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Santa Catarina debate ampliar a produção de milho na região Sul

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Grande consumidor de milho, Santa Catarina quer ampliar a produção do grão aproveitando o conhecimento aplicado em outras cultivares

Esse foi o tema do encontro do secretário de estado da agricultura, da pesca e do desenvolvimento rural, Altair Silva, técnicos e lideranças da Cooperativa Agroindustrial Cooperja, em Jacinto Machado, nesta quinta-feira,11.

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“O milho é um dos motores de nossa economia. Toda nossa cadeia produtiva de carnes e leite depende do fornecimento do grão. Se houver espaço para avançar na produção de milho na região Sul, a Secretaria da Agricultura tem muito interesse em construir uma ação em conjunto com os produtores. O Terra Boa já é um sucesso na região, fomentando a produção local, e podemos crescer ainda mais”, ressaltou o secretário Altair Silva.

O presidente da Cooperja, Vanir Zanatta, disse que será um desafio encontrar uma solução para as terras que ficam vazias no inverno na região. “O secretário Altair lançou o desafio, cabe a nós pensar juntos, cooperativas, Epagri, prefeituras, Secretaria da Agricultura do Estado, para diminuir nossa dependência de milho de outros estados da federação”.

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Mais da metade da produção de milho da região Sul ocorre graças ao apoio da Secretaria da Agricultura, com o Programa Terra Boa. Em 2020, foram mais de 15 mil sacas de sementes adquiridas com o suporte do Estado.

Segundo o coordenador do projeto grãos da Epagri para a região Sul, Douglas Oliveira, o desafio agora é aproveitar a expertise na produção de arroz, com o manejo e irrigação, para aumentar a produtividade de milho na região.

Outra alternativa é aproveitar a área de arroz na entressafra, durante o inverno, para produção de espécies forrageiras da estação, que podem ser utilizadas como alternativa na alimentação animal. A Epagri já iniciou os experimentos para analisar a viabilidade da produção na região.

“O Sul de Santa Catarina é referência nacional na produção de arroz e queremos agregar esse conhecimento também para a produção de milho. Como uma alternativa de renda para os agricultores, diversificando e fortalecendo a economia local”, explica o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto.

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Em visita ao Campo Demonstrativo da Cooperja, a equipe acompanhou ainda novas tecnologias e cultivares disponíveis para aumentar a produtividade de soja, arroz, maracujá e pitaya.

Investimento

Em sua passagem por Jacinto Machado, o secretário visitou a nova indústria de beneficiamento de arroz da Cooperja.

“Nossa nova indústria trará maior segurança, diminuição de custos, maior agilidade no processo, e rentabilidade. Nosso foco sempre foi uma maior renda aos nossos associados. Com este pensamento, nossos profissionais de campo buscam desenvolver atividades e culturas que além de facilitar o trabalho dos agricultores, também proporcionam renda as famílias”, afirma o presidente da Cooperja, Vanir Zanatta.

O empreendimento contou com R$ 60 milhões em investimentos e deve beneficiar 12,5 mil toneladas de arroz por mês.

Soja no Sul do estado

O secretário da agricultura, Altair Silva, e o secretário adjunto, Ricardo Miotto, encerraram o roteiro pelo Sul do estado com visita à Copagro, em Tubarão, onde participaram de encontro com lideranças e agricultores.

Com 200 associados, a Cooperativa tem representação expressiva na produção de arroz e inicia agora os investimentos na produção de soja na região. “Estamos fazendo a nossa parte tentando melhorar, buscando ajudar o estado e valorizar a produção do agricultor”, afirma o presidente da Copagro, Dionísio Bressan.

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AGRONEWS – Informação para quem produz

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Publicado nova regulamentação para controle da Ferrugem Asiática da Soja

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soja

A nova regulamentação passa a valer a partir de 1º de junho e entre as principais alterações está a instituição de um novo modelo de governança do programa de controle de pragas

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (14), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 306 que revisa e atualiza os procedimentos previstos no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), instituído em nível nacional pela Instrução Normativa nº 2/2007.

A nova regulamentação passa a valer a partir de 1º de junho e entre as principais alterações está a instituição de um novo modelo de governança do programa de controle de pragas.

