pelo estudo.

A motivação não é exclusivamente a empatia com os animais. A saúde dos bichos impacta diretamente na qualidade dos produtos agropecuários. Vacas estressadas, afinal, comem menos, demoram mais para crescer e, no fim, se tornam más produtoras de leite.

“Idealmente, no futuro, as práticas de manejo serão adaptadas ao indivíduo, não ao rebanho, de forma que todos os bezerros e vacas tenham a oportunidade de prosperar na fazenda, e atingir todo o seu potencial produtivo.”

Fonte: Super Interessante

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

Agronegócio responde por 84,05% do total exportado por Goiás em abril

Publicado

em

Mais de 800 milhões de dólares foram exportados pelo Estado, com destaque para soja e complexo carnes, sobretudo bovina e de frango

No mês de abril, o agronegócio foi responsável por 84,05% do total exportado por Goiás, somando 808,69 milhões de dólares. Os dados foram divulgados pelo Comex Stat do Ministério da Economia e compilados pela Gerência de Inteligência de Mercado da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). Ao todo, o Estado registrou 962,15 milhões de dólares em exportações.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

O complexo soja lidera as exportações do agro com 77,19% do total (624,23 milhões de dólares), seguido pelo complexo carnes, com 15,75% (127,34 milhões de dólares). Dentro do complexo carnes, o destaque fica com a carne bovina (88,53 milhões de dólares) e a carne de frango (35,58 milhões de dólares).

Também aparecem entre os destaques na pauta de abril as exportações de couro (16,18 milhões de dólares), complexo sucroalcooleiro (9,23 milhões de dólares), algodão (7,5 milhões de dólares), milho (5,56 milhões de dólares) e café (1,31 milhão de dólares).

Leia também:  Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB

Acumulado

De janeiro a abril, o agronegócio já acumula 2,15 bilhões de dólares exportados em Goiás, o que representa 78,36% do total exportado pelo Estado no acumulado do ano. Deste total, 1,39 bilhão de dólares vêm da soja (64,85%) e 472,88 milhões de dólares do complexo carnes (21,97%).

Na avaliação do secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tiago Mendonça, o bom desempenho da pauta de exportações do agro mantém uma tendência que inclui o peso dos produtos mais exportados pelo Estado, com o acréscimo da diversificação da pauta. “Os produtores do Estado, com o apoio do Governo de Goiás, têm feito um trabalho excepcional com recordes de produção, sobretudo nas principais commodities, como soja e milho”, considera. “Ao mesmo tempo, vemos ganhar destaque outros produtos que incluem itens como couros, complexo sucroalcooleiro, algodão, café, entre outros, que têm um peso positivo pelo lado da diversificação da pauta de exportações. Isso contribui com o desenvolvimento em diversas frentes, sobretudo pela demanda que traz renda, movimenta a economia e gera empregos.”

Leia também:  Confira o desempenho do frango vivo e abatido na 4ª de abril do ano

Foto: Wenderson Araújo/CNA

Por Seapa – Governo de Goiás

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo


Tendências