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Veja como os cavalos se comunicam!

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Saiba que seu cavalo emite diferentes tipos de relincho e cada um deles tem um significado

Quando você assistiu um filme de cavalos, você deve ter notado que na tela os cavalos relincham o tempo todo. Eles vem de um velho ditado de Hollywood “Veja um cavalo, ouça um cavalo”. Mas, não é surpresa para quem passou algum um tempo com os cavalos reais e sabem que eles não fazem tanto barulho e quando fazem, é por razões específicas.

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Suspiro

Quando seu animal suspira (inspira profundamente e solta o ar suavemente pelas narinas), é sinal de relaxamento, de livramento do que estava lhe causando tensão.

Eles emitem um suspiro que parece expressar alívio (como o seu “Aaaaah!” Ao tirar um par de botas apertadas).

Esse suspiro faz com que libera a tensão nos músculos do seu cavalo, assim como em nós seres humanos ocorre o mesmo.

Gemidos

Como nós humanos, o gemido pode ser um hábito para os cavalos, mas também pode sinalizar dor, por isso exige observação, especialmente se o cavalo é novo para você e você não sabe quais rúídos e em quais situações são normais para ele.

Se ele geme ou grunhe, mas por outro lado parece feliz ele certamente é como um jogador de tênis que normalmente dá um “Oof!” com cada saque.

Mas se ele geme ao parar e também ficam com orelhas duras viradas para trás ou revira os olhos, algo está doendo. Poderia ser suas costas (Ele resiste em selar e/ou girar, dobrar o traseiro ou a cauda quando você monta?) Verifique se não há laminite nos cascos ou as suas entranhas (aderências de cirurgias abdominais passadas são uma possibilidade; se você não conhece sua história, verifique se há cicatrizes de incisão na barriga ou no flanco).

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Se ele geme apenas com certos cavaleiros, um cavaleiro que bate forte na sela depois de um salto ou de um trote sentado pode estar machucando-o. Se ele normalmente geme, mas por outro lado parece normal e feliz, o gemido pode ser simplesmente o movimento involuntário do ar através de suas cordas vocais enquanto ele usa seu diafragma para diminuir a defecação, ou uma resposta ao desconforto/alívio abdominal normal. Mas se ele de repente começar a gemer, e especialmente se ele parecer se esforçar e o esterco estiver seco e firme, suspeite dos estágios iniciais de impactação. Supervisione seu consumo de água; escute com um ouvido em seu flanco dos dois lados para ver se os sons estão normais no intestino; Mede seu pulso e frequência cardíaca. Verifique sua hidratação com um teste de beliscão (não um beliscão para machucar, faça uma pequena uma dobra de uma vez no pescoço e deve recuperar o contorno original em menos de dois segundos) e verifique suas gengivas. Caso não saiba verificar, chame um veterinário ou alguém de confiança que sabe.

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Alguns cavalos gemem quando sabem que o trabalho acabou; na ausência dos sintomas de problema acima, eles certamente estão apenas rolando e comendo um pouco de feno.

Relincho baixo

Seu cavalo usa suas cordas vocais, mas mantém seus lábios fechados para este som suave. É geralmente (embora nem sempre) um de reconhecimento amigável e bem-vindo “Oi! Que Bom que você está aqui! Venha conversar comigo!” juntamente com uma expressão de alerta, cabeça erguida, orelhas em sua direção. (O adorável toque de uma égua em seu potro é o mesmo tipo de convocação afetuosa).

Se a sua presença em determinados momentos geralmente significa comida a caminho, pode ser uma antecipação de felicidade. Se os outros forem alimentados primeiro, o relincho de seu cavalo certamente se tornará mais rápido e agudo: “Venha, agora!” Mas os cavalos também relincham de maneira mais moderada, por compreensão: “Uh-oh, isso parece ruim; o que devo fazer?” se eles se sentem encurralados e ameaçados.

Este relincho baixo combinando com a linguagem corporal temerosa com o ritmo das orelhas se movimentando para frente e para trás, olhos movimentando de um lado para o outro é um sinal para você retirar seu cavalo da situação que ele está se sentindo ameaçado ou tente tranquilizá-lo com cuidado e com conversas calmas, sem gritos.

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Soprando ou Roncando

Quando seu cavalo inspira e expira rapidamente pelas narinas, de modo que vibram com um som alto de ronronar, ele está com entusiasmo e esperando que algo aconteça. Talvez ele veja você pegando sua corda na hora da saída: “Oh bom, estamos saindo, vamos sair!”.

Cavalos realmente se tornam (e outros) ainda mais preparados apenas fazendo esse som; então, se o seu continuar soprando, a cabeça erguida e a cauda levantada, enquanto você o conduz para fora, esteja preparado para movimentos bruscos de seu animal.

