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Cuiabá-MT planeja alavancar setor produtivo rural, piscicultura será um dos pilares

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piscicultura em cuiabá

A Secretaria de Agricultura, trabalho e desenvolvimento de Cuiabá prepara modelo inovador para integrar a produção agropecuária do município, principalmente na agricultura familiar. A Piscicultura será um dos pilares deste projeto.

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O Secretário de Agricultura de Cuiabá, Francisco Vuolo, recebeu na manhã desta quinta-feira(04), o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura- PEIXE BR, Francisco Medeiros. Na reunião, Vuolo apresentou o cenário atual e as potencialidades da capital mato-grossense para o desenvolvimento da cadeia produtiva do peixe. Foram analisados dados estatísticos, condições geográficas e estratégicas para fomentar pequenos produtores, além de criar condições para instalação de industrias para o beneficiamento da produção, visando o fechamento de todo o ciclo da cadeia produtiva.

Será um salto enorme para o setor rural de Cuiabá e consequentemente para o desenvolvimento do município. Estamos trabalhando muito e analisando todas as informações sobre as diversas atividades, antes de tomarmos qualquer decisão. Queremos ouvir os especialistas da cada área e juntos montarmos um projeto que faça a diferença, e a piscicultura é um dos pilares deste planejamento.“, explica Vuolo.

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Crescimento sustentável

A produção de peixes cultivados no Brasil, atingiu 758.006 toneladas, com receita de cerca de R$ 7 bilhões (2019). Segundo informa o presidente da Peixe-BR, a piscicultura gera cerca de 1 milhão de empregos diretos e indiretos. O Brasil é o quarto maior produtor mundial de tilápia, espécie que representa 57% da produção do país. Os peixes nativos, liderados pelo tambaqui, participam com 38% e outras espécies com 5%. Nos últimos seis anos (período de levantamento da Peixe BR), a produção de peixes de cultivo saltou 31% no país: de 578.800 t (2014) a 758.006 t (2019).

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Para Medeiros, Cuiabá pode se tornar um grande produtor de peixe nacional. Segundo a sua avaliação, temos todas as condições geográficas e climatológicas para alavancarmos a produção, mas ainda precisamos criar as políticas públicas necessárias para dar garantia jurídica a todo o processo. “Fico muito feliz em participar desta reunião, pois foi possível apresentarmos todos os pontos de melhoria que são necessários antes da implantação deste projeto. Isso vai dar celeridade aos processos burocráticos essenciais e dar legalidade aos produtores rurais de Cuiabá.“, avalia o presidente da Peixe-BR.

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Francisco Medeiros também se prontificou em auxiliar nas orientações necessárias e apresentar alguns cases de sucesso em outras localidades do Brasil, para servirem de modelo ao projeto cuiabano.

Vuolo ainda esclareceu que esta é apenas a fase inicial de pesquisa e análise dos principais setores, mas garante que Cuiabá terá em breve um modelo inovador no setor produtivo, com a implantação de novas práticas, tecnologias e desenvolvimento humano. “Estamos a todo vapor aqui na secretaria para apresentarmos a sociedade um projeto que realmente funcione, que traga mais diginidade, trabalho e renda aos produtores rurais do município. Esta iniciativa será uma mola propulsora para o desenvolvimento de Cuiabá.”, finaliza Francisco Vuolo.

Outras atividades estão no radar do secretário e em breve serão apresentadas a toda a sociedade.

Por Vicente Delgado – AGRONEWS

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Publicado nova regulamentação para controle da Ferrugem Asiática da Soja

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soja

A nova regulamentação passa a valer a partir de 1º de junho e entre as principais alterações está a instituição de um novo modelo de governança do programa de controle de pragas

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (14), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 306 que revisa e atualiza os procedimentos previstos no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), instituído em nível nacional pela Instrução Normativa nº 2/2007.

A nova regulamentação passa a valer a partir de 1º de junho e entre as principais alterações está a instituição de um novo modelo de governança do programa de controle de pragas.

