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Mundo Animal

Venha conhecer o famoso “Cão Boiadeiro”; Buldogue Campeiro

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Raça rústica, voltada para o trabalho pesado no campo, o Buldogue Campeiro ainda é um excelente cão de guarda e é muito fiel aos donos.

História da raça

Há duas teorias quanto às origens da raça criada aqui no Brasil.

A primeira teoria defende que o Buldogue Campeiro teria se originado do cruzamento entre Antigos Buldogues Ingleses (Old English Bulldog) – já extintos – e cães locais, enquanto que a segunda teoria defende que, na verdade, esta raça seria um remanescente puro do Cão de Fila da Terceira do tipo “Bull”, trazido pelos portugueses.

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Acredita-se que a primeira teoria seja a mais provável e que o atual Buldogue Campeiro ainda carrega as mesmas características do Antigo Buldogue Inglês, que possuía um perfil e atributos mais apropriados para o trabalho e que foram sendo perdidos com o tempo nos Buldogues Ingleses, porque criadores privilegiavam mais a estética do que tais traços funcionais, como força, resistência e agilidade.

O cachorro Bulldog Campeiro foi muito utilizado nos campos gaúchos, para controlar e capturar gado (contenção de gado) e também no Estado do Mato Grosso do Sul, onde desempenhava o papel de cão boiadeiro e trabalhava em matadouros.

Conheça a raça Dogue Alemão, famoso “cachorro gigante”

Devido à regulamentação e imposição de leis e medidas sanitárias para matadouros, e também à popularização de outras raças de cachorro, o Buldogue Campeiro quase entrou em extinção durante os anos 70.

Foi graças a um cinófilo, Ralf Schein Bender, que a raça foi resgatada e aprimorada. A partir de 2001 ela foi reconhecida oficialmente pela CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia), mas ainda não é reconhecida pela FCI (Federação Cinológica Internacional).

Hoje, em canil especializado é possível encontrar o buldogue campeiro a venda por um preço na faixa de R$ 1.500,00.

Características físicas

Cão de porte médio e constituição robusta, o Buldogue Campeiro possui membros vigorosos e ossos sólidos. Sua altura (na cernelha) pode variar entre 48 e 58 cm. E o peso ideal dos machos varia entre 35 a 45 kg e das fêmeas, entre 30 e 40 kg.

A cabeça é larga e um pouco arredondada, com maxilares fortes e orelhas triangulares e caídas. Os olhos são ovalados e têm cores escuras.

Os lábios são grossos e pendentes. O focinho é curto e deve ser bem pigmentado. É ideal que a região dos olhos também seja bastante pigmentada. O pescoço é forte, nem muito comprido, nem muito curto.

O peito é largo e o dorso é reto, um pouco curto. A cauda é curta e torta. As pernas são musculosas e bastante resistentes. Uma curiosidade é que o Buldogue Campeiro é capaz de arrastar um boi de até 400 quilos.

A pelagem é curta e lisa, com textura média – nem muito áspera e nem muito macia – podendo apresentar diversas cores.

Personalidade

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Filhote de Buldogue Campeiro

O Buldogue Campeiro é um cão rústico e versátil, dotado de espírito de luta. Muito fiéis e sociáveis, adoram a companhia de seus donos e costumam se dar muito bem com crianças. No entanto, podem sentir ciúmes e desconfiança diante de estranhos e outros cachorros. Ele é um cão que exige exclusividade.

Também é um ótimo cão de guarda, pois é corajoso e tem uma aparência intimidadora, além de latir somente quando é necessário, sem fazer tanto alarde quanto outras raças que latem por qualquer coisa.

Saúde da raça e cuidados

O Buldogue Campeiro pode viver até 12 anos de vida aproximadamente. E para mantê-lo bem e saudável por tantos anos, é importante tomar alguns cuidados básicos.

Por ser um cão rústico, ele não apresenta muitos problemas de saúde e é de fácil manutenção.

