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SUPERAGRO 2021: Os Estados de Ouro do Agronegócio do Brasil

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superagro 2021

O Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participou agora a pouco (08) de um painel com os estados de ouro do agronegócio do Brasil, com o tema a visão e os planos dos governadores, realizado no fórum SUPERAGRO BRASIL 2021. Além de Mauro Mendes, também participaram deste painel os governadores: Eduardo Leite – do Rio do Sul, Rui Costa – da Bahia e Carlos Roberto Massa Júnior (Ratinho Júnior) – do Paraná.

superagro 2021 - mauro mendes
SUPERAGRO 2021: Os Estados de Ouro do Agronegócio do Brasil

Mato Grosso

O Governador Mauro Mendes abriu a sua explanação relembrando que hoje o estado de Mato Grosso é o principal player de produção no agronegócio do Brasil. Isso se deve também, ao que ele chama de nova colonização por parte dos migrantes da Região Sul. “Nós temos sim muitos gaúchos, muitos paranaenses, um estado novo, um estado de uma nova colonização, um grande crescimento populacional nos últimos 40 anos. E feito obviamente com a migração de muitos brasileiros de diversas regiões do país que pra cá vieram e aqui nós estamos construindo – graças a Deus, uma política agrícola muito forte“, saúda Mauro Mendes.

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Mendes avalia que apesar de todo este crescimento, o estado ainda possui muitas adversidades, “Estamos no coração da América Latina, o que parece ser bom pra um lado, por outro é um grande desafio, porque a logística sempre foi – e ainda continua sendo, o nosso maior obstáculo. Mas aquela história, dizem que dificuldades geram o desenvolvimento de novas habilidades. E aqui no nosso estado, o agronegócio que se desenvolveu com pesquisa, com tecnologia no Cerrado, com grandes áreas sendo cultivadas, com economia de escala, conseguiu essa performance espetacular pra vencer inclusive este custo adicional e grande da logística para ter que transportar em uma distância média de 2.000 Km, para sair do campo até os portos e ganhar a exportação brasileira“, explica o governador de Mato Grosso.

Uma das apostas do estado é justamente a infraestrutura de escoamento da safra, com o advento das ferrovias que estão nos planos do setor.

Paraná

Ratinho Júnior destacou em seu programa de governo a bandeira da industrialização dos alimentos. “É vender menos soja pra fora e começar a vender mais shoyu, mais bacon, mais porco, vender a nossa soja com pena – que é o frango. Nós somos o estado que mais produz proteína animal no país, somando carne suína, frango e peixes.“, avalia o governador do Paraná.

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Rio Grande do Sul

No RS, o destaque ficou por conta das privatizações e parcerias. Segundo Leite, o estado do RS até pouco tempo tinha dificuldades no seu equilíbrio fiscal e com as privatizações esta conseguindo colocar a casa em ordem. “Estamos também com as privatizações, as concessões e as parcerias Público-Privadas, viabilizando investimento bilionários em infraestrutura no Rio Grande do Sul.“, esclarece Eduardo Leite.

Bahia

O governador Rui Costa aposta no que ele chama de “aliança produtiva“, que é a transferência do conhecimento obtido com avanços tecnológicos dos grandes player do agronegócio brasileiro, para a agricultura familiar. “Afinal de contas a Bahia é o estado com maior número de agricultores familiar do Brasil. Nós queremos que a partir de grandes empresas, possamos conseguir montar a cadeia produtiva para fornecimento para as indústrias.“, afirma Rui Costa. O governador da Bahia ainda menciona um novo marco regulatório para agilizar os licenciamentos ambientais na região.

Sobre o SUPERAGRO 2021

Nem mesmo a maior crise econômica desde 1929 foi capaz de parar o agronegócio brasileiro: um dos grandes braços da economia brasileira continuou abastecendo a mesa da população e exportando para mais de 170 países, resultando em uma alta de 6,75% no PIB do setor.

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Para destrinchar os próximos passos desse setor tão promissor e ouvir as análises de grandes nomes do agronegócio brasileiro, a EXAME em parceria com Hiria realizam o fórum SUPERAGRO BRASIL 2021 — um evento 100% gratuito e on-line, com 9 painéis de debate e mais de 15 convidados especiais.

Assista abaixo o painel completo com os Estados de Ouro do Agronegócio do Brasil.

Por: Vicente Delgado – AGRONEWS BRASIL

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Nicolau Balaszow

    8 de abril de 2021 às 15:40

    Os planos ferroviários precisam sair do papel, e já faz tempo. As promessas é que trazem votos.