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“As medidas fitossanitárias relativas aos períodos de vazio sanitário e do calendário de semeadura passarão a ser instituídas pela Secretaria de Defesa Agropecuária, as quais serão estabelecidas com base nas sugestões dos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal, em articulação com as Superintendências Federais de Agricultura em cada estado, considerando ainda os dados de pesquisa científica, de monitoramento da praga na safra anterior, os resultados dos ensaios de eficiência de fungicidas, no zoneamento agrícola, entre outros”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

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O vazio sanitário, definido como um período contínuo de pelo menos 90 dias durante o qual não se pode semear ou manter plantas vivas de uma espécie vegetal em uma determinada área, visa a redução do inóculo de doenças ou população de uma determinada praga.

O calendário de semeadura da soja, recomendado pela pesquisa científica como medida que visa a racionalização do número de aplicações de fungicidas e a consequente redução dos riscos de desenvolvimento de resistência do fungo causador da doença, até o momento estabelecido por apenas alguns estados produtores, passa então a ser reconhecido oficialmente pelo Mapa, com adoção obrigatória em nível nacional.

https://agronews.tv.br/centro-oeste-nao-e-contemplado-pelo-experiencias-do-brasil-rural/

“Ambas as medidas poderão ser estabelecidas de forma regionalizada, dentro de uma mesma Unidade da Federação, respeitando-se assim as características edafoclimáticas e condições peculiares de cada região produtora”, ressalta o diretor.

A normativa estabelece ainda que os registros dos dados relativos ao monitoramento da ocorrência da praga deverão ser armazenados em sistema informatizado próprio, a ser disponibilizado posteriormente pelo Mapa e que será utilizado para orientar os produtores quanto às condições de dispersão da doença e o momento mais adequado para utilizar as medidas recomendadas para o seu controle.

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O novo modelo de governança do PNFCS foi elaborado a partir de um longo período de discussão e o envio de sugestões por parte de toda a cadeia produtiva, incluindo produtores rurais, empresas fabricantes de insumos, instituições de pesquisa e os órgãos oficiais de Sanidade Vegetal.

“Para que tanto os produtores quanto os órgãos estaduais responsáveis pelas ações de fiscalização do programa possam se preparar de forma adequada, a nova normativa mantém os períodos de vazio sanitário previamente estabelecidos para o ano de 2021”, destaca Goulart.

Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja

O PNCFS visa ao fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja, congregando ações estratégicas de defesa sanitária vegetal com suporte da pesquisa agrícola e da assistência técnica na prevenção e controle da praga.

Essa doença é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi e considerada uma das mais severas que incidem na cultura da soja, podendo ocorrer em qualquer estádio fenológico. Nas diversas regiões geográficas onde a ferrugem asiática foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.

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AGRONEWS – Informação para quem produz

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Previsão do tempo

La Niña chega ao fim, mas poderá voltar na primavera

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A Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (NOAA) divulgou um relatório nesta quinta-feira, 13 de maio e indicou que o fenômeno La Niña no oceano Pacífico terminou e que estamos sob neutralidade climática

A tendência é de manutenção da neutralidade durante o inverno brasileiro e chance de retorno de um La Niña fraco no fim do ano. E a palavra “chance” é usada aqui porque a previsão de longo prazo feita em estações de transição, como o outono, tem maior incerteza.

Importante sempre ressaltar que neutralidade não significa chuva e temperatura dentro da média. Existem outras variáveis além da temperatura do oceano Pacífico que impactam o Clima . Por isso mesmo, a atualização da previsão trimestral da simulação canadense CanSIPS indica o período entre maio e julho com chuva abaixo da média nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

https://agronews.tv.br/centro-oeste-nao-e-contemplado-pelo-experiencias-do-brasil-rural/

No Norte, há previsão de chuva acima da média, enquanto o Nordeste tem previsão de uma precipitação próxima do normal na maior parte da Região.