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Lembre-o de que você ainda está no comando, fazendo paradas tranquilas ou conduzindo-o em um pequeno círculo para ele se acalmar antes de abrir a porteira. Caso contrário, ele pode tentar disparar com você em cima, especialmente se os amigos equinos dele estiverem esperando para ele vir.

Na trilha, ele pode começar a soprar se você chegar a um trecho onde você normalmente corre com ele. Ele está dizendo: “Eu quero ir!” Seu sopro também infectará outros cavalos com entusiasmo, até que você e seus companheiros de montaria estejam com as mãos cheias.

Choroso

Uma chamada de campainha alta e barulhenta que é um dos sons mais amados que os cavalos fazem. Ele está dizendo: “Oi, quem é esse? Ei, estou aqui!”

Você ouvirá isso também entre uma égua e um potro que estão separados, entre companheiros de pasto que foram separados, ou de um cavalo que está temporariamente separado do contato visual com os outros, como um cavalo em um trailer.

Relincho Agudo

Um som que é quase como o do “choroso”, só um pouquinho mais profundo. Ele está querendo dizer: “Olá, você pode me ver? Eu posso ver você!”

Esse som tem uma qualidade trêmula e aguda, pode estar transmitindo ansiedade ou confiança, dependendo do tom da vizinhança e da linguagem corporal que o acompanha. O relincho de um cavalo ansioso andando de um lado para o outro é porque ele está sozinho, ou pode ser simplesmente que ele esteja “ligando” do celeiro para um colega equino que está do outro lado.

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Quando um cavalo relincha em um grupo reunido, pode ser um aviso: Um cavalo estranho está se aproximando, ou um objeto incomum e interessante está à vista.

Grito

O cavalo geralmente grita com a boca fechada. Um grito varia em comprimento e intensidade dependendo da situação. Muitas vezes você ouve uma égua gritar quando ela não gosta de algo que está acontecendo ou está sendo cortejada por um macho. Pode significar irritação com um outro cavalo, desafio, agressão ou até mesmo prazer. As éguas podem ser realmente “versáteis”! Já foi visto éguas arquearem o seu pescoço e partirem pra cima do que te incomodava quando gritavam.

Com garanhões e castrados, a postura do corpo é geralmente uma cabeça e cauda erguida. Cavalos machos geralmente estão fazendo isso no modo “lutar ou fugir” quando gritam. Isso geralmente significa que há preocupação ou desafio com um castrado ou garanhão. O som é uma poderosa exalação de ar pelo nariz.

Trombeta ou Rugido

Raiva, confusão, medo e dor trarão um rugido ou ‘trombeta’. É realmente um som perturbador. É um som de um cavalo em algum tipo de angústia.

Sopro pelas narinas

O sopro pelas narinas é um simples exalar pelo nariz, mas o cavalo está com a boca fechada. O sopro é muito parecido com o bufo, mas sem qualquer vibração ou ruídos de vibração. Significa que o cavalo está com curiosidade, com bem-estar, com felicidade e com antecipação de uma boa brincadeira, passeio ou até mesmo cumprimentando um outro cavalo.

Nós humanos definitivamente somos uma espécie mais verbal do que cavalos, mas eles são muito bons ouvintes quando se trata de vincular significados e sons específicos. Como sabem os cavaleiros de carruagem, os cavalos de uma equipe aprendem com facilidade os comandos complexo de voz. E os instrutores podem ter dificuldade em ficar à frente de alguns cavalos da escola que reconhecem e executam o próximo passo antes que um aluno possa atuar… mesmo quando o instrutor soletra o comando

Fonte: Portal do Cavalo

AGRONEWS – Informação para quem produz

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Centro-Oeste não é contemplado pelo Experiências do Brasil Rural

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O que era para apoiar e promover o turismo rural no país, acabou por excluir Mato Grosso, expoente celeiro agrícola e de riquezas naturais, assim como os demais estados e o Distrito Federal, que compõem a região central brasileira.

A lista dos oito roteiros pré-selecionados para participarem do projeto “Experiências do Brasil Rural”, iniciativa que é resultado da parceria entre os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Turismo (MTur), junto à Universidade Federal Fluminense (UFF). Ao todo, participaram da primeira fase do processo seletivo 52 propostas que contemplavam as quatro cadeias produtivas priorizadas para o projeto: queijo, vinho, cerveja e frutos da Amazônia.

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Geraldo Donizeti Lucio
Geraldo Donizeti Lucio

Para o agente técnico da EMPAER de Mato Grosso, Geraldo Donizeti Lucio, que é especialista em Turismo Rural, o edital de seleção do MAPA, automaticamente eliminou nosso estado, por não ter um roteiro formatado com as características propostas, que são muito presentes nas regiões sul e sudeste do país. “ Dos 27 estados, apenas 52 experiências foram apresentadas em todo o país”, afirmou Geraldo.

