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Nota de Esclarecimento: Alterações no Zoneamento Agrícola de Risco Climático da cultura do milho 2ª safra

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plantio de milho

A proposta do Mapa se insere no esforço para estimular o plantio do milho, tendo em vista a situação de oferta e demanda para o produto na próxima safra

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) solicitou à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) uma nova mudança metodológica no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) do milho de 2ª safra. A alteração, que consiste na inclusão de mais um nível de risco nos estudos, o de 50%, deverá ser apresentada ao Banco Central e às seguradoras no primeiro semestre de 2021 como proposta para a safra 2022.

“Essa proposta do MAPA se insere no esforço do governo para estimular o plantio do milho, tendo em vista a situação de oferta e demanda bastante ajustada prevista para o produto na próxima safra”, esclarece o Departamento de Gestão de Riscos, em nota divulgada nesta sexta-feira (12).

Nota de Esclarecimento: Alterações no Zoneamento Agrícola de Risco Climático da cultura do milho 2ª safra

Considerando as inúmeras demandas recebidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para ampliação da janela de plantio do milho de 2ª safra, recomendada no Zoneamento Agrícola de Risco Climático – ZARC, esclarecemos a seguir o posicionamento deste Ministério:

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1) Inicialmente é importante informar que os demandantes alegam que o atraso no plantio e o alongamento do ciclo da soja, provocado por questões climáticas, não está permitindo que o milho de 2ª safra seja semeado dentro da janela indicada no ZARC. Ainda, complementam, que o plantio fora do ZARC pode desestimular os agricultores a plantar a cultura, causando uma possível diminuição na produção de milho com reflexo no abastecimento do cereal.

2) Quanto a Portaria de ZARC para o milho de 2ª safra, validada pelo setor produtivo e publicada em setembro de 2020 – vigente para safra 2020/2021 – temos a esclarecer o que segue. Em 2020 a Embrapa implementou uma metodologia inovadora nos estudos de ZARC, isso foi motivado por solicitações do setor produtivo de alguns Estados que não tinham janela de plantio para essa cultura, mas que alegavam que a cultura poderia ser cultivada, e também por demandas de municípios que alegavam que as janelas de plantio, indicadas até 2019, poderiam ser estendidas.

3) Para avaliar tais solicitações, o ZARC 2020 foi realizado considerando as especificidades das condições térmicas, que variam conforme a região do Estado e a época de plantio, e o impacto que isso tem na fenologia do milho e na duração dos ciclos. Constatou-se que a duração do ciclo usado na versão até 2019 estava menor do que a realidade em muitos municípios e épocas de plantio e, portanto, com riscos subestimados. Assim, a duração dos ciclos de cultura, que até 2019 eram baseados num valor fixo médio de 120 dias para o grupo de cultivares 1; e 140 dias para o grupo de cultivares 2, para a maioria das Unidades da Federação, passaram a ser variáveis conforme o município e época de plantio.

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4) Nesta nova metodologia, a duração dos ciclos das cultivares de milho passou a variar desde 100 dias, nas regiões mais quentes e plantios precoces, até 180 dias nas regiões mais frias e plantios tardios. Dessa forma, os resultados são mais detalhados e precisos, pois caracterizam melhor o desenvolvimento fenológico da cultura e as diferenças entre regiões. Essa metodologia permitiu que municípios fossem incluídos no ZARC do milho de 2ª safra, que outros tivessem a janela de plantio estendida e outros a janela encurtada, com prevalência dos dois primeiros casos.

5) A metodologia e os critérios de avaliação de risco que gerou redução de decêndios para o plantio em alguns municípios, é exatamente a mesma que gerou aumento de decêndios para plantio na maioria dos outros municípios. O milho 2ª safra é semeado em um período de maior risco, onde a cultura é exposta, normalmente, a condições de estresse hídrico e temperaturas não favoráveis, principalmente no final do ciclo.

6) Neste ponto, cabe destacar que o ZARC não é proibitivo, é apenas um critério adotado para acesso aos programas Proagro e Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). É fundamental enfatizar, ainda, que as condições de risco mais elevado desse cultivo são de amplo conhecimento de produtores e técnicos. Colheitas tardias, resultado de plantios mais tardios, principalmente nas regiões centro-sul, são realizadas nos meses frios e normalmente úmidos, muitas vezes são realizadas com o milho em níveis de umidade não ideais, expondo ainda mais a cultura às perdas.