Porém, alguns indivíduos podem apresentar rugas em excesso na pele, que se não forem bem cuidadas acabam apresentando barbelas (dobras de pele sob o pescoço) e dermatites sérias. Por isso, é importante que haja sempre a verificação e limpeza da pele do cão. A pele solta também pode causar outro problema indesejável: prejudica a mordedura e faz com que o cão babe muito.

Confira 7 vantagens de ter um gato em casa

Doenças freqüentes em cães do grupo Molosso, como a displasia coxo-femural e a sarna demodécica, são menos comuns nos Buldogues Campeiros. E raramente apresentam problemas nas articulações. A presença de tumores e câncer nesta raça também é menos freqüente.

Exercícios físicos diários também são recomendados. O Buldogue Campeiro, além da resistência que possui, consegue respirar muito bem, e, desta forma, pode ser um bom companheiro para corridas, caminhadas e trilhas.

Alimentação: a quantidade de alimento a ser dada varia de acordo com o tamanho e idade do animal. Um buldogue campeiro filhote deve consumir de 90 a 340 g de ração de boa qualidade por dia. Já os adultos devem consumir de 270 a 350 g por dia. Para saber melhor sobre as quantidades, veja as instruções dadas pela marca da ração na embalagem.

Escovação dos pelos e banhos podem ser dados esporadicamente.

O lugar ideal para a raça viver

Muito dócil e não mais utilizado no trabalho de contenção de gado, a raça pode ser criada tanto em meios rurais quanto urbanos. Mas, vale lembrar, que o lugar ideal para a raça deve ter de preferência uma área grande como sítios, chácaras, ou até mesmo uma casa com quintal grande, pois devido às suas origens e histórico de cão trabalhador, é bom que ele disponha de um bom espaço para que possa gastar as suas energias.

O Buldogue Campeiro até pode ser criado em apartamento, desde que se faça passeios diários com ele.

A raça também é bastante resistente e consegue aguentar bem climas adversos.

Esse foi então o Buldogue Campeiro. Para quem tem interesse em aliar segurança e companheirismo para a família, esta raça pode ser realmente uma boa pedida. Se você ficou interessado, lembre-se sempre de procurar um criador idôneo!

Fonte: Adoro Cães

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Conheça a raça Dogue Alemão, famoso “cachorro gigante”

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Carinhoso e super companheiro – esse cachorro de altura um tanto peculiar é amável e adora estar em família!

Quem vê o Dogue Alemão pela primeira vez fica impressionado com o porte nada comum. Mas o que ele tem altura, tem de companheirismo. Trata-se de um cão que tem muito bom humor e se apega facilmente à família.

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O apreço pela presença constante do tutor é bastante perceptível. Portanto, quem pensa em adotar esse peludo, precisa dedicar tempo, pois ele sempre vai querer muita atenção. Além de dócil e de fácil trato, é um animal corajoso e autoconfiante. Não é à toa que seja tão popular!

Condição física

Cheio de energia, o Dogue Alemão exige muitas atividades diárias para manter a saúde sempre em ótimo estado. Portanto, os exercícios físicos são fundamentais. Caminhadas de duas a três vezes por dia, com percursos de pelo menos 2 km, fazem toda a diferença.

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Toda essa disposição talvez possa assustar futuros tutores. Contudo, esse cachorro tem a natureza bastante calma e gentil, o que faz com que as atividades se tornem tarefas mais tranquilas de serem feitas.

  • Expectativa de Vida – 10 anos;
  • Média de Altura – 50 cm;
  • Média de Peso – 30 kg;
  • Nível de Fofura – Alto

Quem pensa em ter um colega canino dócil e amável, com certeza esse cão é uma opção perfeita. Ele é muito carinhoso e adora estar acompanhado pelo tutor e pela família.

Trata-se de um cachorro extrovertido e nada agressivo. Pode ser reservado com desconhecidos, mas acaba sendo conquistado sem muito esforço. Portanto, não serve como cão de guarda, mesmo sendo corajoso e cheio de autoconfiança.

