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Mercado Financeiro

Sinal de alta em NY não impede Ibovespa de ficar instável

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Depois de testar os 122 mil pontos na abertura do pregão desta terça-feira, o Ibovespa passou a ter instabilidade há instantes apesar da alta dos índices futuros em Nova York

Pesam sobre o índice brasileiro, principalmente ações de empresas ligadas a commodities metálicas, após o recuo do minério de ferro na China hoje.

CSN ON liderava a lista de maiores quedas, com declínio de 4,54%, ás 10h58. Usiminas PNA aparecia em seguida, cedendo 2,27%, enquanto Vale ON caía 1,46%, devolvendo parte dos ganhos da véspera.

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O Ibovespa, por sua vez, caía 0,06%, aos 121.1169,72 pontos, na mínima, após máxima aos 122.120,24 pontos. Já Petrobras, ajudava a conter a queda, ao subir 0,96% (PN) e 0,63% (ON).

O movimento do Ibovespa destoa da alta dos índices futuros de Nova York, onde a bolsa americana se prepara para retornar depois do feriado da véspera, quando ficou fechada. O ânimo por lá vem da expectativa das palavras de Janet Yellen, indicada para assumir o Tesouro dos Estados Unidos. Na Câmara nesta terça-feira, Yellen deve reforçar apoio ao plano fiscal de trilhões de dólares anunciado pelo presidente eleito dos EUA, Joe Biden. Além disso, a posse do democrata, que será amanhã, também reforça o otimismo dos investidores.

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Na B3, o investidor avalia as dificuldades enfrentadas pelo governo federal e os estaduais na vacinação contra a covid-19.

Diante do acordo com o Ministério da Saúde, que prevê o uso de todas as doses da vacina Coronavac disponíveis no Instituto Butantan pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o cronograma original de vacinação contra a covid-19 anunciado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para a população do Estado, está suspenso e novas datas serão apresentadas.

A retomada do debate de assuntos embaraçosos como a ideia de implementação da CPMF, além do tema extensão ou não do auxílio emergencial, que não sai do radar, também limitam ganhos na B3. Contudo, o estrategista-chefe da Davos Investimentos, Mauro Morelli, pondera que esses temas não devem ter impacto significativo neste momento nos mercados. “O fiscal precisa ser discutido de forma séria e tudo o mais que impacta as contas públicas. Esses debates geram preocupação, mas parecem fazer parte de discursos eleitoreiros, enquanto se espera a definição das presidências na Câmara e no Senado”, avalia.

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Apesar de tecer expectativas positivas em relação ao discurso de Yellen, Morelli acredita que muito dessa estimativa “positiva” da ida da ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) para o Tesouro já foi absorvida pelo mercado.

“Hoje, há redução do risco pré-feriado Martin Luther King, ontem, nos EUA. Como a agenda está mias fraca hoje de indicadores e tem uma liquidez gigantesca no mundo, o investidor quer buscar ativos rentáveis. Então, nem sempre precisa de uma boa notícia para o mercado subir, mas não ter notícia ruim”, descreve Morelli.

Conforme a imprensa americana, Janet Yellen deve defender apoio fiscal “robusto” na audiência. “A ex presidente do Fed deve defender a adoção de novas medidas fiscais como forma de evitar uma recessão prolongada”, estima a MCM Consultores em nota.

Internamente, ressalta a consultoria, as notícias sobre a falta de novas vacinas e de insumos para a produção interna tendem a ter impacto negativo nos preços dos ativos financeiros, porém, podem ser compensados pelo exterior favorável.

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O investidor ainda deve ficar atento à informação de que o presidente do Banco do Brasil, André Brandão, permanecerá no cargo. Se de um lado essa continuidade pode trazer alívio, sinais de que o pacote bilionário de redução de custos, anunciado na semana passada como uma das primeiras grandes ações de sua gestão, pode sofrer ajustes, podem afetar negativamente os papéis da estatal. Às 11h04, cediam 0,08%.

Uma outra empresa do governo que pode ficar no radar hoje é a Eletrobras. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que não haverá prejuízo se a análise do projeto de lei da privatização da companhia ficar para o segundo semestre de 2021. Às 9h40, o Ibovespa futuro subia 0,94%, aos 122.370 pontos. Os papéis da Eletrobras ON caíam 0,07%, enquanto PNB estavam zeradas.

Fonte: Dinheiro Rural

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Mercado Financeiro

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

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café

Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

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Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

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No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

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No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

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Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

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carne de frango

Os dados preliminares ontem (12) divulgados pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram abatidas em estabelecimentos sob inspeção federal, estadual ou municipal pouco mais de 1,5 bilhão de cabeças de frango, volume que representou aumento de quase 2,5% sobre o mesmo trimestre de 2020 e estabilidade (queda de apenas 0,1%) em relação ao quarto trimestre de 2020, normalmente o de maior consumo de cada exercício.

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A carne decorrente desses abates somou 3,626 milhões de toneladas, resultado que correspondeu a aumentos de 4,28% sobre o mesmo trimestre de 2020 e de 1,65% sobre o trimestre anterior, o quarto do ano passado.

Neste caso, como o número de cabeças sofreu ligeira redução e, mesmo assim, aumentou a carne produzida, conclui-se que houve incremento de peso nas aves abatidas no período. Pelos dados disponíveis, de 1,66% – de 2,297 kg/cabeça para 2,335 kg/cabeça.

Mantida a média produzida no 1º trimestre – normalmente a menor do ano, inclusive porque esse é o trimestre mais curto de cada exercício – o volume produzido em 2021 irá chegar aos 14,5 milhões de toneladas, 5% a mais que o estimado para 2020.

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Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

Por Avisite

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IBGE: produção de ovos no 1º trimestre recuou em relação ao 1º e 4º trimestres de 2020

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Os resultados preliminares divulgados ontem (12) pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram produzidas no Brasil, em granjas com plantel de 10 mil ou mais poedeiras, perto de 973 milhões de dúzias de ovos de galinha, volume que correspondeu a quedas de 0,09% e de 1,76% sobre, respectivamente, o mesmo trimestre de 2020 e o trimestre imediatamente anterior, o quarto do ano passado.

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Vale ressaltar, entretanto, que o desempenho registrado não significou queda de produção. É que a produção de ovos tem uma peculiaridade que as estatísticas mensais não captam: galinhas botam todo dia e, assim, seu produto deve ser mensurado, também, pelo volume diário.

Isso posto, conclui-se que o volume médio produzido no primeiro trimestre aumentou mais de 1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 (ano bissexto, portanto, com 29 dias em fevereiro) e perto de meio por cento em comparação ao quarto trimestre de 2020.

Por Ovosite

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