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Mercado Financeiro

Imposto de importação para milho e soja é suspenso até o fim de 2021

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Apesar da safra recorde, os preços internos seguiram em alta por causa da forte demanda externa e da desvalorização do real frente ao dólar

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) suspendeu novamente a alíquota do imposto de importação aplicado às importações de milho, soja, óleo de soja e farelo de soja. A medida entra em vigor sete dias após a publicação de resolução Gecex e termina em 31 de dezembro de 2021. 

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Em outubro do ano passado, a Camex já tinha autorizado a suspensão do imposto de importação para o milho até 31 de março de 2021 e da soja, do óleo em bruto e da farinha e pellets até 15 de janeiro de 2021. 

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A expectativa naquele momento era de que haveria estabilização nas cotações externas e a safra de grãos, em 2021, teria uma produção suficiente, de modo a reequilibrar a relação de preços com as proteínas animais, reduzindo a pressão de custos para as indústrias integradoras. Porém, as cotações internacionais tiveram comportamento de alta, pressionando ainda mais os preços internos. 

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Além do cenário de preços não ter se confirmado, apesar da safra recorde de 109 milhões de toneladas de milho e 135,5 milhões de toneladas de soja, os preços internos seguiram em alta em virtude da forte demanda externa e da manutenção da desvalorização do real frente ao dólar. 

Gecex 

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) é o núcleo executivo colegiado da Camex, responsável por definir alíquotas dos impostos de importação e exportação, fixar medidas de defesa comercial, internalizar regras de origem de acordos comerciais, entre outras atribuições. 

Segundo o Decreto 10.044/2019, o Gecex é integrado pela Presidência da República, pelos ministérios da Economia, das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Mercado Financeiro

Agronegócio responde por 84,05% do total exportado por Goiás em abril

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Mais de 800 milhões de dólares foram exportados pelo Estado, com destaque para soja e complexo carnes, sobretudo bovina e de frango

No mês de abril, o agronegócio foi responsável por 84,05% do total exportado por Goiás, somando 808,69 milhões de dólares. Os dados foram divulgados pelo Comex Stat do Ministério da Economia e compilados pela Gerência de Inteligência de Mercado da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). Ao todo, o Estado registrou 962,15 milhões de dólares em exportações.

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O complexo soja lidera as exportações do agro com 77,19% do total (624,23 milhões de dólares), seguido pelo complexo carnes, com 15,75% (127,34 milhões de dólares). Dentro do complexo carnes, o destaque fica com a carne bovina (88,53 milhões de dólares) e a carne de frango (35,58 milhões de dólares).

Também aparecem entre os destaques na pauta de abril as exportações de couro (16,18 milhões de dólares), complexo sucroalcooleiro (9,23 milhões de dólares), algodão (7,5 milhões de dólares), milho (5,56 milhões de dólares) e café (1,31 milhão de dólares).

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Acumulado

De janeiro a abril, o agronegócio já acumula 2,15 bilhões de dólares exportados em Goiás, o que representa 78,36% do total exportado pelo Estado no acumulado do ano. Deste total, 1,39 bilhão de dólares vêm da soja (64,85%) e 472,88 milhões de dólares do complexo carnes (21,97%).

Na avaliação do secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tiago Mendonça, o bom desempenho da pauta de exportações do agro mantém uma tendência que inclui o peso dos produtos mais exportados pelo Estado, com o acréscimo da diversificação da pauta. “Os produtores do Estado, com o apoio do Governo de Goiás, têm feito um trabalho excepcional com recordes de produção, sobretudo nas principais commodities, como soja e milho”, considera. “Ao mesmo tempo, vemos ganhar destaque outros produtos que incluem itens como couros, complexo sucroalcooleiro, algodão, café, entre outros, que têm um peso positivo pelo lado da diversificação da pauta de exportações. Isso contribui com o desenvolvimento em diversas frentes, sobretudo pela demanda que traz renda, movimenta a economia e gera empregos.”

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Foto: Wenderson Araújo/CNA

Por Seapa – Governo de Goiás

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Mercado Financeiro

Café arábica recua de máxima de 4 anos na ICE; açúcar bruto segue em queda

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Os contratos futuros do café arábica na ICE fecharam em baixa na sexta-feira, com o mercado se consolidando após atingir uma máxima de quatro anos na sessão anterior, enquanto o açúcar bruto também recuou.

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O café arábica para julho fechou em queda de 1,4 centavo de dólar, ou 0,9%, a 1,5290 dólar por libra-peso.