As cadeias produtivas do vinho, queijo, cerveja e frutos da Amazônia foram escolhidas pelo MTur e pelo MAPA a partir de políticas públicas e priorizações dos dois ministérios, cujo objetivo é promover o fortalecimento da agricultura familiar no turismo por meio do incentivo à promoção e comercialização de produtos e serviços da agricultura familiar no turismo. Além disso, foram critérios para definição das cadeias produtivas, o potencial de desenvolvimento de atividades de turismo relacionadas a elas; sua distribuição territorial – visando abranger uma maior diversidade de regiões com o projeto – bem como, buscou-se priorizar o apoio a cadeias sensíveis, que são as mais sujeitas à concorrência com produtos internacionais no mercado interno.

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O projeto “Experiências do Brasil Rural” integra uma série de medidas realizadas pelo governo federal para fomentar o turismo rural, segmento considerado crucial na retomada das atividades turísticas no contexto pós-pandemia.

Leopoldo Nigro
Leopoldo Nigro

Para empresário do setor hoteleiro, Leopoldo Nigro, que integra o Trate Turístico de Mato Grosso, as queimadas no pantanal e a pandemia foram os dois super vilões que detonou a estrutura financeira dos equipamentos turísticos na região da maior planície alagada do mundo. “Juntos (fogo e pandemia) desmontaram as equipes que estavam treinadas, hoje os profissionais do turismo estão em outros segmentos econômicos, por que muitos hotéis e pousadas fecharam e houveram muitas demissões”, disse Nigro. Ele ressaltou ainda que no atual governo estadual está tendo um movimento diferente em relação a melhoria da infraestrutura que sinaliza positivamente para turismo.

Caso Mato Grosso tivesse sido contemplado pelo “Experiências do Brasil Rural”, com certeza representaria para o setor turístico uma ajuda a estabilizar a economia local e cria negócios e empregos diretos e indiretos. “Infelizmente, o edital precisava ser mais abrangência, faltou contemplar outras cadeias produtivas do agronegócio”, ressaltou Geraldo, que citou os municípios que já tem um roteiro definido para o turismo rural, por exemplo, Rondonópolis, Cáceres, Campos, Nova Mutum, Barão de Melgaço e Mirassol d’Oeste. ”Nós temos aqui também no pantanal um tipo de turismo rural bem diferente da região sul e sudeste”. Dessas cidades mato-grossenses, ele destacou Nova Mutum e Campo Verdes, que já definiram um roteiro de turismo rural tecnológico. “

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Quando questionado sobre a diferença dos dois roteiros estruturados (turismo rural e o turismo agrotecnológico), a turismóloga Leidiane Viegas definiu o que o turismo rural está diretamente ligado a agricultura familiar, afazeres do campo, nele o visitante busca o contato direto com a natureza, a rotina no campo, culturas locais, e valoriza-se a hospedagem domiciliar em um ambiente totalmente rural, com destaque para a experiência a ser vivida no local. Já o turismo agrotecnológico está diretamente ligado ao conjunto de atividades turísticas decorrentes de visitas técnicas e encontros de interesse profissional, institucional, comercial, técnico, científico e social relacionados à cadeia de valor e à tecnologia do agronegócio.

Leidiane Viegas, que atualmente é presidente da Associação Turística do Portal do Agronegócio, que abrangendo 10 municípios (Sinop, Nova Mutum, Lucas do rio Verde, Sorriso, Nova Ubiratã, Tapurah, Cláudia, Santa Carmem, Novo Horizonte do Norte e Porto dos Gaúchos), destacou que esses municípios, juntos, somam quase 63 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 7% do estado de Mato Grosso. E que o PIB dos municípios que compõem o Portal do Agronegócio tem um índice de crescimento de 44% a mais que o estadual e, 145% maior que o nacional. Além do destaque no setor do agro, os municípios que são destinos principais, possuem infraestrutura de serviços, aeroportos, hotéis, restaurantes, agências de viagens, locadoras de veículos, entre outros. Já os municípios que são destinos secundários, possuem bom acesso, além de atrativos nas mais variadas áreas.

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Leidiane destacou ainda que no Portal do Agronegócio existem inúmeros atrativos turísticos, tanto naturais, quanto de negócios, com propriedades rurais com grande infraestrutura para receber visitantes. “Atualmente quem mais visita esse tipo de atrativo são possíveis investidores, empresários que já estão ou desejam ingressar na atividade econômica da qual o atrativo faz parte”, acrescentou Viegas.