7) O estudo de ZARC demonstrou que em plantios realizados em fevereiro, nas regiões mais frias do centro-sul, a cultura estará em campo em fases ainda sensíveis a geada, risco que aumenta rapidamente a partir de abril e maio, e que em regiões centrais do Brasil o risco de seca se eleva bastante. Adicionalmente, no centro-sul, colheitas realizadas em maio, junho e julho, período frio e normalmente propenso a episódios de chuva, nebulosidade e ou umidade por períodos prolongados, tem grandes chances de permanecerem no campo por mais tempo por falta de condições adequadas de colheita, aumentando as chances de perdas graves por grãos “ardidos” e apodrecidos.

8) Nos últimos anos, são elevados os números de solicitações que chegam à Comissão Especial de Recursos CER/PROAGRO, solicitando coberturas de perdas por esse motivo em diversas culturas. Considerando que o ZARC, publicado como Portarias desta Secretaria de Política Agrícola, é um estudo técnico-cientifico utilizado em sua integralidade para enquadramento do Proagro e para o PSR, qualquer alteração intempestiva pode trazer consequências para o Banco Central do Brasil – gestor do Proagro, para a Secretaria de Política Agrícola – gestora do PSR, para o Tesouro Nacional – fonte das subvenções para as companhias seguradoras e dos recursos para pagamento das perdas do Proagro – que ofertam os seguros rurais no país, e aos produtores rurais.

https://agronewsbrasil.com.br/piscicultura-em-cuiaba-secretaria-de-agricultura/

9) Ademais, alterações dos prazos de ZARC sem estudos técnicos que as fundamentem trazem riscos altíssimos para o Proagro. Em tratativas com o Banco Central do Brasil, o Tesouro Nacional e a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, foi afastada a possibilidade de prorrogação do ZARC, pois as alíquotas vigentes, a estrutura atuarial e as normas do programa consideram o ZARC vigente. É importante destacar que atualmente a maior parte dos recursos aplicados no ZARC para a realização da pesquisa é proveniente do Bacen, portanto qualquer alteração intempestiva nas portarias, sem a devida justificativa técnica, também poderia prejudicar essa relação de confiança estabelecida com o MAPA.

10) Ainda, há que se considerar que o ZARC é também um dos instrumentos balizadores do seguro rural. Os riscos climáticos cobertos pelos contratos de seguro e assumidos pelas seguradoras são analisados e precificados com base no histórico e sob certas circunstâncias. Esses parâmetros de exposição são, inclusive, compartilhados com outras empresas que participam do risco, como as resseguradoras, que em grande parte estão fora do país. Alterações não fundamentadas nesses parâmetros de risco trazem insegurança às relações e maiores incertezas nas estimativas calculadas de perdas potenciais para cada safra nas carteiras das seguradoras e resseguradoras. Além disso, ressaltamos que as seguradoras habilitadas no PSR e as empresas resseguradoras, através da Fenseg e Fenaber, se manifestaram formalmente no sentido de que não aceitariam riscos fora da janela preestabelecida.

11) Em 2020, visando estabelecer regras de participação na formulação ou aperfeiçoamento do ZARC, proporcionando maior segurança ao estudo divulgado, inclusive após recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU), o MAPA publicou a Portaria Nº 412, na qual estabelece, em seu Art. 5º, que “Os elementos originais integrantes do ZARC não serão alterados após a sua divulgação, ressalvadas as hipóteses de elementos inéditos e de erro material”. O artigo também menciona que qualquer proposta de alteração poderá ser avaliada para as safras seguintes, respeitando um período mínimo de 12 meses para que ocorram as devidas avaliações técnicas.

12) Ante todo o exposto, considerando as atualizações metodológicas incorporadas no estudo de ZARC de 2020, as correções na duração de ciclos, que estavam inadequados para algumas regiões e épocas, os riscos envolvidos e as implicações nos contratos de Proagro e PSR, e a Portaria Nº 412, informamos não ser possível realizar alterações nos resultados vigentes, impossibilitando, dessa forma, qualquer alteração das janelas de plantio nas portarias de ZARC do milho 2ª safra.

13) Considerando as questões climáticas verificadas nesta safra e as solicitações específicas apresentadas, o MAPA solicitou a Embrapa uma nova mudança metodológica no ZARC do milho de 2ª safra, essa deverá ser apresentada ao Banco Central e Seguradoras no primeiro semestre de 2021 como proposta para a safra 2022, e consiste na inclusão de mais um nível de risco nos estudos, o de 50%, isso deverá proporcionar um aumento nas janelas de plantio, o que, do nosso ponto de vista, pode fomentar a geração de novos produtos de seguro e Proagro para casos específicos como desta safra, e que dependem ainda de avaliação e de aceite desse novo risco pelos agentes. Essa proposta do MAPA se insere no esforço do governo para estimular o plantio do milho, tendo em vista a situação de oferta e demanda bastante ajustada prevista para o produto na próxima safra.

