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Pq Brangus? Websérie da ABB aborda produção de carne de qualidade e detalhes da raça

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Os cinco episódios mostrarão depoimentos de pecuaristas que utilizam a raça Brangus para produzir carne de qualidade.

A Associação Brasileira de Brangus (ABB) começou a exibir a websérie Pq Brangus? Os cinco episódios, que têm duração média de um minuto, serão lançados no canal da entidade no Youtube e trarão depoimentos de pecuaristas que utilizam animais da raça Brangus para dar competitividade a seus sistemas pecuários e produzir carne de qualidade.

Os vídeos foram gravados em seis fazendas de seis Estados do Brasil – Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Tocantins. “A equipe que produziu o material percorreu aproximadamente 8 mil quilômetros nas regiões Centro-Oeste e Sudeste para ouvir usuários da raça Brangus”, destaca o diretor de Marketing da ABB, João Paulo Schneider, o Kaju.

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A websérie terá cinco episódios que serão lançados na internet a cada semana. Cada um deles abordará um tema diferente, conforme Kaju. “A websérie mostrará o porquê de usar os bovinos Brangus para produzir carne de qualidade, destacando as características da raça, como rusticidade, facilidade de adaptação, fertilidade e produtividade”, destaca o dirigente.

Sobre a raça

A Brangus é uma das raças bovinas de corte que mais cresce no País. Durante os leilões se observou um maior interesse de centrais de inseminação por reprodutores Brangus, com grande destaque pela alta demanda de sêmen de touros da raça para cobrir fêmeas F1, uma excelente alternativa de cruzamento focado na produção de carne de qualidade. Esse aumento da procura por sêmen Brangus comprova a expansão da raça em todo território brasileiro, posicionando o Brangus como uma impor tante ferramenta de produção da pecuária competitiva.

O número de registros na ABB foi recorde em 2020. Até dezembro foram realizados 22.409 serviços de registros genealógicos na entidade, o que representa uma alta de 22%. Em 2019, foram feitos 18.301 serviços de registros. E a tendência é de crescimento também neste ano. “De janeiro a abril de 2020 foram realizados 2.188 serviços de registros, enquanto no mesmo período deste ano o número ficou em 3.056, um crescimento de 39%”, compara Kaju.

Outro número que apresentou alta foi o da quantidade de sócios, com um incremento de 13%. Segundo a ABB, a raça abrangeu novos associados em 12 Estados brasileiros – Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Assista abaixo o primeiro episódio da websérie e acesse o canal da Associação Brasileira de Brangus no Youtube para continuar assistindo os demais episódios.

Fonte: Assessoria ABB

AGRONEWS – Informação para quem produz e para quem consome!

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Especialistas

Indicado ao Nobel da Paz, Alysson Paolinelli conta os desafios da pesquisa agropecuária brasileira

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Alysson Paolinelli

O passado, o presente e futuro da pesquisa agropecuária brasileira foram abordados pelo ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, em palestra on-line realizada no dia 7 de abril. O evento integra o Ciclo de Palestras Técnicas promovido pela Embrapa Cerrados. Com a participação de pesquisadores e especialistas, o evento busca aproximar a pesquisa do setor produtivo.

Paolinelli destacou a importância das pesquisas da Embrapa Cerrados na conquista do Bioma Cerrado. “Hoje, graças a Deus e a vocês, o Cerrado se transformou na área mais produtiva e competitiva que o mundo tem. Além disso, dá condições para (o País) garantir a segurança alimentar até 2050 com mais 40% da atual oferta (de alimentos)”, apontou.

Aspectos históricos

Ele relembrou fatos sobre a evolução da agricultura brasileira a partir do final da década de 1960, quando o País era um importador de alimentos diante do cenário de dificuldades na produção mundial, e de sua trajetória como ministro da Agricultura, entre 1974 e 1979.

“Havia a necessidade de mudanças e foi o Brasil quem efetivamente se planejou para fazê-las e teve bom êxito. Foi montado um projeto estratégico. A primeira lança, da ciência, da tecnologia e da inovação, teve o processo comandado pela Embrapa. Mas tivemos que fazer um grande esforço para preparar a juventude brasileira”, disse, lembrando a contratação e o treinamento de técnicos para a Empresa, oriundos de universidades, organizações estaduais de pesquisa e da iniciativa privada.