Para o Sul, Sudeste e Centro-Oeste, apesar da previsão de chuva abaixo da média, não teremos uma seca tão persistente como foi a observada no ano passado. Em 2020, sob La Niña, a chuva não apareceu com tanta frequência, mas neste ano, sem o fenômeno, não será estranho o aparecimento de alguns períodos mais úmidos, embora na soma de três meses, o acumulado de chuva não seja suficiente para alcançar a média histórica.

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A própria simulação europeia ECMWF indica chuva mais intensa sobre a Região Sul e Estados de São Paulo e de Mato Grosso do Sul entre 25 e 31 de maio, por exemplo. Para temperatura, a simulação CanSIPS indica desvio acima do normal especialmente no norte do Paraná, interior de São Paulo e de Minas Gerais e na Região Centro-Oeste.

Já na costa do Sudeste, entre Rio De Janeiro , Espírito Santo e Minas Gerais, observamos desvios entre a média e um pouco abaixo da média. Isso indica um padrão de deslocamento das ondas de frio, que passarão pela maior parte da Região Sul, mas desviarão para a costa do Sudeste, mantendo o interior do país com temperaturas mais elevadas que o normal.

Por Climatempo

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Mercado Financeiro

Gâmbia e Costa Rica lideram importação de arroz do Brasil no mês de abril

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arroz

A República da Gâmbia liderou as compras de arroz (base casca) do Brasil em abril deste ano, com importações de 29.412 toneladas. Em seguida, aparece a Costa Rica, com 24.228 t. Os dois países responderam por quase a metade das 111.145 t do cereal brasileiro exportado no mês passado, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e o Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz).

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Em abril, os embarques de arroz recuaram mais de 30 mil toneladas em relação ao mesmo mês de 2020, quando totalizam 145.508, informam a Abiarroz e o Sindarroz, com base em dados do Ministério da Economia. Além da Gâmbia e da Costa Rica, outros quatro países lideraram as compra do cereal do Brasil: Países Baixos (20.589 t), Peru (15.784 t), Nicarágua (4.115 t) e Venezuela (3.869 t).

As exportações brasileiras de arroz também tiveram redução no primeiro quadrimestre, em comparação com igual período de 2020. De janeiro a abril deste ano, o Brasil embarcou 318.869 t, contra 383.687 dos quatro primeiros meses de 2020.

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O recuo das vendas externas de arroz em abril não surpreendeu a associação. Segundo o diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz, Gustavo Trevisan, as exportações do cereal brasileiro estão voltando aos patamares anteriores à pandemia de covid-19, o que já era esperado pelo mercado.

“Com a pandemia, alguns países exportadores de arroz, como o Vietnã, Tailândia e Índia, restringiram as vendas externas. Com isso, houve um aumento expressivo das nossas exportações. Agora, com a retomada das atividades, os embarques do Brasil estão retornando aos volumes normais.”

Qualidade

Trevisan destaca também que há espaço para o aumento das exportações brasileiras de arroz no cenário de normalidade. “A qualidade do nosso arroz e a eficiência da nossa indústria arrozeira são os nossos diferenciais no mercado internacional. Isso tem contribuído para ampliar mercados.”

O diretor de Assuntos Internacionais da Abiarroz estima exportações de 1,5 milhão de t neste ano, contra 1,8 milhão t de 2020. Na avaliação de Trevisan, este será um volume muito bom de vendas externas.

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“Uma das estratégias da Abiarroz para alcançar este resultado é intensificar as ações promocionais do arroz brasileiro no mercado externo, por meio do projeto Brazilian Rice, desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil”, informa Trevisan.

Importações

De acordo com a Abiarroz e o Sindarroz, as importações de arroz em abril somaram 102.142 t, contra 70.977 t do mesmo mês de 2020. No primeiro quadrimestre deste ano, o Brasil comprou de outros países, principalmente Paraguai, Uruguai e Argentina, 389.003 t do cereal. Em igual período de 2020, as importações alcançaram 331.218 t.

Por Abiarroz

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