fbpx
conecte-se conosco

Notícias

Venha conhecer 09 curiosidades sobre os cavalos

Publicado

em

cavalo

Além de existirem muitas raças de cavalos, estes animais também possuem muitas qualidades e são ótimos animais de estimação. A relação do homem com o cavalo existe há muito tempo. O animal esteve presente de diversas maneiras na história e já foram usados em guerras, como meio de transporte, como tração em atividades agrícolas, no esporte, lazer e entre outras atividades importantes.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

1- Sorria!

Você já deve ter visto um cavalo fazendo uma expressão estranha, mostrando os dentes bem semelhante a um sorriso. Na verdade, isso é uma técnica para aumentar seu nariz e permitir que eles sintam cheiros com mais facilidade, uma vez que o movimento ajuda o animal a direcionar os cheiros para as glândulas olfatórias localizadas no final da passagem nasal. Além disso, é um animal forte e os dentes dos equinos crescem durante toda sua vida , também se desgastam conforme mastigam e com base neles, é possível determinar a idade do animal.

2- Forte como um cavalo

Depois do elefante, os cavalos são considerados um dos animais terrestres mais fortes do reino animal. Eles podem exercer uma força proporcional ao seu peso. Um cavalo de 1 tonelada, por exemplo, pode arrastar um peso semelhante.

3- Memórias e lembranças

Além da força, os cavalos possuem outra característica marcante: excelente capacidade para memorizar. São capazes de se lembrar de pessoas, lugares e situações com grande facilidade, armazenando na memória os momentos que presenciaram. E por isso que, se um cavalo é tratado com carinho, ele vai lembrar da pessoa como um amigo para o resto da vida e caso presencie um momento traumático também. Além disso, eles conseguem se lembrar por muito tempo das pessoas, mesmo após longo período de ausência.

Leia também:  Veja algumas curiosidades sobre a Terra

4- Campo de visão

cavalo
Venha conhecer 09 curiosidades sobre os cavalos

Os olhos de um cavalo são maiores que os de qualquer outro mamífero terrestre. São nove vezes maiores em volume, em comparação aos olhos de um ser humano, por exemplo. Os cavalos enxergam muito bem graças aos seus olhos peculiares, que por estarem localizados ao lado da cabeça do animal, permitem um grande campo de visão lateral. Porém, a perspectiva de um cavalo é limitada frontalmente e sua visão é mais eficiente para enxergar objetos em curto ou longo alcance. São animais considerados como presas na vida selvagem e por isso seu campo de visão é desenvolvido de tal forma para perceber perigo e facilitar a fuga.

5- Cavalos dormem em pé?

Você sabia que os cavalos dormem tanto em pé quanto deitados? E por incrível que pareça, passam a maior parte do sono dormindo em pé. Estes animais possuem um mecanismo que permite apoiar a maior parte do peso nas pernas da frente, e o restante eles alternam entre as pernas traseiras. No entanto é comum cavalos atletas dormirem deitados e se acostumarem com esta posição, por se sentirem mais seguros e relaxados, conseguem descansar e dormir deitados.

Leia também:  Produtor rural fique atento, atualização de rebanho começou dia 1º de maio

6- Correr a galope

Cavalos são animais muito velozes, pois é uma das características do próprio instinto para fugir de seus predadores. A velocidade máxima de um cavalo comum é de aproximadamente 45 km/h. A raça mais veloz é a Puro-sangue inglês, que chega a atingir cerca de 60 km/h.

7- Com os ouvidos atentos

Cavalos tem bons ouvidos e escutam muito bem. São capazes de reconhecer sons e vozes familiares a longas distâncias. Uma curiosidade engraçada é que podem mover suas orelhas em 180 graus, isso porque a orelha do animal é composta por 16 músculos cada uma. Além disso, é possível perceber sua sensação térmica através da ponta de suas orelhas, se estão frias é sinal de que o animal se sente da mesma forma.

8- Os cavalos não vomitam

Esta particularidade é muito importante, pois quando ficam indispostos após ingerirem algum alimento que pode ter fermentado e formado gases, eles ficam bastante estufados, sentem muita dor e por não conseguirem vomitar, existe o risco do seu estômago se romper e levar a morte. Por isso, os equinos são considerados animais sensíveis apesar de seu tamanho e podem morrer de cólica, literalmente. Mas a natureza é sábia, pois a capacidade média de um estômago de um cavalo adulto chega a 18 litros, imaginem se este animal vomitasse? Caso apresentem sintomas como estufamento, o quadro é considerado uma emergência, sendo necessária a intervenção de um veterinário para evitar o agravamento.

