fbpx
conecte-se conosco

Notícias

Confira 05 dicas para proteger o gado do calor excessivo

Publicado

em

arroba do boi

Todo criador de gado precisa ficar atento às condições de seu rebanho em relação ao clima

Altas temperaturas e sol muito forte, comuns nesta época do ano, podem afetar bastante a saúde dos animais, causando, também, prejuízos para a produção. “Adaptar a propriedade para proteger o gado do sol e calor faz parte dos princípios do bem-estar animal. Além disso, toda a produção pode ser afetada quando a temperatura é muito alta. O gado perde peso e a expectativa de produção de leite tem uma diminuição considerável”, explica José Carlos Ribeiro, consultor agropecuário da Boi Saúde – Pecuária Inteligente.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

Com o desconforto causado pelo calor, os animais costumam comer menos ração – daí, ocorre a queda na produção. Segundo um estudo da Boi Saúde, ela pode chegar a 20% na produção leiteira quando a temperatura está muito alta.

13 fatos interessantes sobre hábitos bovinos que você precisa saber

Confira dicas do especialista sobre como amenizar o desconforto dos animais no calor e também como manter a produção normalizada em dias muito quentes:

01 – Faça corredores agroflorestais na propriedade

Com árvores dos dois lados, o corredor agroflorestal é o local ideal para manter os animais nos períodos mais quentes do dia, que costumam ser entre às 10 e 17 horas. Com essa técnica, o produtor manterá os bovinos em temperatura entre 18ºC e 22ºC graus, um parâmetro adequado.

Leia também:  Doenças causadas pela cigarrinha na lavoura de milho serão cobertas pelo Proagro

02 – Vacas de leite precisam ser resfriadas

Como a mudança climática afeta muito a reprodução e a fertilidade das vacas, é importante melhorar a sensação térmica para elas. Uma das técnicas para resfriamento corporal aplicadas comumente em países tropicais ou de tempo seco consiste em molhar as vacas e depois ventilá-las. A água faz a troca de calor com o corpo. A ventilação, por sua vez, previne casos de gripe e pneumonia. É preciso realmente molhar a vaca, e não deixá-la apenas úmida. Só assim a sensação térmica será alterada.

03 – Mantenha a água sempre na temperatura certa: fria

gado,proteger gado do calor,boi,noticias agro

Um animal adulto tem que consumir em torno de 45 litros de água por dia. No caso do gado de corte, o consumo é de três litros para cada quilo de matéria seca consumida. Essa medida varia de acordo com o clima, a umidade e as variações da região em que o animal está localizado. Já a quantidade ideal que um bovino de leite deve ingerir por dia é de quatro litros de água para cada um litro de leite produzido. A água fria auxilia no esfriamento do organismo do animal, proporcionando bem-estar.

Leia também:  Boi gordo: oferta em São Paulo segue com melhoras

04 – Plante mudas a cada três metros no pasto

É possível formar diversas fileiras no mesmo piquete. Além da presença de sombra, o ambiente ficará mais fresco, com temperaturas amenas. As raízes dessas mudas, quando adultas, farão uma melhor absorção da água da chuva, o que favorecerá os nutrientes da pastagem. Uma boa sugestão de espécie é o eucalipto. Bem adaptado ao solo brasileiro, ele não tem um custo alto de plantação, e cresce rápido.

05 – Construa galpões para proteção do sol – e também de tempestades

Como os pastos são lugares abertos e descampados, a probabilidade da ocorrência de raios é sempre muito alta. Se não há galpões para se abrigarem da chuva, os bovinos costumam se aproximar, por instinto de proteção, das cercas. Elas, porém, são uma das principais causadoras de mortes de bois em tempestades. Quando o raio atinge a cerca, a descarga elétrica se espalha por todo o cercado. Além do galpão, que também protege do sol, instalar para-raios na propriedade também é uma boa medida de proteção.

Leia também:  Safra de Feijão poderá ter quebra de até 40% devido clima

Fonte: Globo Rural

AGRONEWS – Informação para quem produz

Você sabia que o cérebro do gato é semelhante ao do humano?

MAPA

Mapa publica zoneamento agrícola da soja para safra 2021/2022

Publicado

em

soja

O plantio é mais intenso nos meses de outubro e novembro. A divulgação das portarias foi antecipada para auxiliar no planejamento da safra

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12) as portarias de Nº 110 a 125 com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo da soja. Nesta publicação, as unidades da federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Pará, Rondônia, Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

A soja adapta-se melhor a temperaturas do ar entre 20ºC e 30ºC. A temperatura ideal para seu crescimento e desenvolvimento está em torno de 30ºC. A faixa de temperatura do solo adequada para semeadura varia de 20ºC a 30ºC, sendo 25ºC a temperatura ideal para uma emergência rápida e uniforme.