14) Adicionalmente, será desenvolvido, ainda em 2021, o ZarcPro – Zoneamento de Produtividade – para cultura do milho e da soja, o estudo indicará os níveis de risco para três níveis de produtividade esperada (baixa, média e alta). As informações do ZarcPro irão gerar novas possibilidades para e criação de produtos de Seguro Rural e Proagro mais adequados para diferentes realidades do campo (ambientes, épocas e nível tecnológico: mais ou menos produtivos).

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Mercado Financeiro

Etanol mais barato: CCJ revoga resolução da ANP que reserva mercado para distribuidoras

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etanol

A decisão parlamentar favorável ao fim da proibição das usinas venderem seu etanol aos postos, deixando de ter de passar obrigatoriamente pelas distribuidoras, deve baratear o preço do combustível para o consumidor em até R$ 0,20 por litro. A medida foi aprovada, hoje, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCT), sob a relatoria do deputado Sílvio Costa Filho. A matéria segue para a aprovação no plenário da Câmara Federal.

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Nesta quarta-feira (5), depois de mais de um ano parado na CCJ, a grande maioria dos deputados federais desse colegiado, sob a liderança de Sílvio Costa Filho (Republicanos/PE), que é o relator da venda direta através do Projeto de Lei (PDC 978/2018), admitiu a constitucionalidade da matéria. O próximo passo, antes de ser encaminhada para a votação no plenário da Casa, será a discussão detalhada da regulamentação tributária, segundo revela a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana)

A Feplana, entidade que representa 60 mil canavieiros e reivindicou esta venda direta através do deputado JHC (PSB/AL) que apresentou o PDC em 2018, parabeniza os deputados da CCJ, em especial a Sílvio Costa Filho pelo relatório aprovado pelo conjunto de parlamentares dos partidos da situação à oposição, com única exceção do PT e Psol. “Sílvio demonstrou muito bem para os seus pares os pontos positivos do PDC, sobretudo no tocante aos benefícios para o consumidor de etanol e para toda a cadeia produtiva, esta que voltará a ter o direito de escolher se quer vender para a distribuidora ou direto para os postos, sendo positivo para a geração de emprego e renda”, diz Alexandre Andrade Lima, presidente da Feplana.

https://agronews.tv.br/entrevista-com-o-senador-wellington-fagundes-o-agro-no-combate-ao-covid-19/

Lima avalia que Sílvio também se destacou ao explicar que a venda direta não interfere na qualidade do etanol hidratado vendido de forma direta, já que é o mesmo que passa pelas distribuidoras até chegar aos postos, estando a ANP e mais órgãos responsáveis pela fiscalização habitual de sempre.

Quanto à questão tributária, seja pelo modelo de cobrança bifásica ou monofásica, o relator lembrou que o PDC é uma oportunidade inclusive para se debater a melhor regulamentação e combate à sonegação fiscal sobre o etanol, que hoje anda muito presente nos estados, apesar da venda ser exclusiva pelas distribuidoras. Este ponto gerou muitos debates antes da admissibilidade do PDC. Assim, Sílvio garantiu que o mérito a respeito será alvo de mais discussões. Comprometeu-se que não levaria a matéria para o plenário antes disso ser resolvido junto ao governo federal e com todos os partidos da Casa, ora conduzidos pelo presidente Arthur Lyra (PP/PB).

Por Alexandre Andrade – AFCP

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Mato Grosso

Em Mato Grosso, deputado Allan Kardec apresentou maior obra de pavimentação do estado

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zoneamento agricola

Mais de 1.200 quilômetros de rodovias serão asfaltados e/ou recuperados entre Juína, Colniza e os municípios de Vilhena e Machadinho D’Oeste (RO), impulsionando a logística de distribuição

O deputado estadual Professor Allan Kardec (PDT) visitou, no último final de semana, os municípios de Colniza, Juína e Juruena, na região noroeste de Mato Grosso, para resolver diversas demandas que vão desde a área da saúde à infraestrutura. Em especial, foi feito o anúncio da maior obra de pavimentação do estado, que vai da BR-174, entre Vilhena e Juína, segue de Juína a Colniza, passando por Juruena, até a MT-206, chegando a Machadinho D’Oeste, em Rondônia, totalizando aproximadamente 1.235 quilômetros.

