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Aprosoja Brasil: Antônio Galvan, produtor de MT, é eleito novo presidente 2021-24

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antonio galvan - aprosoja presidente

O produtor rural Antônio Galvan será o próximo presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja -Aprosoja Brasil para o Triênio 2021/2024. A nova diretoria da entidade foi eleita por aclamação nesta terça-feira (23/3) durante assembleia da entidade, realizada de forma remota, e tomará posse no final mês de abril, em data a ser definida. Atual vice-presidente imediato da entidade, Galvan ocupava até dezembro passado a presidência da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT).

Eleição da Aprosoja Brasil

O presidente eleito substituirá o produtor rural Bartolomeu Braz Pereira, que está à frente dos trabalhos da Aprosoja Brasil, em Brasília, desde maio de 2018. O vice-presidente imediato da entidade será o produtor rural José Sismeiro, de Goioerê (PR), que responde atualmente pela vice-presidência da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Paraná.

Veja abaixo a mensagem do presidente eleito

Vão compor a nova diretoria da entidade vice-presidentes regionais, diretores administrativos, diretores financeiros, além de conselheiros fiscais titulares e suplentes indicados pelos presidentes de todas as regiões produtoras. A Aprosoja Brasil congrega 16 associadas estaduais e representa mais de 240 mil sojicultores em todo o País.

Perfil do presidente eleito

Aprosoja Brasil

Antônio Galvan é nascido em Sananduva (RS). Morou no Paraná por sete anos onde ele e sua família já atuavam como produtores rurais. Com formação técnica em contabilidade, chegou em Mato Grosso no ano de 1986 e atualmente é produtor rural no município de Vera, Região Norte do Estado. Foi presidente do Sindicato Rural de Sinop, diretor da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (FAMATO) e acompanha os trabalhos da Aprosoja MT desde a sua fundação, em 2005.

Sobre a Aprosoja Brasil

A Associação Brasileira de Produtores de Soja, incialmente chamada de Abrasoja, foi fundada em 11 de março de 1990 por iniciativa de produtores de diferentes regiões do Brasil diante de um período de dificuldades enfrentadas pelo setor, o que levou a entidade a lançar o documento “Alerta à Nação”, na qual defendia a renegociação das dívidas dos produtores e a valorização do setor.

A entidade foi renomeada em 2001 para Aprosoja e, em 2004, tornou-se definitivamente a Aprosoja Brasil, embora sua atividade estivesse restrita a poucos produtores.

Com o surgimento da Aprosoja Mato Grosso em 2005 e a expansão da produção na região Centro-Oeste, a Aprosoja Brasil foi resgatada em 2007 e voltou a liderar as principais agendas dos produtores de soja em todo o país.

Entre eles, destacamos o trabalho relacionado à renegociação de dívidas dos produtores rurais, a aprovação de nova legislação ambiental e a melhoria da infraestrutura de transporte para o fluxo da produção agrícola.

Além disso, a entidade teve um papel fundamental no fortalecimento da Frente Parlamentar Agropecuária (APF) e na criação da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Soja, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Durante esses anos, com pragmatismo e profissionalismo, responsabilidade e compromisso com a sustentabilidade da soja nacional, a entidade ganhou um espaço especial na representação de produtores de diferentes regiões do país.

Fonte: Assessoria Aprosoja Brasil

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Vejamos a seguir algumas curiosidades da soja

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preço da soja hoje

A origem chinesa, o presente dos deuses, a chegada ao Brasil, as mil utilizações, o mercado e muitas outras curiosidades

Responda rápido: qual planta é utilizada tanto como alimento humano e animal, quanto na produção de itens tão diferentes quanto combustíveis, cosméticos, medicamentos, adesivos, adubos, produtos veterinários, tintas e plásticos, entre vários outros? Você acertou se pensou em soja!

Essa leguminosa originária da Manchúria, no nordeste da China, pode até não ser muito apreciada quando é apenas cozida, mas possui características surpreendentes e se tornou, com ampla vantagem, o principal produto de exportação do Brasil, que está prestes a se tornar, também, o maior produtor mundial.