Leia também:  Sistemas agroflorestais biodiversos conservam e melhoram a qualidade do solo

9- A cor da pelagem branca

Os cavalos “brancos”, na verdade possuem uma pelagem chamada Tordilha. Eles nascem com pelos escuros e vão clareando com a idade avançada. Assim é uma forma de ajudar a identificar também a idade média de um cavalo tordilho, pois quanto mais velho mais branco será.

Estas são apenas algumas curiosidades deste animal encantador. É apaixonante cada vez mais conhecer e aprender sobre o comportamento e peculiaridades dos equinos. Uma coisa é certa: os cavalos são animais incríveis e encantadores.

#mangalarga marchador #animais herbívoros #quarto de milha #cavalo de sela

Por Drogavet

AGRONEWS BRASIL – Informação para quem produz

Publicidade
Clique para comentar

Comente esta matéria

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Centro-Oeste não é contemplado pelo Experiências do Brasil Rural

Publicado

em

curiosidades sobre os cavalos

O que era para apoiar e promover o turismo rural no país, acabou por excluir Mato Grosso, expoente celeiro agrícola e de riquezas naturais, assim como os demais estados e o Distrito Federal, que compõem a região central brasileira.

A lista dos oito roteiros pré-selecionados para participarem do projeto “Experiências do Brasil Rural”, iniciativa que é resultado da parceria entre os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Turismo (MTur), junto à Universidade Federal Fluminense (UFF). Ao todo, participaram da primeira fase do processo seletivo 52 propostas que contemplavam as quatro cadeias produtivas priorizadas para o projeto: queijo, vinho, cerveja e frutos da Amazônia.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Geraldo Donizeti Lucio
Geraldo Donizeti Lucio

Para o agente técnico da EMPAER de Mato Grosso, Geraldo Donizeti Lucio, que é especialista em Turismo Rural, o edital de seleção do MAPA, automaticamente eliminou nosso estado, por não ter um roteiro formatado com as características propostas, que são muito presentes nas regiões sul e sudeste do país. “ Dos 27 estados, apenas 52 experiências foram apresentadas em todo o país”, afirmou Geraldo.

As cadeias produtivas do vinho, queijo, cerveja e frutos da Amazônia foram escolhidas pelo MTur e pelo MAPA a partir de políticas públicas e priorizações dos dois ministérios, cujo objetivo é promover o fortalecimento da agricultura familiar no turismo por meio do incentivo à promoção e comercialização de produtos e serviços da agricultura familiar no turismo. Além disso, foram critérios para definição das cadeias produtivas, o potencial de desenvolvimento de atividades de turismo relacionadas a elas; sua distribuição territorial – visando abranger uma maior diversidade de regiões com o projeto – bem como, buscou-se priorizar o apoio a cadeias sensíveis, que são as mais sujeitas à concorrência com produtos internacionais no mercado interno.

Leia também:  Faça sua inscrição: Senar lança programa Agrodigital com cursos gratuitos a distância

O projeto “Experiências do Brasil Rural” integra uma série de medidas realizadas pelo governo federal para fomentar o turismo rural, segmento considerado crucial na retomada das atividades turísticas no contexto pós-pandemia.

Leopoldo Nigro
Leopoldo Nigro

Para empresário do setor hoteleiro, Leopoldo Nigro, que integra o Trate Turístico de Mato Grosso, as queimadas no pantanal e a pandemia foram os dois super vilões que detonou a estrutura financeira dos equipamentos turísticos na região da maior planície alagada do mundo. “Juntos (fogo e pandemia) desmontaram as equipes que estavam treinadas, hoje os profissionais do turismo estão em outros segmentos econômicos, por que muitos hotéis e pousadas fecharam e houveram muitas demissões”, disse Nigro. Ele ressaltou ainda que no atual governo estadual está tendo um movimento diferente em relação a melhoria da infraestrutura que sinaliza positivamente para turismo.