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Essa região sempre sofreu para o escoamento da produção agropecuária por conta da ausência de asfalto ou trechos bastante degradados, gerando, além de lentidão no transporte, zonas de atolamento que dificultam muito a logística de distribuição. O projeto será executado pelo governo estadual e governo federal e é fruto de uma articulação do deputado, por meio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

zoneamento agricola

Em Colniza, o deputado se reuniu com o prefeito Miltinho (PSC) para solucionar o cadastramento da Central de Triagem da Covid-19 junto à Secretaria de Estado de Saúde (SES), que estava inviabilizando a chegada de recursos ao município. O prefeito Miltinho agradeceu a intervenção do deputado, que na mesma hora incluiu Colniza junto à SES na lista de municípios que recebem recursos exclusivos para o combate à Covid-19.

https://agronews.tv.br/em-mato-grosso-incentivos-fiscais-estimulam-movimentacao-do-comercio-exterior/

Em seguida, Kardec se deslocou até a Câmara Municipal e seu reuniu com os vereadores, diretores e gestores escolares e a secretária de Educação, Selma Dill, para tratar de diversas pautas da educação, como reformas e melhorias de escolas, especialmente as escolas do campo. O deputado destinou uma emenda de quase 25 mil reais para obras emergenciais que já foram realizadas na Escola Bernardino Gomes da Luz.

Para o município de Juruena, além da área da saúde, a principal demanda foi relacionada à agricultura familiar, que será solucionada por meio de emenda parlamentar. A Estação de Tratamento de Água e Esgoto (ETA) da cidade não consegue abastecer os bairros mais distantes e as comunidades rurais. “Estamos trabalhando para conseguir a construção de dois poços artesianos para auxiliar no abastecimento da região”, afirmou o deputado durante a visita.

Durante as visitas, o deputado ainda realizou entregas de materiais esportivos e recebeu diversas outras demandas, que se tornarão proposições parlamentares por meio de indicações e requerimentos a serem apresentados na Assembleia Legislativa.

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Geral

Cuidado: Eduardo Costa revela que não é o verdadeiro compositor da nova música

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eduardo costa cuidado

Eu não sou o compositor desta música“, afirma Eduardo Costa, entenda.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o cantor admite não ser o compositor do novo single que esta bombando nas redes sociais e revela em detalhes como foi composta a sua nova música “Cuidado”. Eduardo comenta também sobre as ameaças que vem enfrentando após o lançamento.

Eduardo Costa comenta que nunca na história de sua carreira ele teve tanto sucesso em uma música como agora em “Cuidado”, com um crescimento muito grande em menos de 24h após o lançamento. “No Brasil inteiro só se fala dessa música, em todos os lugares que eu vou, o tempo inteiro recebendo mensagens aqui. E junto com isso veio ameaças, junto com isso veio pessoas atacando né, pessoas achando que essa música tem contexto político.”, explica.

Inspiração divina

Em outro trecho do vídeo o cantor fala de sua inspiração para compor a música. Ele admite que a música “Cuidado” foi composta em cerca de 8 minutos apenas e que ele recebeu uma mensagem divina para escrever a letra. “Essa música foi psicografada assim, eu demorei mais ou menos uns 7 ou 8 minutos pra fazer essa música. Essa música não é minha, essa música é uma mensagem que Deus me entregou como se fosse uma carta e mandou eu distribuir pra vocês. Eu estou aqui pra dizer pra vocês, eu não sou o compositor desta música, eu apenas escrevi uma mensagem“, revela Eduardo Costa.

Alfinetadas políticas

Sobre o fato da música citar o sistema político do país e a forma como alguns eleitores acabam caindo na tentação de vender o seu voto, Eduardo Costa afirma que a inspiração veio para relembrar nosso papel como cidadãos eleitores e não sobre determinados políticos. “Não existe política nesta música, se existisse eu teria ‘culhão’, seria homem macho suficiente, como eu sou, para vir aqui falar pra vocês: essa música tem sim cunho político, mas ela não tem.“, esclarece Eduardo Costa.

Assista abaixo vídeo completo com o depoimento do cantor Eduardo Costa.

Sobre a música “Cuidado”

Abaixo você confere a descrição na íntegra do videoclipe

Essa não é apenas uma música, é um manifesto, um apelo pela conscientização do nosso povo. Essa é uma música para nos fazer lembrar que temos que pensar muito antes de tomar uma decisão ! Pois está decisão pode afetar nossas vidas, as vidas dos nossos filhos e dos filhos dos nossos filhos !

A sociedade precisa entender que antes de escolher alguém pra nos representar frente a uma nação precisamos avaliar muito bem os prós e contras e não simplesmente escolher um número, preenche- lo nas urnas e apertar confirma! Nossa escolha vai muito além disso! cada um de nós somos responsáveis por acompanhar se as promessas foram cumpridas e se tudo será realizado ! Se cada um de nós não entender a importância disso, depois não adianta ficar bravo ! Afinal depois que nada for feito, ficaremos quatro anos com a sensação de ter vendido á “alma para o diabo”. ⚠️“CUIDADO. MUITO CUIDADO” ⚠️

Ainda não ouviu a música? Então assista abaixo o videoclipe oficial de lançamento da música “Cuiadado”.

Por Vicente Delgado – AGRONEWS

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