Para realizar a transferência das inovações para o produtor rural, foi criada a Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Embrater), que absorveu a estrutura da Associação Brasileira de Crédito e Assistência Rural (Abcar). “Transformamos a Abcar em nosso órgão de transferência, assistência técnica, crédito orientado, extensão rural para desenvolvimento e educação da família e de todos que estivessem envolvidos para que as mudanças se realizassem mais rapidamente, sem confronto com a insensatez”, explicou.

Políticas públicas

O terceiro ponto da estratégia foi uma política pública que estimulasse os produtores, como programas de desenvolvimento regional, a exemplo do Polocentro, que visava incorporar parte do Cerrado à produção agropecuária brasileira em cinco anos. “O projeto do Polocentro funcionou como um relógio. Os produtores mostraram que queriam ser influenciados pelas inovações que davam certo nos vizinhos. Quando deixamos o governo, já haviam mais de 3 milhões de hectares de Cerrado em uso no Brasil, o que garantiu ao País o equilíbrio da balança comercial, pois em cinco anos nos tornamos quase autossuficientes”, destacou.

Paolinelli lembrou que a transformação do Bioma começou com a construção da fertilidade do solo, com transformações químicas e biológicas. “Já nos três ou quatro anos (iniciais), o Cerrado dava demonstração de que seria a área mais produtiva e competitiva que o mundo tinha. Além disso, estava se criando pela primeira vez uma agricultura tropical altamente sustentável, o que daria ao mundo uma nova expectativa”. Com isso, segundo o ex-ministro, o Brasil entrou no mercado mundial de alimentos, oferecendo produtos de melhor qualidade a preços mais competitivos durante todo o ano.

Ao falar dos desafios atuais da agricultura brasileira, ele ressaltou que a pesquisa não pode parar. “A ciência é dinâmica. Se ela já nos valeu muito na Química, na Física, na Genética, ela vai nos valer mais agora na área da Biotecnologia. Estamos importando mais de US$ 35 bilhões da indústria química da qual somos dependentes”, disse, apostando no potencial do País em avançar nas mudanças dos processos produtivos, incorporando insumos biológicos, e manter a competitividade na agricultura.

Para Paolinelli, a agricultura tropical vai mudar em qualidade, consistência, nutrabilidade e na feição dos alimentos que produz e que o mundo demanda. “Os países ricos pagam muito caro pelos alimentos nobres, mas já não têm áreas aráveis nem água para competir conosco. Temos que inovar. Não tenho medo dessa concorrência, pois acredito na juventude brasileira, que vai assumir o comando do processo produtivo, como acreditei em vocês”, disse.

Por outro lado, o ex-ministro advertiu que 80% das propriedades brasileiras (cerca de 4,5 milhões) ainda não são capazes de incorporar tecnologias e de produzir o suficiente para gerar renda. “Nunca seremos um país desenvolvido enquanto isso existir. A única forma é estimular a pesquisa, a assistência técnica, a extensão rural, dando condições para que esses produtores aceitem as inovações e consigam introduzi-las no seu sistema produtivo para produzirem mais e terem renda. Esse é o grande desafio do Brasil de hoje”, apontou, defendendo a integração das competências nacionais.

O chefe geral da Embrapa Cerrados, Sebastião Pedro da Silva Neto, anfitrião do evento, agradeceu a Paolinelli pela fala. “Suas palavras nos dão estímulo e um pouco da coragem que o senhor e a sua geração tiveram de gerar os nossos centros da Embrapa, de construir as inovações tecnológicas para corrigir os problemas que ainda temos e de encontrar formas mais sustentáveis para que nosso país e o Cerrado brasileiro cumpram o papel que hoje toda humanidade espera de nós”, comentou.

Após a palestra, Paolinelli e Sebastião Pedro responderam a perguntas encaminhadas pelo chat do YouTube, abordando as linhas de pesquisa prioritárias para a agricultura do futuro no Cerrado e no Brasil, sobretudo bioinsumos, remineralizadores de solo e controle biológico; como acelerar a adoção dos sistemas que promovem a intensificação sustentável da produção agrícola no País; como os extensionistas rurais podem levar informações ao setor produtivo; desafios futuros; como os produtores podem acessar as novas tecnologias geradas pela pesquisa; e qual deve ser o perfil do pesquisador frente à nova revolução verde.