Caso Mato Grosso tivesse sido contemplado pelo “Experiências do Brasil Rural”, com certeza representaria para o setor turístico uma ajuda a estabilizar a economia local e cria negócios e empregos diretos e indiretos. “Infelizmente, o edital precisava ser mais abrangência, faltou contemplar outras cadeias produtivas do agronegócio”, ressaltou Geraldo, que citou os municípios que já tem um roteiro definido para o turismo rural, por exemplo, Rondonópolis, Cáceres, Campos, Nova Mutum, Barão de Melgaço e Mirassol d’Oeste. ”Nós temos aqui também no pantanal um tipo de turismo rural bem diferente da região sul e sudeste”. Dessas cidades mato-grossenses, ele destacou Nova Mutum e Campo Verdes, que já definiram um roteiro de turismo rural tecnológico. “

Leia também:  Curiosidades que talvez você não saiba sobre as minhocas

Quando questionado sobre a diferença dos dois roteiros estruturados (turismo rural e o turismo agrotecnológico), a turismóloga Leidiane Viegas definiu o que o turismo rural está diretamente ligado a agricultura familiar, afazeres do campo, nele o visitante busca o contato direto com a natureza, a rotina no campo, culturas locais, e valoriza-se a hospedagem domiciliar em um ambiente totalmente rural, com destaque para a experiência a ser vivida no local. Já o turismo agrotecnológico está diretamente ligado ao conjunto de atividades turísticas decorrentes de visitas técnicas e encontros de interesse profissional, institucional, comercial, técnico, científico e social relacionados à cadeia de valor e à tecnologia do agronegócio.

Leidiane Viegas, que atualmente é presidente da Associação Turística do Portal do Agronegócio, que abrangendo 10 municípios (Sinop, Nova Mutum, Lucas do rio Verde, Sorriso, Nova Ubiratã, Tapurah, Cláudia, Santa Carmem, Novo Horizonte do Norte e Porto dos Gaúchos), destacou que esses municípios, juntos, somam quase 63 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 7% do estado de Mato Grosso. E que o PIB dos municípios que compõem o Portal do Agronegócio tem um índice de crescimento de 44% a mais que o estadual e, 145% maior que o nacional. Além do destaque no setor do agro, os municípios que são destinos principais, possuem infraestrutura de serviços, aeroportos, hotéis, restaurantes, agências de viagens, locadoras de veículos, entre outros. Já os municípios que são destinos secundários, possuem bom acesso, além de atrativos nas mais variadas áreas.

curiosidades sobre os cavalos

Leidiane destacou ainda que no Portal do Agronegócio existem inúmeros atrativos turísticos, tanto naturais, quanto de negócios, com propriedades rurais com grande infraestrutura para receber visitantes. “Atualmente quem mais visita esse tipo de atrativo são possíveis investidores, empresários que já estão ou desejam ingressar na atividade econômica da qual o atrativo faz parte”, acrescentou Viegas.

Leia também:  Você sabia que o cérebro do gato é semelhante ao do humano?

Conforme a listagem, foram selecionados oito roteiros turísticos localizados prioritariamente entre os 158 municípios componentes das 30 rotas prioritárias do Investe Turismo, sendo contempladas quatro macrorregiões brasileiras. Na região Norte, a rota “Amazônia Atlântica”, situada nas cidades de Bragança, Curuçá e Augusto Corrêa, no Pará, aposta na disponibilização de experiências na pesca e na degustação de queijos artesanais, farinhas de mandioca e frutas orgânicas. Já na região Nordeste, o roteiro “Terra Mãe do Brasil”, oferta aos turistas de Porto Seguro (BA) a experiência em meio à natureza e o desfrute de novos sabores.

Na região Sudeste, o destaque foi para a cadeia produtiva do queijo, que está representada nas rotas “Agroturismo” (ES), “Rota do Queijo – Terroir Vertentes” (MG) e “Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira’ (MG). Já na região Sul, a cadeia produtiva do vinho está evidenciada nos roteiros “Ferradura dos Vinhedos” (RS), “Caminhos do Campo” (SC) e “Farroupilha Colonial” (RS).

