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Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB

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Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB

Produtores de leite de diversas localidades do Brasil rechaçaram a divulgação dos dados relacionados a conjuntura mensal (março/abril) dos produtos publicada na última terça-feira (20), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e vieram a público dar a sua opinião sobre a realidade do setor, acompanhe.

Como divulgado e segundo avaliação da entidade, os produtores de leite têm conseguido manter a remuneração, mesmo com a queda dos preços praticados no mercado no último mês. Ela ainda esclarece que apesar da redução percebida em março quando comparado com fevereiro, os valores continuam em patamares elevados garantindo a rentabilidade. Isso gerou uma revolta no setor lácteo e os produtores de leite se manifestaram comentando o material que foi replicado aqui no AGRONEWS, bem com em outras plataformas digitais.

Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Release recebido em nossa redação e replicado no site.

Opinião dos produtores de leite

Em um dos comentários, o Sr. CARLOS ROBERTO FERREIRA foi enfático, “Essa reportagem não condiz com nossa realidade. Vc ou seus técnicos precisa tirar a bunda da cadeira, sair do ar condicionado e de traz do computador e entrar porteira a dentro para colher informações verídicas da situação do produtor de leite brasileiro. Reportagem como essa só leva informações inconsistente aos nossos consumidores e sabemos que o preço pago por eles nos produtores não interferindo em nada, pois entre o produtor de leite e o consumidor existe o lucro das indústrias e também do varejo.“, lamenta o produtor.

Leia também:  Mapa divulga zoneamento agrícola de feijão para a primeira safra 2021/2022

Outra mensagem recebida foi da produtora CIRLANE SILVA FERREIRA, que relata as dificuldades encontradas pela classe e aproveita para fazer um desabafo. “A produção leiteira brasileira foi afetada ao longo do ano pelas condições climáticas e aumento dos custos de produção, puxados principalmente pelas altas nos custos dos alimentos, como milho e soja. Está rentabilidade que a reportagem mensiona, não é observada no campo. Rentabilidade significa grau de êxito econômico de uma empresa em relação ao capital nela aplicado. E na atualidade, estamos pagando para produzir leite. Produzir leite no computador é muito diferente da rotina diária de uma fazenda leiteira.“, ironiza CIRLANE.

Vejam abaixo alguns dos outros comentários recebidos em nosso portal:

Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
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Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
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Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB

Estes são apenas alguns dos comentários recebidos, o restante você pode conferir na matéria principal publicada. (Preço do leite mantém em alta e garante rentabilidade ao produtor, segundo CONAB – AGRONEWS)

preço do leite
Produtores de leite rechaçam dados divulgados pela CONAB

Clique aqui para baixar a análise completa de março/abril 2021

Nossa equipe encaminhou os depoimentos à CONAB para que a entidade possa se manifestar e dar um feedback aos produtores de leite.

Leia também:  Embrapa aposta na descarbonização da produção de leite

Por: Vicente Delgado – AGRONEWS

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2 Comentários

2 Comments

  1. Rosângela S. Willrich

    23 de abril de 2021 às 13:22

    Isso mesmo, vamos mostrar nossa realidade e nossa força.

  2. Gilberto Vieira de Sousa

    23 de abril de 2021 às 13:25

    A CONAB deveria ao menos consultar a Agronews antes de fazer suas publicações, já que quem coleta os dados não se dá ao trabalho de sair a campo para verificar a realidade e também não tem o trabalho de pegar o telefone, ligar para os produtores e perguntar como é a realidade do produtor.
    Eu já vi outros erros grosseiros nas publicações da CONAB, que deveria ser uma fonte de dados confiáveis, tanto para quem produz quanto para quem consome e investe.

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MAPA

Mapa publica zoneamento agrícola da soja para safra 2021/2022

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soja

O plantio é mais intenso nos meses de outubro e novembro. A divulgação das portarias foi antecipada para auxiliar no planejamento da safra

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12) as portarias de Nº 110 a 125 com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo da soja. Nesta publicação, as unidades da federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Pará, Rondônia, Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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A soja adapta-se melhor a temperaturas do ar entre 20ºC e 30ºC. A temperatura ideal para seu crescimento e desenvolvimento está em torno de 30ºC. A faixa de temperatura do solo adequada para semeadura varia de 20ºC a 30ºC, sendo 25ºC a temperatura ideal para uma emergência rápida e uniforme.

