fbpx
conecte-se conosco

Mercado Financeiro

VBP de 2020 bate recorde e soma mais de R$ 72,5 bilhões no estado de Goiás

Publicado

em

soja

VBP de 2020 teve maiores crescimentos foram registrados na produção de arroz, soja, milho, bovinos e suínos

“Para o ano de 2021, o Governo de Goiás vai trabalhar para que o Estado avance e gere ainda mais renda aos produtores e à economia goiana”, destaca Antônio Carlos, titular da Seapa.

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), em Goiás, somou mais de R$ 72,5 bilhões, em 2020. O valor apresenta crescimento de 18,7% em relação ao ano anterior e se torna recorde entre os registros da série histórica, feita desde 1989. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 14 de janeiro, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A cifra coloca Goiás entre os seis maiores estados, em relação ao VBP, com uma participação de 8,3% do total nacional, que foi de R$ 871,3 bilhões.

Siga-nos no Facebook – Instagram – Youtube

As lavouras goianas tiveram faturamento de mais de R$ 48,8 bilhões, o que representa aumento de 23,8% em relação a 2019. Já em relação à pecuária, o acréscimo foi de 9,3% em relação ao ano anterior, totalizando VBP de mais de R$ 23,7 bilhões.

Leia também:  COVID-19: Senadores aprovam produção de vacinas pelo setor agro e parabenizam autor do PL

Na agricultura, os maiores crescimentos registrados, em relação a 2019, foram nos valores da produção de arroz, soja e milho. O arroz cresceu 57,3% e alcançou VBP de R$ 164,2 milhões (8º lugar no ranking nacional). Já a soja, que teve o segundo maior crescimento (54,8%), foi a produção de maior valor, com o consolidado de R$ 24,6 bilhões; e o milho, que também teve crescimento expressivo, chegou ao faturamento de R$ 10,4 bilhões (aumento de 39,5%). Os VBPs da soja e do milho goianos posicionam o Estado em terceiro lugar nacional, em ambas as culturas.

O tomate foi destaque pela representatividade em relação ao ranking nacional. O fruto mantém o Estado como o maior VBP da produção nacional, em primeiro lugar no ranking, com faturamento de R$ 2,7 bilhões.

Em relação à pecuária, houve crescimento no faturamento da produção de bovinos e suínos. O VBP dos bovinos foi de R$ 11,7 bilhões (aumento de 17,8% em relação a 2019) e o dos suínos de R$ 1,1 bilhão (acréscimo de 18,7%). O faturamento do leite também é destaque, com crescimento de 11,4% e total de R$ 4,9 bilhões.

Leia também:  Arroba do boi 11 de maio 2021: em Mato Grosso, boi gordo segue em ligeira queda

Para o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, apesar de 2020 ter sido um ano de desafios e dificuldades, o agro conseguiu movimentar a economia no Estado e contribuir sobremaneira para a consolidação do faturamento nacional. “Se por um lado nossos produtores conseguiram manter abastecidos os mercados internos, também foi possível gerarem renda e movimentar a economia nacional, graças às vendas no mercado interno e às exportações que foram favoráveis ao setor durante o ano. O Governo de Goiás tem trabalhado para ouvir as demandas do setor, em todas as suas vertentes, sanar gargalos e investir em políticas públicas que beneficiam toda a cadeia. Tudo isso, aliado aos esforços do setor, contribui para esse recorde alcançado”, avalia. “Para 2021, queremos avançar ainda mais e levar Goiás a patamares mais altos. Para isso, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, a Seapa e suas jurisdicionadas, Emater, Agrodefesa e Ceasa, vão trabalhar com ainda mais afinco, de maneira a beneficiar a produção e estimular nossos produtores.”

VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária, e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil. O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Leia também:  Confira o desempenho de exportação das carnes em abril de 2021

Por Comunicação Setorial da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) – Governo de Goiás, com informações do Mapa

AGRONEWS – Informação para quem produz

Mercado Financeiro

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

Publicado

em

café

Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

Leia também:  Com ou sem chuva no final do mês de maio, safras terão quebras

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

Leia também:  FIAgro: Expectativa x Realidade

No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

Leia também:  FPA debate regularização fundiária e vetos ao Fiagro em reunião com senadores

No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

Publicado

em

carne de frango

Os dados preliminares ontem (12) divulgados pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram abatidas em estabelecimentos sob inspeção federal, estadual ou municipal pouco mais de 1,5 bilhão de cabeças de frango, volume que representou aumento de quase 2,5% sobre o mesmo trimestre de 2020 e estabilidade (queda de apenas 0,1%) em relação ao quarto trimestre de 2020, normalmente o de maior consumo de cada exercício.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

A carne decorrente desses abates somou 3,626 milhões de toneladas, resultado que correspondeu a aumentos de 4,28% sobre o mesmo trimestre de 2020 e de 1,65% sobre o trimestre anterior, o quarto do ano passado.

Neste caso, como o número de cabeças sofreu ligeira redução e, mesmo assim, aumentou a carne produzida, conclui-se que houve incremento de peso nas aves abatidas no período. Pelos dados disponíveis, de 1,66% – de 2,297 kg/cabeça para 2,335 kg/cabeça.

Mantida a média produzida no 1º trimestre – normalmente a menor do ano, inclusive porque esse é o trimestre mais curto de cada exercício – o volume produzido em 2021 irá chegar aos 14,5 milhões de toneladas, 5% a mais que o estimado para 2020.

Leia também:  Setor agro investe em prevenção aos incêndios nas áreas rurais
Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

Por Avisite

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

IBGE: produção de ovos no 1º trimestre recuou em relação ao 1º e 4º trimestres de 2020

Publicado

em

ovos

Os resultados preliminares divulgados ontem (12) pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram produzidas no Brasil, em granjas com plantel de 10 mil ou mais poedeiras, perto de 973 milhões de dúzias de ovos de galinha, volume que correspondeu a quedas de 0,09% e de 1,76% sobre, respectivamente, o mesmo trimestre de 2020 e o trimestre imediatamente anterior, o quarto do ano passado.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Vale ressaltar, entretanto, que o desempenho registrado não significou queda de produção. É que a produção de ovos tem uma peculiaridade que as estatísticas mensais não captam: galinhas botam todo dia e, assim, seu produto deve ser mensurado, também, pelo volume diário.

Isso posto, conclui-se que o volume médio produzido no primeiro trimestre aumentou mais de 1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 (ano bissexto, portanto, com 29 dias em fevereiro) e perto de meio por cento em comparação ao quarto trimestre de 2020.

Por Ovosite

AGRONEWS – Informação para quem produz

Leia também:  COVID-19: Senadores aprovam produção de vacinas pelo setor agro e parabenizam autor do PL
Continue lendo


Tendências