Por Márcio Moreira – AGRONEWS

Continue lendo

Mercado Financeiro

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

Publicado

em

café

Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

Leia também:  Faça sua inscrição: Senar lança programa Agrodigital com cursos gratuitos a distância

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

Leia também:  Conheça algumas curiosidades interessantes sobre a matemática

No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

Leia também:  Vaca Nelore é arrematada por R$ 1 milhão de reais na Expozebu 2021

No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Notícias

Zootecnia: largo campo de atuação e de oportunidades no agronegócio

Publicado

em

curiosidades sobre os cavalos

Nesta quinta-feira, 13 de Maio, é comemorado o dia do Zootecnista, um profissional que contribui para o bom desemprenho do agronegócio brasileiro.

Mato Grosso possui a maior economia agrícola do Brasil. O campo de atuação é vasto, por causa disso, aumenta a procura pela zootecnia entre os estudantes. Mato Grosso, que possui oportunidades tanto na agricultura como na pecuária, oferece a formação em dez unidades de ensino, entre privada e pública: UFMT (Cuiabá e Sinop), UNEMAT (Vila Rica e Pontes e Lacerda), IFMT (São Vicente, Alta Floresta e Guarantã do Norte), EDUVALE (Jaciara), UNIVAR (Barra do Garças) e UFR (Rondonópolis). O curso tem em média a duração de cinco anos com aulas teóricas e muita prática. A professora Dra. Maria Fernanda Soares Queiroz Cerom, que é coordenadora do Curso de Graduação em Zootecnia na UFMT, atribui a grande oferta de ensino superior, por ser um Estado em crescimento na agricultura e na pecuária. “O aluno formado aqui conhece melhor a realidade, potencialidades e também os desafios da produção animal” ressaltou Maria Fernanda.

Leia também:  Veja nomes para cavalos e éguas

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

A Zootecnia, a Medicina Veterinária e a Agronomia são profissões da área de agrárias, com algumas similaridades na formação mas com atuação diversas. A professora Maria Fernanda destacou que a profissão zootecnista teve como origem a disciplina de zootecnia que era ensinada nos cursos de Agronomia e Medicina Veterinária até 1966. “E que após a criação do primeiro curso de Zootecnia, as pessoas com interesse na produção animal, puderam se tornar profissionais no assunto. Já no curso de Veterinária o foco é a medicina, clínica e cirurgia. As disciplinas de produção animal são concentradas em poucas horas do curso, apenas para que o básico sobre aquela produção seja ensinada. Na Agronomia, normalmente, o foco é a produção vegetal, contudo, por abordar vegetais utilizados na nutrição animal, também é ensinado o básico sobre produção animal”, pontou Maria Fernanda. Ou seja, quem se decide por trabalhar na produção de proteína animal de forma eficiente e sustentável com respeito ao bem-estar animal deve cursar Zootecnia.

Zootecnista - Professor. Dr. Luiz Juliano Valério Geron
Zootecnista – Professor. Dr. Luiz Juliano Valério Geron

Para Professor Dr. Luiz Juliano Valério Geron, que trabalha também na formação de zootecnista, os desafios da profissão vão desde a preservação ambiental, a conciliação da produtividade com bem estar animal, a viabilidade econômica, ou seja, o profissional precisa desenvolver uma cadeia de serviços e produtos ligados a produção animal e as commodities do milho e soja que também são base da nutrição animal. “O atual profissional precisa estar conectado com o livre comércio, sabendo o que acontece dia a dia com a economia, política e mercado futuros”, destacou Geron que é professor do curso de bacharelado em Zootecnia da UNEMAT – Universidade do Estado de Mato Grosso.

Leia também:  Você sabia que o cérebro do gato é semelhante ao do humano?

Quanto a procura pelo curso, a professora Maria Fernanda explica que atualmente mais mulheres têm ingressado no curso de Zootecnia, apesar de a proporção ainda estar próximo a 50% em cada gênero. Para o Luiz Juliano, o mercado absorve muitas mulheres principalmente na área administrativa na gestão de Recurso Humano das empresas rurais. “Tem espaço para todos, homens e mulheres. Hoje competência é quem determina a contratação e não mais o gênero”, disse a coordenadora do curso de Zootecnia da UFMT.

O dia do zootecnista é comemorado em 13 de maio, porque foi nesta data que, em 1966, aconteceu a aula inaugural do primeiro curso superior de zootecnia do Brasil. O ensino foi iniciado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

Por Márcio Moreira

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo


Tendências