ANP divulga pesquisa e preço da gasolina chega a quase R$ 8 reais no Sul do Brasil

ANP divulga pesquisa que mostra aumento de 2,25% no preço médio da gasolina em comparação a uma semana e outra. O Rio Grande do Sul possui o valor mais caro cobrado pelo litro da gasolina até agora, postos da região central do município de Bagé registram valor de R$ 7,999, confira!

O levantamento recente divulgado nesta segunda-feira (8) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, revelou que o estado do Rio Grande do Norte tem o maior valor médio do combustível, R$ 7,228. Na sequência aparecem o Piauí (R$ 7,214) e o Rio de Janeiro (R$ 7,211).

20 estados brasileiros registram preço da gasolina em mais de R$ 7 o litro. No geral, a pesquisa identificou que o valor médio do litro no país está em R$ 6,710, sendo a 5ª alta consecutiva no período pesquisado.

O Amapá é o único estado onde a gasolina ainda tem valor médio abaixo de R$ 6,00. A média dos 24 postos pesquisados é de R$ 5,888 por litro.

ANP divulga pesquisa e preço da gasolina chega a quase R$ 8 reais no Sul do Brasil

No Rio Grande do Sul, a pesquisa mostra que é o valor mais caro cobrado pelo litro da gasolina até agora, R$ 7,999 em alguns postos da região central de Bagé. O valor médio do combustível na região é de R$ 7,008.

ANP divulga pesquisa e preço da gasolina chega a quase R$ 8 reais no Sul do Brasil

A lista com os estados que possuem o valor médio da gasolina mais elevado se complementa com: Acre (R$ 7,073), Distrito Federal (R$ 7,123), Goiás (R$ 7,175).

Os dados recentes da ANP foram coletados entre os dias 31 de outubro e 6 de novembro. Na comparação com a semana de 24 a 30 de outubro, houve alta de 2,25% da gasolina nas bombas.

Em resumo, os postos de combustíveis refletem o mais novo aumento da gasolina nas refinarias, oficializado em 26 de outubro conforme anúncio da Petrobras. Especialistas apontam que o valor deve subir ainda mais, já que os reajustes ainda são repassados aos postos. Com a alta do dólar e do petróleo no mercado internacional, novas altas nas refinarias são esperadas.

Para acessar a pesquisa completa, clique aqui.

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