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MAPA

Mapa publica zoneamento agrícola da soja para safra 2021/2022

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soja

O plantio é mais intenso nos meses de outubro e novembro. A divulgação das portarias foi antecipada para auxiliar no planejamento da safra

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12) as portarias de Nº 110 a 125 com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo da soja. Nesta publicação, as unidades da federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Pará, Rondônia, Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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A soja adapta-se melhor a temperaturas do ar entre 20ºC e 30ºC. A temperatura ideal para seu crescimento e desenvolvimento está em torno de 30ºC. A faixa de temperatura do solo adequada para semeadura varia de 20ºC a 30ºC, sendo 25ºC a temperatura ideal para uma emergência rápida e uniforme.

Zarc

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

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O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

Complementarmente, no zoneamento da soja, também é considerado o risco fitossanitário causado pela ferrugem asiática da soja, pois o Zarc leva em conta as recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio.

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android

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Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos” .

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Especialistas

Feijão: ferramenta de software permite ter maior produtividade no setor

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feijão

Ferramenta permite reduzir aplicações de defensivos e ter produtividade

Dois programas têm ajudado produtores paranaenses a reduzir o uso de inseticidas e fungicidas nas lavouras de soja. A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo Integrado de Doenças (MID) elimina as aplicações preventivas de agrotóxicos e estabelecem parâmetros para que os produtos sejam usados apenas quando houver risco para as lavouras.

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O trabalho é desenvolvido junto a produtores de soja atendidos pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e conta com a ajuda de um software que auxilia no controle de pragas e doenças na oleaginosa. Já está em tratativas com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) a expansão da tecnologia para o feijão já na próxima safra.

O MIP do feijão já recebe as adaptações necessárias. O software vai facilitar a coleta de dados e permitir a consolidação dessas informações para análise. Hoje em dia tudo é feito manualmente ou em planilhas eletrônicas.

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

A ferramenta vai ajudar o extensionista a identificar rapidamente a ocorrência de pragas nas áreas de feijão e o seu manejo. Também vai dar informações para comparar o que está sendo feito nas áreas monitoradas e naquelas que não têm esse trabalho de monitoramento. O professor Gabriel Costa Silva, que desenvolveu o software e coordena o trabalho pela UTFPR, acredita que com as adaptações que estão sendo feitas, em breve o aplicativo poderá ser usado em qualquer cultura que adote o Manejo Integrado de Pragas ou de Doenças.

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O projeto de MIP na soja mostrou ser possível reduzir em até 50% as aplicações de inseticidas nas lavouras e em 35% o uso de fungicidas, mantendo-se a produtividade das lavouras. Para fazer esse manejo, os técnicos e produtores acompanham a ocorrência de pragas e doenças nas áreas de plantio, semanalmente. A ferramenta começou a ser usada em 2019 e nesta safra chegou a 230 agricultores, assistidos por 130 extensionistas do IDR-Paraná.

“O aplicativo permite a análise dos dados em formato de rede, analisando o comportamento de pragas e doenças em determinado município, região ou mesmo no estado. Tudo em tempo real, possibilitando a tomada de decisão mais acertada. O software é um ensaio para uma extensão rural mais moderna. Estamos nos preparando para o mundo digital. O uso dessas tecnologias vai ser uma opção para um serviço de Extensão Rural mais digital num futuro próximo”, observa Edivan José Possamai, coordenador estadual do Projeto Grãos do IDR-Paraná.

Fonte: Ibrafe

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Mercado Financeiro

Brasil deve colher 271,696 milhões de toneladas de grãos em 2020/21, diz Conab

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A produção nacional de grãos está estimada em 271,696 milhões de toneladas, com um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20. A posição histórica deve-se à produção recorde da soja e aumento estimado do milho total. O resultado é do 8o levantamento da safra 2020/2021 de grãos, divulgado nesta quarta-feira (12), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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As culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, estão no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. Já no caso das culturas de inverno, o plantio se intensifica este mês, mas dependerá do volume das precipitações.

Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.

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Área

A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.

A soja mantém o seu destaque, com uma produção recorde estimada em 135,4 milhões de toneladas, 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra 2019/20. O Brasil assegura o título de maior produtor mundial da leguminosa.

Para o milho, cuja produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, o crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.

Para os demais grãos, alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas.

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As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.

Mercado

Algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. As exportações no acumulado de janeiro a abril de 2021 aumentaram 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em relação ao milho, mesmo com embarques ainda lentos, a demanda no cenário externo aponta para uma previsão de 35 milhões de toneladas exportadas na safra atual, valor praticamente igual ao que foi observado para a safra 2019/2020.

Quanto à soja, a Conab estima a venda de 85,6 milhões de toneladas para fora do país, aumento de 3,3% em relação ao último ano. Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. Por fim, para o arroz, as exportações em abril estão em ritmo 14% menor, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. No acumulado até abril também se observa a queda de 19% no volume exportado, devido à pouca disponibilidade do produto no início do ano. As informações partem da assessoria de imprensa da Conab.

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Por Arno Baasch – Agência Safras

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