O chefe geral destacou a importância das falas de Paolinelli ao lembrar que os centros de pesquisa da Empresa estão em fase de elaboração dos Planos de Execução da Unidade (PEU), à luz do VII Plano Diretor da Embrapa (PDE), lançado em 2020. “Recebemos muitos sinais e informações preciosas para que possamos construir o nosso PEU. Tudo o que ele falou está conectado ao nosso VII PDE. Foi uma oportunidade excepcional, e esta live nos dará muitas informações estratégicas e muito ânimo para perseguir as soluções tecnológicas que o Cerrado, o Brasil e o mundo precisam”, disse.

O ex-ministro deixou uma mensagem final de otimismo. “Não acredito que sou visionário. Acredito nas coisas. Aprendi muito cedo que não ganhamos nada de graça. O que você quiser fazer, trabalhe, lute com afinco, determinação, competência, vontade e honestidade. Essa é a equação”, afirmou.

Assista na integra o evento online.

Sobre o palestrante

O engenheiro agrônomo Alysson Paolinelli atualmente é presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e do Instituto Fórum do Futuro. Além de ex-ministro, foi secretário de Agricultura em Minas Gerais por três vezes e professor de Hidráulica, Irrigação e Drenagem e diretor da Escola Superior de Agricultura de Lavras.

Em 2006, juntamente com Edson Lobato, pesquisador aposentado da Embrapa Cerrados, e com o cientista norte-americano Andrew Colin McClung, foi laureado pelo World Food Prize, o “Nobel” da Agricultura, pelo papel vital na transformação dos solos inférteis do Cerrado em áreas agrícolas produtivas, o que viabilizou a agricultura tropical no Bioma.

Em janeiro de 2021, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/Usp), com o apoio de instituições de 24 países. De acordo a Esalq, a indicação se deve ao legado de Paolinelli em transformar o Brasil, de importador de alimentos em 1970, em potência mundial do agronegócio, o que possibilitou alimentar cerca de 1,2 bilhões de pessoas no mundo todo em 2016; e por liderar o projeto Biomas Tropicais, que procura estruturar um planejamento estratégico para prover a produção de alimentos para mais 1,12 bilhões de pessoas em 2050, atendendo à expectativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) de que o País responda por 40% da expansão da produção mundial até aquele ano, promovendo a paz.

Por: Breno Lobato – Embrapa Cerrados

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Curiosidades

Pitomba 2.0: saiba tudo sobre esta excelente fonte de saúde

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pitomba

Características: Fruta exótica e ainda desconhecida para muitos, a Pitomba possui propriedades incríveis para a saúde do corpo.

Conheça todos os benefícios da Pitomba para a saúde. A árvore pode ser encontrada em quase todo o território brasileiro, principalmente na Caatinga, Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado. Pode ser encontrada também na Bolívia e no Paraguai.

A pitomba é o fruto da pitombeira, árvore que pode atingir mais de 10 metros de altura. A frutificação acontece a partir de 5 a 10 anos de idade. Sua planta adulta pode chegar a produzir, em boas condições, aproximadamente 100 cachos, com 10 a 25 unidades cada.

As pitombeiras dão frutos de janeiro a abril, mas na região da Paraíba, elas estão bem carregadas ainda no mês de maio. Portanto, a pitomba é uma fruta encontrada em regiões amazônicas.

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A Pitomba possui uma grande quantidade de nutrientes essenciais para saúde geral do corpo. A fruta pertence à família Myrtaceae e é encontrada da região Amazônica até a Mata Atlântica. O fruto da pitombeira tem seu nome originado do tupi e siginifica “sopapo”.

É conhecida também como olho-de-boi, Pitomba-da-mata, Pitomba-de-macaco e caruiri, sendo muito cultivada no Nordeste. A árvore da Pitomba podem chega até 10 metros de altura e pode ser utilizada na recuperação de áreas degradadas, pois serve de alimentação para inúmeras espécies de aves. Pode ser empregada também na arborização de parques e praças.

A polpa dessa fruta fica protegida por uma casca dura e quebradiça de cor marrom. Sua polpa é esbranquiçada, suculenta, com um sabor doce e levemente ácido, porém agradável.

Essa fruta pode ser ingerida ao natural ou como licor, não sendo muito utilizada na culinária.

PROPRIEDADES DA PITOMBA

A pitomba é uma fruta que possui grande quantidade de sais minerais, entre eles o ferro e o cálcio.

É rica também em vitaminas, principalmente a A e a C, além de proteínas: quando juntas, estas substâncias atuam na prevenção e tratamento de várias doenças.