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A soja tem uma longa história, que se iniciou há quase 5 mil anos, entre 2880 e 2830 antes de Cristo, de acordo com referências divulgadas pela Embrapa Soja, e em sua origem era tida pelos antigos chineses como um grão sagrado, assim como o arroz, o trigo e a cevada. Um dos primeiros registros da soja está no livro Pen Ts’ao Kong Um, que descreveu as plantas da China para o imperador Sheng-Nung. Contudo, apesar de tão antiga, a pequena planta rasteira ficou restrita à Ásia até o período compreendido entre o final do século 15 e o começo do século 16, quando foi levada para a Europa e plantada apenas em jardins botânicos, como curiosidade.

Demorou muito tempo para que os ocidentais descobrissem as inúmeras possibilidades dessa leguminosa da família Fabaceae, “parente” do feijão, da lentilha e da ervilha. Foi só no início do século 20 que surgiram os primeiros cultivos em maior escala na Europa e nas Américas, mas a partir daí a soja encontrou o ambiente perfeito para se tornar uma das mais valiosas commodities mundiais e a principal cultura do Brasil. A seguir, conheça um pouco mais dessa longa e rica história:

Jóia dos deuses

Uma lenda chinesa diz que a soja nasceu espontaneamente no país, como um presente do deus da agricultura, Hou-tsi, que se compadeceu com a miséria da população em um período de muita fome. Desde então, a planta passou a ser vista como um grão divino e chamada de “jóia amarela”, por causa do seu potencial nutritivo e medicinal.

Tofu, shoyu e missô

A origem chinesa é um dos motivos pelos quais a soja se tornou tão presente na culinária dos países asiáticos, nas mais diferentes formas. Com a popularização da comida japonesa, não há quem desconheça o molho shoyu que tempera o sashimi, a potente pasta de missô e o tofu, todos derivados de soja. Acredita-se que a soja tenha sido levada da China para o Japão por monges budistas e, de lá, espalhou-se por todo o Oriente. Graças às suas propriedades nutricionais, a leguminosa foi incorporada pela macrobiótica.

A chegada ao Brasil

José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, explica que a primeira tentativa de cultivo de soja no Brasil ocorreu em 1882, na Bahia, mas a espécie plantada não se adaptou ao clima. Nove anos depois, surgiram pequenas plantações na região de Campinas, no interior de São Paulo, com resultados melhores, e em 1928 a cultura chegou a Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, já em escala comercial. Segundo Mandarino, as sementes mais específicas para consumo humano foram trazidas pelos primeiros imigrantes japoneses, em 1908.

A tropicalização

Por muitos anos a soja recebeu pouca atenção dos agricultores brasileiros, que preferiam cultivar culturas mais conhecidas, como café, cana-de-açúcar, arroz, feijão e milho, além de frutas e verduras. Foi somente a partir da década de 1970 que se percebeu o valor comercial da soja, impulsionado pelos programas de melhoramento genético. Em diferentes centros de pesquisas, como o Instituto de Pesquisa Agropecuária do Sul (Ipeas), foram feitos cruzamentos de cultivares trazidos de outros países. Destaca-se especialmente o importante papel da Embrapa e, posteriormente, da Embrapa Soja, que levou essas pesquisas a outro patamar, ao investir em tecnologias para a adaptação da cultura às condições brasileiras e permitir que a leguminosa pudesse ser plantada em baixas latitudes. Basta dizer que a Embrapa já desenvolveu mais de 280 cultivares de soja, um dos motivos pelos quais o Brasil produz, atualmente, mais de um terço de toda a soja do mundo.

Pioneirismo na biotecnologia

Quando se fala hoje em melhoramento genético, logo se imagina que se trata de algo muito moderno, proporcionado pelos avanços recentes da biotecnologia. Na realidade, é possível dizer que a soja passou por processos transgênicos desde a sua origem na China, quando agricultores cruzaram plantas diferentes para chegar ao grão que conhecemos atualmente. No Brasil, a soja também foi o alimento transgênico pioneiro, quando uma espécie resistente a um tipo de herbicida foi aprovada para cultivo em 1998.