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“As medidas fitossanitárias relativas aos períodos de vazio sanitário e do calendário de semeadura passarão a ser instituídas pela Secretaria de Defesa Agropecuária, as quais serão estabelecidas com base nas sugestões dos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal, em articulação com as Superintendências Federais de Agricultura em cada estado, considerando ainda os dados de pesquisa científica, de monitoramento da praga na safra anterior, os resultados dos ensaios de eficiência de fungicidas, no zoneamento agrícola, entre outros”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

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O vazio sanitário, definido como um período contínuo de pelo menos 90 dias durante o qual não se pode semear ou manter plantas vivas de uma espécie vegetal em uma determinada área, visa a redução do inóculo de doenças ou população de uma determinada praga.

O calendário de semeadura da soja, recomendado pela pesquisa científica como medida que visa a racionalização do número de aplicações de fungicidas e a consequente redução dos riscos de desenvolvimento de resistência do fungo causador da doença, até o momento estabelecido por apenas alguns estados produtores, passa então a ser reconhecido oficialmente pelo Mapa, com adoção obrigatória em nível nacional.

https://agronews.tv.br/centro-oeste-nao-e-contemplado-pelo-experiencias-do-brasil-rural/

“Ambas as medidas poderão ser estabelecidas de forma regionalizada, dentro de uma mesma Unidade da Federação, respeitando-se assim as características edafoclimáticas e condições peculiares de cada região produtora”, ressalta o diretor.

A normativa estabelece ainda que os registros dos dados relativos ao monitoramento da ocorrência da praga deverão ser armazenados em sistema informatizado próprio, a ser disponibilizado posteriormente pelo Mapa e que será utilizado para orientar os produtores quanto às condições de dispersão da doença e o momento mais adequado para utilizar as medidas recomendadas para o seu controle.

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O novo modelo de governança do PNFCS foi elaborado a partir de um longo período de discussão e o envio de sugestões por parte de toda a cadeia produtiva, incluindo produtores rurais, empresas fabricantes de insumos, instituições de pesquisa e os órgãos oficiais de Sanidade Vegetal.

“Para que tanto os produtores quanto os órgãos estaduais responsáveis pelas ações de fiscalização do programa possam se preparar de forma adequada, a nova normativa mantém os períodos de vazio sanitário previamente estabelecidos para o ano de 2021”, destaca Goulart.

Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja

O PNCFS visa ao fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja, congregando ações estratégicas de defesa sanitária vegetal com suporte da pesquisa agrícola e da assistência técnica na prevenção e controle da praga.

Essa doença é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi e considerada uma das mais severas que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde a ferrugem asiática foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.

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AGRONEWS – Informação para quem produz

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500 nomes para Cavalos, nova lista atualizada

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nomes para cavalos

Fizemos uma nova lista de sugestões de nomes para Cavalos que pode te ajudar a escolher o nome perfeito para o seu companheiro! Veja abaixo a lista completa com todos os nomes e aproveite as diversas opções.

Sobre os Cavalos

Antes de mais nada é importante saber que o Cavalo é um animal nobre, gracioso e inteligente que não vai demorar muito para assimilar o seu novo nome. É também um animal que possui muitos costumes próprios, por isso a repetição de seu nome será um fator chave para o aprendizado. Ao contrário de outros animais, eles possuem uma sensibilidade especial na hora de compreender e se relacionar. É capaz de interpretar sentimentos e sensações humanas. Os cavalos também são capazes de sentir emoções como a tristeza, a felicidade e o medo.

Nomes para cavalos

Aqui você encontra ótimas ideias para escolher um nome para o seu cavalo. Separamos uma lista em ordem alfabética e pela letra inicial de cada nome, se você tiver outras ideias, deixe a sua sugestão nos comentários ao final deste artigo.

Nomes para Cavalos com a letra A:

Alazão – Alf – Algodão – Astro – Aster – Alexao – Alaor – Alex – Aster – AZ – Almiscarado – Almondega – Asno – Alfa

Nomes para Cavalos com a letra B:

Biruta – Biula – Blitz – Buggy – Bummer – Bunny – Beleza – Brutus – Bart – Bartolomeu – Bacon – Bandit – Banzé – Batata – Belo – Bidu – Big – Bimbo – Bingo – Biscuí – Boomer – Buda – Buzzi – Bonner – Bono – Bolacha – Bola – Berinbau – Bandido – Cavalo Bandido – Bilau

Nomes para Cavalos com a letra C:

Cabeção – Caco – Café – Calvin – Capucho – Cebolinha – Charlie – Chiclete – Chico – Chocotone – Chokito – Chumbinho – Colosso – Cometa – Cookie – Cósmico – Costelinha – Cowboy – Charada