A pitomba é de acesso fácil, porque pode ser encontrada em feiras livres e supermercados.

TABELA NUTRICIONAL DA PITOMBA

A cada 100g da fruta, você encontra:

  • Proteínas: 0,4g
  • Cálcio: 15mg
  • Fósforo: 9mg
  • Ferro: 0,8mg
  • Vitamina A: 30mg
  • Vitamina B1: 0,04mg
  • Vitamina B2: 0,04mg
  • Vitamina C: 33mg

Veja também:

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Pitomba 2.0: saiba tudo sobre esta excelente fonte de saúde

BENEFÍCIOS DA PITOMBA

Com relação à saúde de nosso organismo, a pitomba pode atuar em várias áreas. Dentre elas, as principais são:

  • Fortalece o sistema imunológico;
  • Protege o sistema vascular;
  • Atua no desenvolvimento dos ossos;
  • Colabora na formação de hemoglobinas.

Veja agora mais benefícios da pitomba em nosso organismo:

1 – Fortalece o sistema imunológico

  • Devido à sua grande quantidade de vitamina C, a pitomba pode ser consumida para ajudar o organismo a evitar doenças, tais como gripe e resfriado;
  • A fruta também beneficia o sistema vascular. Por exemplo, ela evita problemas de saúde como a anemia;
  • Ainda com relação ao sistema vascular, a pitomba colabora na formação da hemoglobina;
  • Essa fruta tem também ação antioxidante, combatendo os radicais livres que causam a degeneração das células;
  • Dessa forma, o envelhecimento precoce da pele é evitado e as rugas diminuem.

2 – Combate os problemas intestinais

  • A pitomba contém fibras em sua composição, por isso, além de ajudar a digestão dos alimentos, ela pode tratar diarreias graves.

3 – Proteção óssea

  • Como é rica em cálcio, a fruta atua no fortalecimento e desenvolvimento ósseo;
  • Além disso, doenças como a osteoporose são evitadas.

4 – Propriedade antioxidante

  • A pitomba favorece a função glandular. Por exemplo, ela pode ajudar na cicatrização de feridas;
  • Ela também tem uma ação adstringente, que ajuda na desinfecção dos ferimentos, o que leva à não infecção.
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Pitomba 2.0: saiba tudo sobre esta excelente fonte de saúde

COMO CONSUMIR A PITOMBA

Uma das formas mais comuns de consumo é ao natural. Para isso, remova a casca que envolve a polpa. Outra maneira muito comum de consumir a pitomba é através do preparo do suco.

Veja algumas receitas para colocar a fruta em sua alimentação.

RECEITAS COM PITOMBA

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Pitomba 2.0: saiba tudo sobre esta excelente fonte de saúde

SUCO DE PITOMBA

Ingredientes:

  • 100ml de água filtrada;
  • 8 pitombas;
  • Açúcar ou adoçante a gosto;
  • Gelo a gosto.

Modo de preparo:

  • Higienize as frutas e descasque-as;
  • Com o liquidificador, acrescente as pitombas e o açúcar ou adoçante a gosto;
  • Bata bem, feito isso, antes de ingerir a recomendação é passar o suco pela peneira.
  • Somente isso. Fácil, não é mesmo?

Outra receita muito simples de fazer usando a pitomba é preparando seu molho, vamos ver a receita:

MOLHO DE PITOMBA

Ingredientes:

  • Uma xícara de chá de água;
  • 20 unidades de pitomba;
  • 1 colher de sopa de maionese;
  • 1 unidade de cravo;
  • 1 colher de chá de coentro;
  • 1 colher de sopa de açúcar;
  • 1 pitada de sal

Modo de preparo:

  • Descasque a pitomba e coloque-a para cozinhar com a quantidade de água recomendada na receita.
  • Junto, acrescente o açúcar e o cravo;
  • Deixe no fogo por uns 10 minutos;
  • Passado o tempo, desligue o fogo e deixe esfriar por uma hora;
  • Com a ajuda de uma peneira, passe toda a mistura, esfregando o caroço, para retirar o máximo de polpa possível;
  • Acrescente a maionese, o sal e o coentro picadinho.

A dica é servi-lo gelado.

CAIPIROSKA DE PITOMBA

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado;
  • 6 a 8 pitombas descascadas;
  • Açúcar a gosto;
  • Gelo;
  • Vodka.