Zarc

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

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O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

Complementarmente, no zoneamento da soja, também é considerado o risco fitossanitário causado pela ferrugem asiática da soja, pois o Zarc leva em conta as recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio.

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android

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Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos” .

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Especialistas

Feijão: ferramenta de software permite ter maior produtividade no setor

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feijão

Ferramenta permite reduzir aplicações de defensivos e ter produtividade

Dois programas têm ajudado produtores paranaenses a reduzir o uso de inseticidas e fungicidas nas lavouras de soja. A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo Integrado de Doenças (MID) elimina as aplicações preventivas de agrotóxicos e estabelecem parâmetros para que os produtos sejam usados apenas quando houver risco para as lavouras.

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O trabalho é desenvolvido junto a produtores de soja atendidos pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e conta com a ajuda de um software que auxilia no controle de pragas e doenças na oleaginosa. Já está em tratativas com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) a expansão da tecnologia para o feijão já na próxima safra.

O MIP do feijão já recebe as adaptações necessárias. O software vai facilitar a coleta de dados e permitir a consolidação dessas informações para análise. Hoje em dia tudo é feito manualmente ou em planilhas eletrônicas.

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

A ferramenta vai ajudar o extensionista a identificar rapidamente a ocorrência de pragas nas áreas de feijão e o seu manejo. Também vai dar informações para comparar o que está sendo feito nas áreas monitoradas e naquelas que não têm esse trabalho de monitoramento. O professor Gabriel Costa Silva, que desenvolveu o software e coordena o trabalho pela UTFPR, acredita que com as adaptações que estão sendo feitas, em breve o aplicativo poderá ser usado em qualquer cultura que adote o Manejo Integrado de Pragas ou de Doenças.

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O projeto de MIP na soja mostrou ser possível reduzir em até 50% as aplicações de inseticidas nas lavouras e em 35% o uso de fungicidas, mantendo-se a produtividade das lavouras. Para fazer esse manejo, os técnicos e produtores acompanham a ocorrência de pragas e doenças nas áreas de plantio, semanalmente. A ferramenta começou a ser usada em 2019 e nesta safra chegou a 230 agricultores, assistidos por 130 extensionistas do IDR-Paraná.

“O aplicativo permite a análise dos dados em formato de rede, analisando o comportamento de pragas e doenças em determinado município, região ou mesmo no estado. Tudo em tempo real, possibilitando a tomada de decisão mais acertada. O software é um ensaio para uma extensão rural mais moderna. Estamos nos preparando para o mundo digital. O uso dessas tecnologias vai ser uma opção para um serviço de Extensão Rural mais digital num futuro próximo”, observa Edivan José Possamai, coordenador estadual do Projeto Grãos do IDR-Paraná.

Fonte: Ibrafe

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Mercado Financeiro

Brasil deve colher 271,696 milhões de toneladas de grãos em 2020/21, diz Conab

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safra

A produção nacional de grãos está estimada em 271,696 milhões de toneladas, com um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20. A posição histórica deve-se à produção recorde da soja e aumento estimado do milho total. O resultado é do 8o levantamento da safra 2020/2021 de grãos, divulgado nesta quarta-feira (12), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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As culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, estão no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. Já no caso das culturas de inverno, o plantio se intensifica este mês, mas dependerá do volume das precipitações.

Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.

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Área

A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.

A soja mantém o seu destaque, com uma produção recorde estimada em 135,4 milhões de toneladas, 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra 2019/20. O Brasil assegura o título de maior produtor mundial da leguminosa.

Para o milho, cuja produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, o crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.

Para os demais grãos, alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas.

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As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.

Mercado

Algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. As exportações no acumulado de janeiro a abril de 2021 aumentaram 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em relação ao milho, mesmo com embarques ainda lentos, a demanda no cenário externo aponta para uma previsão de 35 milhões de toneladas exportadas na safra atual, valor praticamente igual ao que foi observado para a safra 2019/2020.

Quanto à soja, a Conab estima a venda de 85,6 milhões de toneladas para fora do país, aumento de 3,3% em relação ao último ano. Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. Por fim, para o arroz, as exportações em abril estão em ritmo 14% menor, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. No acumulado até abril também se observa a queda de 19% no volume exportado, devido à pouca disponibilidade do produto no início do ano. As informações partem da assessoria de imprensa da Conab.

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Por Arno Baasch – Agência Safras

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