Características físicas

Por ser tão grande, o Dogue Alemão possui atributos físicos bem robustos. Trata-se de um cão super resistente e musculoso que possui o corpo longo, com a silhueta bem delineada e proporcional. As pernas são compridas e fortes, assim como as patas.

Com a cabeça sempre bem expressiva, ele tem orelhas caídas quando não está em estado de alerta. Os olhos são ovais e com tonalidade escura. No focinho, os lábios grossos são bastante aparentes.

Curiosidades

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Segundo o Guinness World Records, o detentor do título de cachorro mais alto pertencia a Zeus, que media 111,8 cm da pata aos ombros.

Infelizmente, ele faleceu em 2014, com cinco anos de idade, em Otsego, nos Estados Unidos.

Muita gente nunca reparou na raça do “Scooby-Doo”, mas saiba que ele é um Dogue Alemão. O cão falante e medroso, mascote de um grupo de jovens metidos a detetives, é um dos personagens mais amados da televisão.

É um eterno bebezão. O cachorro dessa raça tem uma auto-percepção bem distinta de sua aparência real. Ele possui comportamentos de bichinhos menores, como querer pular no colo — mesmo que não tenha o tamanho para isso.

Personalidade

Quem pensa em ter um colega canino dócil e amável, com certeza esse cão é uma opção perfeita. Ele é muito carinhoso e adora estar acompanhado pelo tutor e pela família.

Trata-se de um cachorro extrovertido e nada agressivo. Pode ser reservado com desconhecidos, mas acaba sendo conquistado sem muito esforço. Portanto, não serve como cão de guarda, mesmo sendo corajoso e cheio de autoconfiança.

Como já foi dito, o Dogue Alemão é um cão mais sensível emocionalmente. Isso significa que o adestramento deve ser feito com muita paciência e doçura. Lembrando que o processo de treinamento deve começar ainda na infância.

Convivência

Ele se adapta muito bem a famílias com crianças. No entanto, é importante que a interação desse gigante com os pequenos sempre seja supervisionada, já que ele não percebe o próprio tamanho em relação aos humanos.

A convivência com outros animais de estimação também pode ser bem tranquila. Contudo, é importante que essa amizade seja incentivada desde filhote, e que haja muito cuidado em relação ao porte dele com os pets menores.

Por ser tão calmo, ele também é um tanto silencioso e só costuma latir em situações específicas, como em brincadeiras ou momentos de alegria intensa.

Cuidados com a saúde do Dogue Alemão

Em geral, a raça é bastante saudável e resistente, por isso, não demanda grandes preocupações nesse sentido, principalmente se manter uma rotina adequada de exercícios físicos, alimentação balanceada e, claro, muito amor e carinho.

Mas, como qualquer outro cão, os Dogues estão sujeitos a alguns problemas genéticos de saúde. Complicações no quadril, como má formação e dores, podem acontecer e se agravarem com o tempo. Adversidades no estômago, nos ossos e ganho excessivo de peso também podem ocorrer. Em todo caso, o ideal é manter as consultas com o veterinário sempre em dia.

Fonte: Petz

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Altas temperaturas podem causar queimadura na pata e óbito em cães

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Médico veterinário ensina o que os tutores devem evitar e o que podem fazer para garantir a saúde dos cães durante a estação mais quente do ano

Sombra e água fresca não devem ser privilégio apenas dos humanos em dias mais quentes, principalmente durante o verão. Os pets também precisam de ambientes ventilados, água à vontade e que os passeios ocorram em horários mais frescos, para evitar ferimentos nas patinhas e hipertermia ou insolação, que pode resultar que o cão venha a óbito.

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Segundo o médico veterinário João Gustavo P. de Souza, do Hospital Veterinário Lovely Dog, os pets transpiram pelos coxins (as almofadinhas das patas) e pela boca, e não pela pele como nós. No caso dos cães braquicefálicos, como o Pug, Bulldogues, Shih Tzu e Boxer, a dificuldade de perder calor é ainda maior, pois possuem o focinho mais curto, por isso requerem cuidados redobrados no verão.