Carne vegetal

O alto teor de proteína da soja a tornou o suplemento preferencial para a alimentação animal em todo o mundo, e isso explica por que há tanta demanda. O farelo de soja tem teor proteico de 44% a 48%, quando o grão é descascado antes da extração do óleo, o que é perfeito para a fabricação de ração para bois, porcos, frangos e peixes. Isso significa que, embora apenas 6% da soja seja destinada à alimentação humana, a leguminosa nos nutre indiretamente, por estar presente praticamente toda a carne que consumimos.

Mil e uma utilidades

Porém, mesmo deixando de lado seu papel essencial na nutrição de quase todos os animais que fornecem as carnes que chegam à nossa mesa, a soja é também um fenômeno em variedade de uso. Além do shoyu, do tofu e do missô que conhecemos, a soja pode ser consumida na forma de óleo, farinha e em vários alimentos industrializados como pães, biscoitos e massas. Mas é na indústria que a soja é realmente utilizada em larga escala, em aplicações surpreendentes como tinta de caneta, xampus, sabonetes, esmaltes de unha e outros cosméticos. Também está presente na fabricação de combustíveis, como o biodiesel, e em produtos farmacêuticos, plásticos, tintas, adubos, adesivos, giz de cera, velas aromáticas, revestimentos e muito mais de uma relação quase interminável.

O processo industrial

Quase todos os derivados da soja são produzidos a partir de um processo básico de industrialização que produz, principalmente, o farelo e o óleo. O farelo é utilizado sobretudo na alimentação animal, como ingrediente de vários tipos de ração, e resulta da torrefação e moagem de uma pasta chamada torta de soja, obtida depois da extração do óleo do grão. Até mesmo a casca da soja é aproveitada como forragem grossa e fonte de fibra utilizada em cereais matinais e outros produtos.

O mercado

Como uma commodity, a soja é negociada em bolsas de valores ao redor do mundo, com destaque para a Bolsa de Mercadorias de Chicago, nos Estados Unidos, uma referência dos preços internacionais do momento e do mercado futuro. Nessas bolsas, os países que precisam comprar ou vender soja negociam com base em preços que variam de acordo com a oferta e a demanda. No mercado futuro, os compradores e vendedores assinam contratos com valores pré-estabelecidos para a data da entrega da soja. É um setor econômicos forte e dinâmico, que movimenta em torno de 100 bilhões de dólares anuais e depende das safras dos principais países produtores, do clima e, principalmente, da necessidade dos compradores.

O maior consumidor

A China é o maior mercado consumidor mundial de soja, com seus quase 1,4 bilhão de habitantes e a longa tradição de utilização dessa leguminosa na culinária e na medicina. Dos 68 milhões de toneladas do produto que o Brasil exportou no ano passado, nada menos do que 54 milhões de toneladas foram vendidos aos chineses – ou seja, 80% do total, o que representou uma receita em torno de 25 bilhões de dólares. Grande parte dessa soja se destina à produção de ração animal, mas também é importante a parcela utilizada para a alimentação humana, já que se estima que quase 300 milhões de chineses que vivem no campo migrarão para as grandes cidades até 2030, o que aumentará bastante o consumo.

Por Bayer Jovens

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Mercado Financeiro

Exportações do agro no mês de março batem recorde de US$ 11,57 bilhões

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exportação

O valor é 28,6% maior que o exportado no mesmo mês em 2020. Complexo soja, setor de carnes e complexo sucroalcooleiro foram os destaques

As exportações do agronegócio brasileiro atingiram o valor recorde para o mês de março, alcançando US$ 11,57 bilhões. A cifra nunca havia ultrapassado US$ 10 bilhões para os meses de março, em toda a série histórica desde 1997. O valor é 28,6% superior aos US$ 9,0 bilhões no mesmo período de 2020.

Um dos motivos que explicam o bom desempenho do agronegócio é o aumento dos preços dos produtos exportados, que registraram alta de 8,7% na comparação com março de 2020. A quantidade vendida ao exterior registrou aumento de 18,3%.