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Nomes para Cavalos com a letra D:

Dengoso – Dog – Dubai – Duck – Dudu – Dufy – Duke – Dundrum – Dartagnan – Dagol – Debiloide – Débil – Dino – Dinossauro – Dengo – Durão – Dente – Ditao

Nomes para Cavalos com a letra E:

“Estrelo” – Enorme – Elástico – Ensaboado – Entalado – Esperto – Elétrico – Eliseu

Nomes para Cavalos com a letra F:

Fubá – Feijão – Felix – Feliz – Finho – Fofão – Fofo – Fumaça – Fedido – Fricassé – Frango – Frota – Fracasso – Fator – Feioso – Furioso – Feliz

Nomes para Cavalos com a letra G:

Gordo – Gorky – Garra – Guerra – Gonzo – Golias – Gol – Guto – Guloso – Gaspar – Girafalez – Giraferfo – Gigante

nomes para Cavalos
Nome para cavalos – Foto: AGRONEWS

Nomes para Cavalos com a letra H:

Happy – Harry – He-Man – Hércules – Horácio – Horror – Hiper – Hipster

Nomes para Cavalos com a letra I:

Ikki – Inara – Isca – Izzy – Irado – Impar – Izo

Nomes para Cavalos com a letra J:

Juquinha – Jango – Jimmy – Joca – Jajão – Javali – Jojo – Jota – Jotalhao – Juan

Nomes para Cavalos com a letra K:

Kiko – Kim – Kaká – Kafta – Kuki – Kiku

Nomes para Cavalos com a letra L:

Lilo – Leônidas – Lyon – Lulu – Lesma – Lerdo – Lesado – Lesma – Leopardo – Leôncio – Lazaro – Laercio – Lindoso

Nomes para Cavalos com a letra M:

Monstro – Malandro – Maninho – Mimoso – Messias – Mito – Mufasa – Medonho – Maca – Mamute – Mamão – Medroso – Mate – Maracujá – Mostarda – Miojo – Musculo – Marreco – Mimoso

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Veja também!

NOMES PARA CAVALOS E ÉGUAS

cavalos e éguas
Clique na imagem para ver sugestões de nomes para cavalos e éguas

Nomes para Cavalos com a letra N:

Nanico – Nego – Nescau – Nick – Nico – Nino – Noel – Nasgul – Napoleão – Nemo

Nomes para Cavalos com a letra O:

Ômega – Odi – Olinda – Oma – Ollie – Oscar – Otto – Oz

Nomes para Cavalos com a letra P:

Peteleco – Pimpão – Pingo – Pirata – Piroca – Pit – Pitoco – Pituco – Pituquinho – Pongo – Poof – Popó – Pudim – Panda – Poder – Proza – Paraguaio – Precioso – Perdigão – Pernil – Pipi – Pé de Pano

Nomes para Cavalos com a letra R:

Rabito – Radar – Ralph – Rick – Ringo – Raposão – Relax – Rec – Rino – Risada – Retardado – Rapidinho – Retro

Nomes para Cavalos com a letra S:

Samy – Sniff – Snow – Snuffles – Soneca – Suado – Sergipe – Sussa

Nomes para Cavalos com a letra T:

Teddy – Teteu – Tico – Timmy – Toby – Toddy – Tom – Tommy – Toquinho – Toro – Totó – Tufão – Tufo – Tatu – Tropeço – Trauco – Trator – Trigo – Tigre – Tonhão – Tião – Tomtom – Thomas

Nomes para Cavalos com a letra U:

Urso – Uivo – UV – Ultra

Nomes para Cavalos com a letra V:

Veloz – Vingador – Vespo – Virado no Jiraya – Viage – Vingador – Versátil – Veloz – Victorius

Nomes para Cavalos com a letra X:

Xangai

Nomes para Cavalos com a letra W:

Will – Willie – Wallace – Waldo – Wildo – Wonka – Wando

Nomes para Cavalos com a letra Z:

Zuca – Zeca – Zezinho – Zizou – Zidane

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Bônus: Nomes para Cavalos em Inglês – Cavalos nos EUA

500 nomes para Cavalos, nova lista atualizada

Angus – Apache – Artax – Bandito – Barley – Bartholomew – Bing Bong – Black Beauty – Blacksmith – Blazer – Bolt – Bronco – Buck – Buckeye – Bucktooth – Bullseye – Captain – Carrots – Champian – Chief – Clodhopper – Clydesdale – Cochise – Colonel – Colorado – Colt – Comanche – Connecticut – Cowboy – Crouching Tiger