No entanto, embora os braquicefálicos sejam os mais acometidos, todos os cães estão sujeitos a sofrer com a alta temperatura. O aumento da temperatura corpórea pode elevar a frequência respiratória, evoluir para falta de ar, causar desmaios, convulsões, levando o pet ao risco de morte.

Então fique atento aos principais sintomas: hipersalivação; respiração ofegante acima do normal; pele muito quente; batimento cardíaco acelerado; cansaço, fraqueza, indisposição.

Nesse sentido, confira seis cuidados sugeridos pelo médico veterinário capazes de garantir a integridade da saúde do seu pet:

1) Queimadura nas patas

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Ao contrário do que muitos pensam, as patas dos cães são sensíveis e podem sofrer queimaduras durante um passeio em horários entre 10h e 16h. Isso porque a camada de gordura presente nos coxins (almofadinhas das patas) não é suficiente para isolar a alta temperatura da areia da praia, do asfalto e das calçadas de pedra e cimento. Se a temperatura do chão estiver quente para você, também estará quente para o seu companheiro de caminhada.

2) Desidratação

Recomenda-se colocar mais potes de água em casa, com alguns cubos de gelo. Durante o passeio, é importante levar uma garrafinha de água e oferecer ao poucos ao cão.

3) Refresco

Existem algumas formas para os cães se refrescarem em dias em que a temperatura está mais elevada. Comidinhas e frutas congeladas em forma de gelo são opções que podem agradar os pets. Outra alternativa é colocar alguns brinquedos preferidos do cão no freezer, o que os deixam ainda mais atrativos enquanto brincam.

4) Cão no carro

Deixar o cão no carro, no calor, pode levá-lo à óbito. Mesmo com a janela aberta, o carro esquenta rapidamente o que contribui no aumneto da temperatura corpórea .

5) Focinheira

Opte por focinheiras de grade de modo que permita que o cão possa abrir melhor a boca e assim, perder calor.

6) Parasitas

O calor contribui para o aumento de pragas como mosquitos (que transmitem a Dirofilariose – popularmente conhecida como verme do coração – e Leishmaniose – que não tem tratamento de cura), assim como pulgas e carrapatos. Então, certifique-se de que seu cão esteja devidamente protegido mesmo que more em apartamento. E se for em casa, manter o ambiente limpo e dedetizado para esses insetos pode ser a opção mais adequada.

7) Praia

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Embora seja proibida a presença de cães no litoral, muitos tutores ignoram a Lei. Nesse caso, ao colocá-los em contato com a água do mar e areia da praia, além de machucar as patinhas por conta do calor do solo, os grãos também podem prejudicar os olhos, e com a umidade, causar dermatites e otites. Então, limpar os olhos com soro em abundância e secar bem o animal, são alguns cuidados importantes.

Após todos os cuidados recomendados, bom verão e divirta-se com o seu pet!

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Notícias

Conheça a raça de cão de trabalho: Pastor Maremano Abruzês

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O Pastor Maremano Abruzês possuí instinto de cuidar do rebanho e não requer muito treinamento, desde pequeno possuem o contato com eles se acostumando com a presença um do outro

A importância desta raça de cães junto ao rebanho é para evitar o ataque de outros predadores e por isso a presença do cão em locais mais afastados da fazenda é indispensável. O seu instinto não é de atacar, mas ao latir para proteger faz com que o predador se afugente.

São cães que trabalham de dia, mas principalmente à noite, pois é o momento em que muitos predadores costumam atacar. Originários da Itália, se diferenciam do Border Collie pois costumam se misturar com os animais para sempre estar verificando se possui algum perigo à vista e isso faz com que o rebanho não tenham medo deste protetor.

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Uma boa curiosidade desta raça é em relação ao pelo, pode se pensar que a sua pelagem pode incomodar o cão, justamente por viver diariamente no campo em dias quentes e frios. Mas ela é fundamental para proteger de possíveis ataques de predadores, tornando-se uma dificuldade para machucar o cão.

Gostou de saber mais sobre essa raça? Comente e compartilhe!

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