fbpx
conecte-se conosco

Mercado Financeiro

Veja o desempenho do frango (vivo e abatido) na 11ª semana do ano de 2021

Publicado

em

frango vivo

Embora não tenha alcançado o pico de preços registrado em fevereiro (até aqui o maior do ano), o frango abatido segue com vantagem em relação ao mês anterior, pois o retrocesso nas cotações vem ocorrendo com menor velocidade. Pelo menos até aqui

Demonstrando, no mês passado, entre o pico de preços (8 de fevereiro) e o último dia de negócios do segundo decêndio (19), a cotação do frango abatido recuou 6,5%. Neste mês, em idêntico período, a queda não chegou a 2,5%. Com isso, o valor médio alcançado nos dois primeiros decêndios de março se encontra 1,29% acima da média registrada em fevereiro.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Naturalmente, é pouco, muito pouco. Mas também pode ser considerado um resultado excepcional se levado em conta que, quase religiosamente, os preços de março têm sido inferiores aos de fevereiro. Efeito do período de Quaresma que, neste ano, afeta bem menos o mercado de carnes. Não porque esteja havendo maior consumo, mas porque a demanda externa pela carne bovina vem garantindo ao boi em pé sustentação de preços ímpar. E, como se sabe, aonde o boi vai, o frango (ainda que a grande distância) vai atrás.

Leia também:  Desembolso do crédito rural atinge R$ 201 bilhões em 10 meses

E uma vez que o frango abatido não enfrenta baixas tão violentas quanto as de meses anteriores, a estabilidade de preço do frango vivo se mantém. Depois de duas correções de 10 centavos cada nos dias 4 e 8 de março, permanece com a cotação inalterada há 10 dias e apesar da menor demanda (comportamento típico deste período do mês) tende a mantê-la até o final de março – indício de que a oferta continua limitada. Na média dos dois primeiros decêndios de março alcança valor pouco mais de 4,5% superior ao do mês de fevereiro.

https://agronewsbrasil.com.br/conheca-o-famoso-cao-boiadeiro-brasileiro-pastor-da-mantiqueira/

De toda forma, levanta-se grande incógnita quanto ao que possa ocorrer em ambos os segmentos nesta e na próxima semana. Na maior parte do Brasil o agravamento da pandemia vem impondo restrições mais severas, tanto ao comércio quanto ao consumidor. Além disso, aproximamo-nos da Semana Santa, período em que, mais por hábito do que por religiosidade, os brasileiros consomem pouca carne. Estes 10 dias finais de março são de fortes desafios.

frango

Por Avisite

Leia também:  Setor de suínos da União Europeia com crescimento lento

AGRONEWS – Informação para quem produz

Mercado Financeiro

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

Publicado

em

café

Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

Leia também:  Foi prorrogada a redução do ICMS do milho em grãos no estado de Sergipe

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

Leia também:  Publicação relata efeitos da Covid-19 na comercialização e no consumo de pescado no Brasil

No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

Leia também:  Ovos: diferença entre os preços entre os brancos e vermelhos é recorde

No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

Publicado

em

carne de frango

Os dados preliminares ontem (12) divulgados pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram abatidas em estabelecimentos sob inspeção federal, estadual ou municipal pouco mais de 1,5 bilhão de cabeças de frango, volume que representou aumento de quase 2,5% sobre o mesmo trimestre de 2020 e estabilidade (queda de apenas 0,1%) em relação ao quarto trimestre de 2020, normalmente o de maior consumo de cada exercício.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

A carne decorrente desses abates somou 3,626 milhões de toneladas, resultado que correspondeu a aumentos de 4,28% sobre o mesmo trimestre de 2020 e de 1,65% sobre o trimestre anterior, o quarto do ano passado.

Neste caso, como o número de cabeças sofreu ligeira redução e, mesmo assim, aumentou a carne produzida, conclui-se que houve incremento de peso nas aves abatidas no período. Pelos dados disponíveis, de 1,66% – de 2,297 kg/cabeça para 2,335 kg/cabeça.

Mantida a média produzida no 1º trimestre – normalmente a menor do ano, inclusive porque esse é o trimestre mais curto de cada exercício – o volume produzido em 2021 irá chegar aos 14,5 milhões de toneladas, 5% a mais que o estimado para 2020.

Leia também:  Exportações de carne bovina cresceram 12% em abril, mesmo com China comprando menos
frango
Carne de frango: abates inspecionados do 1º tri sinalizam total de 14,5 milhões/ton em 2021

Por Avisite

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

IBGE: produção de ovos no 1º trimestre recuou em relação ao 1º e 4º trimestres de 2020

Publicado

em

ovos

Os resultados preliminares divulgados ontem (12) pelo IBGE apontam que no primeiro trimestre de 2021 foram produzidas no Brasil, em granjas com plantel de 10 mil ou mais poedeiras, perto de 973 milhões de dúzias de ovos de galinha, volume que correspondeu a quedas de 0,09% e de 1,76% sobre, respectivamente, o mesmo trimestre de 2020 e o trimestre imediatamente anterior, o quarto do ano passado.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Vale ressaltar, entretanto, que o desempenho registrado não significou queda de produção. É que a produção de ovos tem uma peculiaridade que as estatísticas mensais não captam: galinhas botam todo dia e, assim, seu produto deve ser mensurado, também, pelo volume diário.

Isso posto, conclui-se que o volume médio produzido no primeiro trimestre aumentou mais de 1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 (ano bissexto, portanto, com 29 dias em fevereiro) e perto de meio por cento em comparação ao quarto trimestre de 2020.

frango

Por Ovosite

AGRONEWS – Informação para quem produz

Leia também:  Confira o desempenho do frango vivo e abatido na 4ª de abril do ano
Continue lendo


Tendências