Modo de preparo:

  • Coloque as pitombas e o açúcar em uma coqueteleira;
  • Bata até obter um creme homogêneo;
  • Acrescente a vodka e por último o gelo.

OUTRAS UTILIDADES RELACIONADAS À PITOMBA E À PITOMBEIRA

Recuperação de áreas degradadas

A pitombeira pode ser usada na recuperação de áreas degradadas, graças ao fato de servir de alimentação, para diversas espécies de aves.

Combate ao apodrecimento do couro

Devido à presença de tanino em sua composição, as folhas da pitomba são usadas para impedir que o couro apodreça ao ser curtido.

Combate a fungos e carunchos em plantações

Uma proteína presente na pitomba promete ser eficiente para combater fungos e carunchos em plantações de cana-de-açúcar e café, além de grãos de feijão e de soja que ficam estocadas.

Arborização

A árvore da pitomba pode ser utilizada na arborização de parques e praças.

DICAS DE COMO CULTIVAR A PITOMBA

  • Seu cultivo é fácil e resistente a baixas temperaturas (até – 3ºC) e a secas de até 3 meses ou mais, sem chuva após 2 anos de idade;
  • Começa a frutificar de 2 a 3 anos e pode ser cultivada com sucesso em vasos grandes de 40 cm por 50 cm de altura;
  • As sementes são arredondadas de cor esbranquiçada (perdem o poder germinativo em 20 a 30 dias);
  • Precisam ser plantadas assim que colhidas em substrato organo-arenoso;
  • A germinação ocorre em 30 a 50 dias, e as mudas atingem 50 cm com 8 meses de viveiro;
  • As mudas desenvolvem-se tanto em pleno sol, como na sombra;
  • O espaçamento de plantação das árvores é de 5 x 5m;
  • Faça covas quadradas com 50 cm nas 3 dimensões e coloque adubo;
  • A melhor época de plantio é de outubro a novembro;
  • Irrigar a cada 15 dias nos primeiros 3 meses, posteriormente apenas caso falte água no período da florada.

Agora acompanhe um vídeo produzido pelo Canal Djr Horta Frutas e Flores, que mostra mais detalhes desta fruta exótica.

Fantástico não é mesmo? Se você não conhecia esta fruta maravilhosa, agora você já pode consumir e começar o cultivo da sua plantação de Pitombas.

E não se esqueça de compartilhar esta matéria para que outras pessoas também conheçam os benefícios da Pitomba.

Por Vicente Delgado – AGRONEWS BRASIL, com informações do Souagro e No Amazonas é Assim.

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Embrapa

Brasil desenvolve sua 1ª soja com tecnologias para manejo de percevejo e ferrugem

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soja

Pesquisadores brasileiros desenvolveram a 1ª cultivar de soja do País com as tecnologias Block e Shield embarcadas, ou seja, possui resistência à ferrugem asiática da leguminosa – a mais severa doença dessa cultura – e tolerância ao percevejo, considerado uma das principais pragas do setor. A nova soja BRS 539 está disponível para que os produtores utilizem na safra 2021/2022

Desenvolvida em parceria entre a Embrapa e a Fundação Meridional, a BRS 539 é uma soja convencional que agrega a tecnologia Shield, linha de cultivares de soja que apresentam genes de resistência à ferrugem-asiática, oferecendo uma proteção extra para o produtor. A tecnologia não dispensa o uso de fungicidas, mas proporciona maior segurança no manejo da ferrugem da soja. “A cultivar Shield é uma ferramenta genética importante no contexto do manejo integrado. Essa tecnologia proporciona maior eficiência e segurança ao manejo químico da doença”, explica o pesquisador da Embrapa Soja Carlos Lásaro Pereira de Melo.

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Outro diferencial é que a BRS 539 é do portfólio da tecnologia Block, presente apenas nas cultivares Embrapa. “As cultivares BRS com essa genética ampliam a proteção da lavoura ao ataque dos percevejos que sugam as vagens e os grãos de soja, provocando perdas de qualidade e produtividade. Apesar de não dispensarem o uso de inseticidas, as cultivares Block permitem melhor convivência com os insetos no campo”, explica Melo.

