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Mercado Financeiro

Quem, afinal, define o preço do frango: mercado interno ou externo?

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preço do frango

Até aqui, têm sido infrutíferos todos os esforços desenvolvidos pelo setor produtivo para acompanhar a evolução do custo de produção, pois – parece não haver dúvida – quem define os preços do produto é o mercado final ou, mais exatamente, o consumidor do produto, dentro da natural e imutável lei de oferta e procura.

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Como a pressão se faz de cima para baixo, torna-se natural concluir que é o abatido quem determina o preço do frango vivo. Surpreendente, porém, é constatar que o mercado interno influencia não só o preço do frango vivo, mas também o praticado pelos exportadores no mercado internacional. Ou seria o inverso?

Questão do gênero é levantada ao se analisar o gráfico abaixo, no qual estão expostos, lado a lado, os preços alcançados internamente pelo frango vivo (ressalte-se: frango vivo) e os obtidos pela carne de frango in natura na exportação.

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Embora haja uma distância quilométrica entre o produto disponibilizado nas granjas do interior paulista (ave viva) e a carne de frango congelada negociada no mercado internacional, parece não haver dúvida de que ambos mantêm o mesmo comportamento no decorrer do tempo. E, neste caso, é absolutamente improvável que o formador de preços seja o frango vivo.

Para melhor demonstrar as coincidências dessa relação, seria o caso de incluir aqui a curva – levantada a partir dos dados divulgados mensalmente pela FAO – dos preços registrados pela carne de frango no mercado internacional. Mas isso é dispensável, pois ela não apresenta grande diferença em comparação às curvas do gráfico abaixo. Inclusive porque – não custa lembrar – o principal formador de preços da carne de frango no mercado internacional é o Brasil, como líder mundial do setor.

Por Avisite

AGRONEWS – Informação para quem produz

Mercado Financeiro

Brasil exportou mais de 104 mil toneladas de arroz em março, diz Abiarroz

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arroz

As exportações brasileiras de arroz (base casca) em março totalizaram 104.404 toneladas, superando em mais de 20 mil t os embarques de 83.472 t de igual mês de 2020

É o que informa a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), com base em números do Ministério da Economia. A projeção da entidade é que as vendas externas do cereal cheguem a cerca de 1,5 milhão de t neste ano.

“O bom resultado de março talvez ainda tenha tido um rescaldo das vendas externas do ano passado, quando tivemos uma demanda superaquecida por causa da pandemia de covid-19”, diz o diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz, Gustavo Trevisan, acrescentando que o reconhecimento da qualidade do arroz brasileiro também tem impulsionado as exportações.

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Senegal (30.147,06 t), Gâmbia (28.676,47 t), Peru (21.509,04 t), Países Baixos (14482,40 t) e Venezuela (4.279,41 t) lideraram as compras de arroz brasileiro no mês passado.

De janeiro a março deste ano, as vendas externas do cereal brasileiro alcançaram 207.723 t, contra 238.178 t do primeiro trimestre de 2020.

Trevisan avalia que as exportações de arroz somem 1,5 mi de t neste ano, situando-se entre os volumes embarcados em 2019, de 1,36 mi de t, e em 2020, de 1,82 mi t. “Até o momento, o cenário de 2021 se mostra mais complicado que o de 2020.”

Importações

Em março, as importações do cereal pelo mercado nacional somaram 73.542 t, contra 117.210 t do mesmo mês de 2020.

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No mês passado, com exportações de 104.403 t e importações de 73.542 t, o saldo da balança comercial ultrapassou 30 mil t.

“O desempenho superavitário de março quebrou uma sequência de quatro meses de performance deficitária”, pontua o diretor-executivo do Sindarroz-RS, Tiago Sarmento Barata.

No primeiro trimestre deste ano, as compras brasileiras de arroz de outros países atingiram 286.860, contra 260.240 de igual período de 2020.

A maior parte das importações foram procedentes do Paraguai, Uruguai e Argentina.

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Mercado Financeiro

Confira o desempenho do ovo na granja, na 15ª semana do ano

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Na semana passada (15ª semana de 2021, 11 a 17 de abril) os produtores de ovos brancos e vermelhos conseguiram melhorar as condições de comercialização logo no primeiro dia de negócios. E foi só! O restante da semana mostrou um mercado que foi se enfraquecendo gradativamente e encerrou a semana em ambiente totalmente fragilizado.

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De toda forma, o preço semanal apresentou índice positivo de 5,2% na semana e de 4,9% sobre o mesmo período de 2020. Já o acumulado no decorrer de abril alcança valor de R$107,64, equivalendo a índice levemente negativo em relação a março último, enquanto, por ora, aponte evolução de quase 10% sobre abril do ano passado.

A semana atual (16ª semana, 18 a 24 de abril) não traz grandes perspectivas por apresentar um mercado de ovos em perceptível depauperação e um feriado nacional que tende a dificultar ainda mais os negócios. E isso deve causar extrema pressão sobre os preços no decorrer da semana.

Por Ovosite

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Mercado Financeiro

Colheita de milho de verão 2020/21 atinge 78,6% no Brasil, afirma SAFRAS

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A colheita da safra de verão 2020/21 no Brasil de milho atingia 78,6% da área estimada de 4,353 milhões de hectares até sexta-feira (16), segundo levantamento de SAFRAS & Mercado

Os trabalhos de colheita atingem 94,3% no Rio Grande do Sul, 90,4% em Santa Catarina, 94,7% no Paraná, 90,5% em São Paulo, 72,3% em Mato Grosso do Sul, 58,9% em Goiás/Distrito Federal, 46,8% em Minas Gerais e 67% em Mato Grosso.

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No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 76,6% da área estimada de 4,119 milhões de hectares da safra verão 2019/20. A média de colheita nos últimos cinco anos para o período é de 79,6%.

Por Arno Baasch – Agência Safras

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