Deputy – Diesel – Donkey – Dover – Ed – Flame – Foalovit – Foxtrot – Frankenstein – Franklin – Fury – General Tso – Geronimo – Gomer – Gunpowder – Hall & Oats – Heisenberg – Hemi – Hidalgo – Hoofer – Horsepower – Horseshoe – Ironclad – Iroquois – Jalopy – Jockey – Jupiter – Kentucky – Khan – King – Klip Klop – Li’l Sebastian – Lincoln – Loco – Lostma Cowboy – Lucky – Lucky Number Slevin – LumberJack – Maximus – Mister Ed – Moose – Navajo

Of the Wind – Officer – Onatah – Overbite – Pecos – Pegasus – Pepper – Pie-O-My – Pocahontas – President – Quarterback – Radio Flyer – Rainbow Unicorn – Red Cloud – Ridgeline – Ringo – Rocket – Rushmore – Rusty Saddle – Scout – Sequoia – Shadowfax – Sheriff – Shoelace – Silver – Sir Topham Hatt – Sitting Bull – Souix – Spirit – Sprinkles – Squanto – Stable Boy – Steeltoe – Suni – Tank – Tennessee – Texas – Transmission – Trigger – Waffle House – Washington – White Hawk – Wilbur – Wildfire – Wrangler.

E aí, gostou das sugestões? deixe seu comentário e diga qual nome escolheu para o seu cavalo.

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Mercado Financeiro

Safra recorde e preços favoráveis garantem VBP elevado neste ano

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vbp

Apesar de pouca chuva na fase de plantio de algumas culturas, a tendência de recorde de safra não foi alterada

Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deste ano deve ser 12,1% superior em termos reais em relação ao de 2020, com base nos dados de abril. O valor estimado é de R$ 1,076 trilhão, enquanto o de 2020 fechou em R$ 960,2 bilhões.

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As lavouras continuam liderando o indicador, sendo previsto faturamento de R$ 741,2 bilhões e a pecuária, R$ 335,1 bilhões. O crescimento do valor das lavouras é de 16%, e da pecuária, 4,4%.

“A falta de chuvas no período de plantio de importantes culturas como, milho, soja e feijão, teve impactos ao prejudicar parcialmente essas lavouras. Esse fato, entretanto, não chegou a alterar o caminho de crescimento da safra. Permanecem, em essência os valores que representam resultado recorde da produção em 2021”, explica José Garcia Gasques, coordenador da pesquisa e de Avaliação de Políticas e Informação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

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Safra recorde e preços favoráveis garantem VBP elevado neste ano

A maior parte dos produtos analisados teve crescimento. Entre eles, algodão, com crescimento de 3,7% do VBP; arroz, 4,8%; banana, 2,4%; cacau, 8,3%; cana de açúcar, 1,3%; milho, 22,7%; soja, 31,3%; e trigo, 25,4%,

Na pecuária, os melhores resultados são no segmento de carne bovina, com crescimento previsto em 10,3%, e carne de frango, com alta de 2,2%.

Os campeões de faturamento em valores absolutos são soja, carne bovina, milho e cana de açúcar. Esse pequeno grupo contribui com 34% do VBP.

“Olhando a série de dados nos últimos 32 anos, verifica-se que este ano representa recorde para as seguintes atividades: algodão, soja, arroz, milho, trigo, carne bovina e leite”, analisa o coordenador.

Gasques destaca diversos fatores responsáveis pelos bons resultados do setor de grãos. “Os mais importantes são estoques baixos, demanda internacional e preços em expansão, e algumas incertezas com relação ao clima de países, como os Estados Unidos”.

Retrações no VBP foram observadas nas culturas de batata inglesa, café, feijão, mandioca e tomate. Carne suína e ovos também tiveram recuo.

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VBP por estados

Os dados regionais do VBP mostram a seguinte classificação dos estados: Mato Grosso (17,6%), Paraná (13,5%), São Paulo (11,2%), Rio Grande do Sul (10,6%) e Minas Gerais (9,8%).

Safra recorde e preços favoráveis garantem VBP elevado neste ano

De acordo com Gasques, de janeiro a março deste ano, o agronegócio contribuiu com 42,3% nas exportações totais do país.

O que é VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

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