Características

Além de aliar as tecnologias Shield e Block, a cultivar apresenta alto potencial produtivo e manutenção de estabilidade de produção. Em testes experimentais realizados por três safras, em diferentes ambientes de produção das macrorregiões sojícolas (1 e 2), a BRS 539 mostrou altas produtividades. “Inclusive apresentou, em alguns desses ambientes, potencial produtivo acima de 90 sacas/ha (ou 5.400 kg/ha), superando as cultivares mais produtivas do mercado com as quais foi comparada”, relata Melo. Na safra 2019/2020, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a média de produtividade da soja brasileira foi de 3.379 kg/ha.

Características da cultivar de soja BRS 539 – Tecnologia Shield e Tecnologia Block

O pesquisador Rafael Petek reforça ainda que essa cultivar é convencional (não transgênica) e pertence ao grupo de maturidade 6.1. “É uma cultivar precoce, que permite semeadura antecipada, viabilizando plantio do milho safrinha na melhor época, nas regiões de indicação da cultivar na macrorregião sojícola 2 (Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul) e viabiliza a sucessão/rotação com culturas de inverno na macrorregião 1 (Paraná, Santa Catarina e São Paulo)”, detalha Petek ressaltando que a cultivar, além da ferrugem, também é resistente a outras doenças da soja como: cancro da haste, mancha “olho-de-rã”, podridão parda da haste, podridão radicular de Phytophthora e moderadamente resistente ao oídio e ao nematoide-das-galhas (Meloidogyne javanica).

Interessante à produção orgânica

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A BRS 539 pode atrair o interesse dos produtores de soja em sistema orgânico, porque além de ser não transgênica, as características desse lançamento facilitam o manejo fitossanitário de pragas e doenças, portanto, podem reduzir o uso de químicos. “Dessa forma, entendemos que a BRS 539 pode viabilizar o cultivo do grão orgânico e ainda agregar mais rentabilidade ao produtor de soja orgânica”, destaca Melo.

Por ser uma cultivar convencional, a BRS 539 pode ser comercializada por trades brasileiras e internacionais para diferentes nichos de mercado que demandam soja não transgênica. A Integrada Cooperativa Agroindustrial, presente há 25 anos em 50 municípios do Paraná e de São Paulo, conta com cerca de 11 mil cooperados e é um dos exemplos que mantém um programa de bonificação para a soja convencional. Em 2020, a Cooperativa gerou 1,3 milhão de sacas de soja convencional, o que representa entre 5% e 6% do total de recebimento e pagou R$ 6,00 a mais por saca recebida. “Esse é um programa que existe há mais de 20 anos na cooperativa, de extrema importância para a Integrada porque cria fidelização e gera valor ao cooperado”, explica o gerente comercial da Integrada, Alcir Antônio Chiari.

Parceria

De acordo com Ralf Udo Dengler, gerente-executivo da Fundação Meridional, esse é um dos lançamentos que traz inovações tecnológicas. “Tanta inovação só é possível devido à expertise da equipe técnica e à variabilidade genética do Banco Ativo de Germoplasma, localizado na sede da Embrapa Soja, em Londrina”, ressalta Dengler. “Há 21 anos, temos muito orgulho de sermos parceiros fortes e atuantes nesse trabalho, que oferece aos produtores um portfólio completo de cultivares em todas as plataformas (convencional, RR e Intacta), com elevado rendimento (conceito TOP 5000), sanidade, estabilidade e adaptação às mais diferentes condições de solo e clima”, declara o executivo. A Fundação Meridional atua em sete estados brasileiros (SC, PR, SP, MS, MG, GO e MT), por intermédio de 38 produtores de sementes.

Desempenho a campo

Produtores que usaram as sementes da BRS 539 em testes de avaliação comprovaram a alta performance dessa cultivar. A Sinovatec Produtos Agrícolas, de Medianeira (PR), por exemplo, avaliou 11 cultivares e a BRS 539 foi a campeã desse ensaio, indicando a relevância das tecnologias Shield e Block presentes na cultivar. Além de apresentar o rendimento mais elevado, de 78 sacas/ha, não houve necessidade de aplicação de fungicida e nem de inseticida, o que mostra o elevado potencial de sanidade da nova cultivar. Além de produzir mais, também impacta no custo de produção, porque reduz os gastos com produtos químicos.

A nova cultivar também apresentou seu excelente desempenho na propriedade do produtor Fabio Von Gaevernitz Tanja, de Cambira (PR), nesta safra 2020/21. Tanja semeou a BRS 539 em um hectare da propriedade para avaliar seu desempenho e o resultado foi surpreendente, com rendimento de 85 sacas/ha.

Por Lebna Landgraf – Embrapa Soja

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