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Conforme a listagem, foram selecionados oito roteiros turísticos localizados prioritariamente entre os 158 municípios componentes das 30 rotas prioritárias do Investe Turismo, sendo contempladas quatro macrorregiões brasileiras. Na região Norte, a rota “Amazônia Atlântica”, situada nas cidades de Bragança, Curuçá e Augusto Corrêa, no Pará, aposta na disponibilização de experiências na pesca e na degustação de queijos artesanais, farinhas de mandioca e frutas orgânicas. Já na região Nordeste, o roteiro “Terra Mãe do Brasil”, oferta aos turistas de Porto Seguro (BA) a experiência em meio à natureza e o desfrute de novos sabores.

Na região Sudeste, o destaque foi para a cadeia produtiva do queijo, que está representada nas rotas “Agroturismo” (ES), “Rota do Queijo – Terroir Vertentes” (MG) e “Rota Gourmet das Terras Altas da Mantiqueira’ (MG). Já na região Sul, a cadeia produtiva do vinho está evidenciada nos roteiros “Ferradura dos Vinhedos” (RS), “Caminhos do Campo” (SC) e “Farroupilha Colonial” (RS).

Por Márcio Moreira – AGRONEWS

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Mercado Financeiro

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em 6 meses

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Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

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Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

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No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

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No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Por Embrapa Café

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Zootecnia: largo campo de atuação e de oportunidades no agronegócio

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Nesta quinta-feira, 13 de Maio, é comemorado o dia do Zootecnista, um profissional que contribui para o bom desemprenho do agronegócio brasileiro.

Mato Grosso possui a maior economia agrícola do Brasil. O campo de atuação é vasto, por causa disso, aumenta a procura pela zootecnia entre os estudantes. Mato Grosso, que possui oportunidades tanto na agricultura como na pecuária, oferece a formação em dez unidades de ensino, entre privada e pública: UFMT (Cuiabá e Sinop), UNEMAT (Vila Rica e Pontes e Lacerda), IFMT (São Vicente, Alta Floresta e Guarantã do Norte), EDUVALE (Jaciara), UNIVAR (Barra do Garças) e UFR (Rondonópolis). O curso tem em média a duração de cinco anos com aulas teóricas e muita prática. A professora Dra. Maria Fernanda Soares Queiroz Cerom, que é coordenadora do Curso de Graduação em Zootecnia na UFMT, atribui a grande oferta de ensino superior, por ser um Estado em crescimento na agricultura e na pecuária. “O aluno formado aqui conhece melhor a realidade, potencialidades e também os desafios da produção animal” ressaltou Maria Fernanda.

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A Zootecnia, a Medicina Veterinária e a Agronomia são profissões da área de agrárias, com algumas similaridades na formação mas com atuação diversas. A professora Maria Fernanda destacou que a profissão zootecnista teve como origem a disciplina de zootecnia que era ensinada nos cursos de Agronomia e Medicina Veterinária até 1966. “E que após a criação do primeiro curso de Zootecnia, as pessoas com interesse na produção animal, puderam se tornar profissionais no assunto. Já no curso de Veterinária o foco é a medicina, clínica e cirurgia. As disciplinas de produção animal são concentradas em poucas horas do curso, apenas para que o básico sobre aquela produção seja ensinada. Na Agronomia, normalmente, o foco é a produção vegetal, contudo, por abordar vegetais utilizados na nutrição animal, também é ensinado o básico sobre produção animal”, pontou Maria Fernanda. Ou seja, quem se decide por trabalhar na produção de proteína animal de forma eficiente e sustentável com respeito ao bem-estar animal deve cursar Zootecnia.

Zootecnista - Professor. Dr. Luiz Juliano Valério Geron
Zootecnista – Professor. Dr. Luiz Juliano Valério Geron

Para Professor Dr. Luiz Juliano Valério Geron, que trabalha também na formação de zootecnista, os desafios da profissão vão desde a preservação ambiental, a conciliação da produtividade com bem estar animal, a viabilidade econômica, ou seja, o profissional precisa desenvolver uma cadeia de serviços e produtos ligados a produção animal e as commodities do milho e soja que também são base da nutrição animal. “O atual profissional precisa estar conectado com o livre comércio, sabendo o que acontece dia a dia com a economia, política e mercado futuros”, destacou Geron que é professor do curso de bacharelado em Zootecnia da UNEMAT – Universidade do Estado de Mato Grosso.

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Quanto a procura pelo curso, a professora Maria Fernanda explica que atualmente mais mulheres têm ingressado no curso de Zootecnia, apesar de a proporção ainda estar próximo a 50% em cada gênero. Para o Luiz Juliano, o mercado absorve muitas mulheres principalmente na área administrativa na gestão de Recurso Humano das empresas rurais. “Tem espaço para todos, homens e mulheres. Hoje competência é quem determina a contratação e não mais o gênero”, disse a coordenadora do curso de Zootecnia da UFMT.

O dia do zootecnista é comemorado em 13 de maio, porque foi nesta data que, em 1966, aconteceu a aula inaugural do primeiro curso superior de zootecnia do Brasil. O ensino foi iniciado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

Por Márcio Moreira

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