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O complexo soja foi o setor de maior destaque, com aumento nas exportações absolutas de US$ 1,66 bilhão. As condições climáticas da safra 2020/2021, que geraram atrasos na colheita do primeiro bimestre de 2021, em função do excesso de chuvas, concentraram os embarques da soja em grãos para março.

O setor de carnes também bateu recorde de exportações, ao totalizar US$ 1,60 bilhão, alta de 16,1%. A China foi o principal país responsável pelo aumento das exportações de carne bovina e carne suína do Brasil.

“O setor de criação animal para produção de carne na China possui histórico de enfermidades nos anos recentes, com destaque para Peste Suína Africana e a gripe aviária de alta patogenicidade, que assolaram e afetam os rebanhos chineses, sendo o principal fator responsável pela expansão das exportações brasileiras de carnes”, segundo análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa.

A principal carne exportada foi a bovina, com US$ 711 milhões em vendas externas (alta de 11,9%) e volume recorde de 158 mil toneladas (+7,8%). As exportações de carne suína também bateram recorde, com aumento de 51,2% no volume exportado, alcançando 108 mil toneladas equivalentes a US$ 260 milhões (+57,4%).

https://agronews.tv.br/sensor-promete-evitar-queimadas-em-mato-grosso/

O complexo sucroalcooleiro observou a maior taxa de crescimento percentual dentre os principais setores exportadores (+59,4%). O volume de açúcar atingiu recorde de praticamente 2 milhões de toneladas em março de 2021 (+39,6%). Esse recorde de volume, em conjunto com o aumento de 9% no preço médio, gerou US$ 638,96 milhões em exportações (+52,1%).

Apesar do recorde das exportações do agronegócio em março, houve também forte elevação dos valores demais produtos (+37,6%), fato que explica a queda da participação do agronegócio de 49,1% para 47,4% no total do mês.

As importações do agronegócio também aumentaram, passando de US$ 1,28 bilhão em março de 2020 para US$ 1,34 bilhão, o que representa elevação percentual de 4,5%.

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MAPA

Mais de 25 mil agricultores familiares irão receber benefício do Garantia-Safra neste mês

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garantia safra

O benefício será pago em parcela única de R$ 850 para produtores de 27 municípios em sete estados

A Portaria Nº 18, que determina o pagamento do Garantia-Safra, foi publicada nesta sexta-feira (16) pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Neste mês, receberão o pagamento agricultores de Alagoas, da Bahia, do Ceará, de Minas Gerais, da Paraíba, de Pernambuco e Sergipe. O montante chegará a mais de R$ 21,5 milhões.

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Diante do cenário imposto pela pandemia do Covid-19, a Secretaria de Política Agrícola decidiu antecipar, de forma excepcional, o pagamento do Programa Garantia-Safra na safra 2019/2020. Conforme publicado na Portaria 15, de 14 de abril de 2020, esse pagamento será realizado integralmente em parcela única de R$ 850.

O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões sistematicamente sujeitos à perda de safra, por razão de estiagem ou enchente. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%. O benefício Garantia-Safra é disponibilizado obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

Benefício bloqueado

Com o lançamento do serviço “Solicitar Requerimento de Defesa após Bloqueio do Benefício Garantia-Safra”, na plataforma Gov.br, os agricultores aderidos ao Garantia-Safra que tiveram a concessão do benefício bloqueado nos municípios com autorização do pagamento no mês de janeiro/2021, devem cumprir com as orientações dispostas na Portaria Nº 25, de 8 de julho de 2020, para regularização do benefício.

Caso o benefício esteja bloqueado, o agricultor deve acessar o seu perfil no Sistema de Gerenciamento do Garantia-Safra, neste link, e verificar o motivo do bloqueio através da notificação que consta no perfil. O agricultor terá até 30 dias, após a publicação da Portaria que autoriza o pagamento do benefício, para se manifestar quanto o bloqueio.

A relação dos agricultores que tiveram o benefício bloqueado, de forma cautelar, será encaminhada pelas Coordenações Estaduais aos gestores municipais.

AGRONEWS – Informação para quem produz

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