Zarc

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

Leia também:  Jornal Europeu destaca o potencial da soja no norte de MT

O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

Complementarmente, no zoneamento da soja, também é considerado o risco fitossanitário causado pela ferrugem asiática da soja, pois o Zarc leva em conta as recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio.

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android

Leia também:  Boi: relação de troca atual é a mais desfavorável da história

Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos” .

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Especialistas

Feijão: ferramenta de software permite ter maior produtividade no setor

Publicado

em

feijão

Ferramenta permite reduzir aplicações de defensivos e ter produtividade

Dois programas têm ajudado produtores paranaenses a reduzir o uso de inseticidas e fungicidas nas lavouras de soja. A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo Integrado de Doenças (MID) elimina as aplicações preventivas de agrotóxicos e estabelecem parâmetros para que os produtos sejam usados apenas quando houver risco para as lavouras.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

O trabalho é desenvolvido junto a produtores de soja atendidos pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e conta com a ajuda de um software que auxilia no controle de pragas e doenças na oleaginosa. Já está em tratativas com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) a expansão da tecnologia para o feijão já na próxima safra.

O MIP do feijão já recebe as adaptações necessárias. O software vai facilitar a coleta de dados e permitir a consolidação dessas informações para análise. Hoje em dia tudo é feito manualmente ou em planilhas eletrônicas.

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

A ferramenta vai ajudar o extensionista a identificar rapidamente a ocorrência de pragas nas áreas de feijão e o seu manejo. Também vai dar informações para comparar o que está sendo feito nas áreas monitoradas e naquelas que não têm esse trabalho de monitoramento. O professor Gabriel Costa Silva, que desenvolveu o software e coordena o trabalho pela UTFPR, acredita que com as adaptações que estão sendo feitas, em breve o aplicativo poderá ser usado em qualquer cultura que adote o Manejo Integrado de Pragas ou de Doenças.

Leia também:  Aranha gigante em BH traumatiza moradores e não é o primeiro caso

O projeto de MIP na soja mostrou ser possível reduzir em até 50% as aplicações de inseticidas nas lavouras e em 35% o uso de fungicidas, mantendo-se a produtividade das lavouras. Para fazer esse manejo, os técnicos e produtores acompanham a ocorrência de pragas e doenças nas áreas de plantio, semanalmente. A ferramenta começou a ser usada em 2019 e nesta safra chegou a 230 agricultores, assistidos por 130 extensionistas do IDR-Paraná.

“O aplicativo permite a análise dos dados em formato de rede, analisando o comportamento de pragas e doenças em determinado município, região ou mesmo no estado. Tudo em tempo real, possibilitando a tomada de decisão mais acertada. O software é um ensaio para uma extensão rural mais moderna. Estamos nos preparando para o mundo digital. O uso dessas tecnologias vai ser uma opção para um serviço de Extensão Rural mais digital num futuro próximo”, observa Edivan José Possamai, coordenador estadual do Projeto Grãos do IDR-Paraná.

Fonte: Ibrafe

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Mercado Financeiro

Brasil deve colher 271,696 milhões de toneladas de grãos em 2020/21, diz Conab

Publicado

em

safra

A produção nacional de grãos está estimada em 271,696 milhões de toneladas, com um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20. A posição histórica deve-se à produção recorde da soja e aumento estimado do milho total. O resultado é do 8o levantamento da safra 2020/2021 de grãos, divulgado nesta quarta-feira (12), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

As culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, estão no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. Já no caso das culturas de inverno, o plantio se intensifica este mês, mas dependerá do volume das precipitações.

Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.

Leia também:  Independência Indígena: Xavantes dão início à primeira colheita de arroz em MT

Área

A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.

A soja mantém o seu destaque, com uma produção recorde estimada em 135,4 milhões de toneladas, 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra 2019/20. O Brasil assegura o título de maior produtor mundial da leguminosa.

Para o milho, cuja produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, o crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.

Para os demais grãos, alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas.

Leia também:  Jornal Europeu destaca o potencial da soja no norte de MT

As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.

Mercado

Algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. As exportações no acumulado de janeiro a abril de 2021 aumentaram 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em relação ao milho, mesmo com embarques ainda lentos, a demanda no cenário externo aponta para uma previsão de 35 milhões de toneladas exportadas na safra atual, valor praticamente igual ao que foi observado para a safra 2019/2020.

Quanto à soja, a Conab estima a venda de 85,6 milhões de toneladas para fora do país, aumento de 3,3% em relação ao último ano. Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. Por fim, para o arroz, as exportações em abril estão em ritmo 14% menor, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. No acumulado até abril também se observa a queda de 19% no volume exportado, devido à pouca disponibilidade do produto no início do ano. As informações partem da assessoria de imprensa da Conab.

Leia também:  Citros: exportação segue favorecida

Por Arno Baasch – Agência Safras

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo


Tendências