O contrato atingiu 1,5540 dólar na quinta-feira, máxima desde janeiro de 2017.

O arábica tem obtido suporte do clima seco no Brasil, maior produtor global, que deve colher uma safra reduzida neste ano. Além disso, também dando impulso ao mercado, o real se valorizou no Brasil, atingindo o maior nível em mais de três meses na quinta-feira.

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O real mais forte desencoraja a venda de café arábica precificado em dólar por produtores e exportadores, já que o retorno nos termos da moeda local diminui. O banco de investimentos Itaú BBA disse que o cenário segue positivo para o café com a chegada do inverno no Brasil, com chances de geadas.

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O banco também afirmou que a possibilidade de chuvas nos próximos dias, após um longo período de seca, pode ser mais negativa do que positiva, devido às chances de que os grãos caiam dos pés de café.

O café robusta para julho fechou em baixa de 8 dólares, ou 0,5%, a 1.539 dólares a tonelada.

Açúcar

O açúcar bruto para julho recuou 0,06 dólar, ou 0,3%, para 17,49 centavos de dólar por libra​​-peso, tendo alcançado uma máxima de uma semana e meia, de 17,89 centavos, na quinta-feira.

Operadores afirmaram que o mercado do açúcar deve registrar algumas vendas no curto prazo devido ao crescente desconto para o contrato julho frente ao outubro, um sinal baixista que indica aumento nas ofertas.

Eles acrescentaram, no entanto, que o contrato julho deve encontrar suporte abaixo dos 17,20 centavos, com o cenário de ofertas se deteriorando no Brasil, maior produtor global. Isso significa que o mercado, no fim das contas, está posicionado para ganhos.

O contrato agosto do açúcar branco fechou em alta de 1,80 dólar, ou 0,4%, a 464,70 dólares a tonelada.

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Fonte: Money Times

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Mercado Financeiro

Exportações de carne bovina cresceram 12% em abril, mesmo com China comprando menos

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Mesmo com a China reduzindo suas compras em 9.058 toneladas no mês de abril em relação a março, as exportações totais de carne bovina (in natura e processada) cresceram em abril 12% no volume e 23% na receita, na comparação com o mesmo período do ano passado. A movimentação atingiu 152.626 toneladas (foram 135.857, em 2020), o que proporcionou uma receita de US$ 706,7 milhões (foram US$ 576,6 milhões no ano passado).

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As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), que compilou os dados fornecidos pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/DECEX), do Ministério da Economia. Com este desempenho, o acumulado dos quatro primeiros meses do ano já registra crescimento de 3% em toneladas (563.651 ton.) e de 5% na receita (US$ 2,52 bilhões). No ano passado, no mesmo período, a movimentação foi de 549.791 toneladas e a receita de US$ 2,39 bilhões

A China, com suas importações através de continente (44,5 % do total), e pela cidade estado de Hong Kong (14,2%), continua sendo de longe o maior cliente da carne bovina brasileira, somando 58,7% das exportações. Neste ano já comprou 330.929 toneladas, com receita de US$ 1,479 bilhão. No ano passado, no quadrimestre, as aquisições chegaram a 295.255 toneladas com receita de US$ 1,346 bilhão. Em janeiro a China adquiriu pelas duas portas de entrada do produto 74.707 toneladas; em fevereiro foram 79.895 toneladas; em março atingiu 93.692 toneladas e em abril 84.634 toneladas.

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Na segunda posição do quadrimestre está o Chile com importações de 25.712 toneladas (- 3,9% em relação ao ano passado); em terceiro vem os Estados Unidos, com crescimento de 157,6% nas suas importações (23.009 toneladas) e em quarto as Filipinas, com crescimento de 75,5% na sua movimentação de 20.390 toneladas. Os Emirados Árabes também aumentaram suas importações em 14,3% com 14.998 toneladas, ficando na quarta posição. Em quinto lugar veio o Egito com 14.862 toneladas (- 45,5%); em sexto a Arábia Saudita, com 12.548 toneladas (-26,6%) e em sétimo Israel, com 11.382 toneladas (-6,1%). Entre os 20 maiores importadores, também contribuíram para o crescimento da movimentação em abril, a Itália (+ 19,3% nas aquisições); o Reino Unido (+ 10,4%); Singapura (+ 2,7%) e a Jordânia (+ 32,7%). No total, segundo a ABRAFRIGO, 66 países aumentaram o volume das importações e outros 75 diminuíram.

Por Norberto Staviski/ ABRAFRIGO

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