fbpx
conecte-se conosco

Especialistas

Melão de São Caetano – Saiba tudo sobre e como usá-lo

Publicado

em

melão de são caetano

Este fitoterápico tem chamado a atenção recentemente devido há alguns relatos positivos na prevenção ao Covid-19

Vale ressaltar que não há comprovação científica no uso do Melão de São Caetano que ateste tal informação, mas neste artigo você poderá encontrar os principais aspectos desta planta medicinal, confira:

melão de são caetano
Melão de São Caetano

Como podemos ver no vídeo no início desta matéria e publicado no canal do Youtube do Dr. Juliano Teles – Gastrocirurgião, o Melão de São Caetano (Bitter melon), também conhecido como melão amargo, erva-de-São-Caetano, fruta de cobra ou melãozinho, é uma planta medicinal muito usada no tratamento de problemas relacionados com a diabetes e problemas de pele.

Principais características do Melão de São Caetano

O nome científico desta espécie é Momordica charantia, mas existem outras espécies. O fruto desta planta medicinal possui um sabor amargo característico, que fica mais pronunciado à medida que ela amadurece.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

A Momordica (Melão de São Caetano) é de origem asiática, trazido da África pelos escravos. É um cipó herbáceo da família Cucurbitáceas, muito comum em cercas e entulhos de terrenos abandonados. Seu fruto cor de ouro com espinhos moles na superfície se abre espontaneamente em 3 partes, quando maduro mostra suas sementes vermelhas comestíveis de grande beleza e paladar suave, muito apreciado pelas crianças. A infusão dos frutos maduros é boa para curar hemorroidas.

Aspectos históricos

As folhas desta planta eram usadas pelas lavadeiras para clarear a roupa. Foi trazida da África ao Brasil pelos escravos que usavam o seu chá em banhos para facilitar o parto e para baixar febres.

Leia também:  COVID-19: Senadores aprovam produção de vacinas pelo setor agro e parabenizam autor do PL

No Brasil, os frutos são consumidos principalmente pela comunidade nipo-brasileira. São colhidos e vendidos verdes em feiras livres na cidade de São Paulo onde se concentram estas comunidades. Podem ser consumidos também em alguns restaurantes japoneses mais tradicionais. São popularmente conhecidos entre eles como Nigauri, Nigagori ou Goya, sendo esta última denominação utilizada pelos descendentes provindos da província de Okinawa, onde consome-se muito este fruto.

Mas afinal, pra que serve o Melão de São Caetano?

O Melão de São Caetano podem incluir ação cicatrizante, anti-reumática, hipoglicemiante, antibiótica, antiviral, antidiabética, adstringente, depurativo, inseticida, laxativo e purgativo. Assim, essa planta pode ser utilizada para:

  • Regular os níveis de açúcar no sangue, ajudando por isso no tratamento da diabetes;
  • Ajudar no tratamento de problemas de pele, feridas, lesões na pele e eczemas;
  • Aliviar as picadas de incetos;
  • Ajudar no tratamento da prisão de ventre.
  • O Melão de São Caetano também possui atividade antiparasitária e antimicrobiana, além de de também ser eficaz no processo de purificação do organismo, ajudando a eliminar toxinas e resíduos.

Composição

O Melão de São Caetano é composto por diversos ativos, como por exemplo, a momordopicrina, momordicinas I, II e III, ácido momórdico, ácidos graxos; além disso, níveis de cera vegetal, clorofila e várias resinas presentes em suas folhas; também aminoácidos, esteróides, p-insulina, glucosídeos e carotenóides em frutos maduros; Saponinas e momordicosídeos nos frutos verdes; além dos aminoácidos, proteínas, alfa-tricosantina, ribonuclease e momórdicosídeos A, B, C, D e E presentes em suas sementes.

Leia também:  Publicação relata efeitos da Covid-19 na comercialização e no consumo de pescado no Brasil

Leia também

Graças a essas substâncias, as folhas do melão amargo possuem efeitos positivos – quando usada internamente – contra diabetes tipo 2, células cancerígenas, inflamações hepáticas, cólicas abdominais, prisão de ventre, tosse seca, catarro amarelo, menstruação atrasada e sintomas da TPM.

Embora os frutos e as sementes da planta possuam substâncias benéficas, o uso de ambos não é indicado internamente em função da presença de substâncias tóxicas.

Benefícios do Melão de São Caetano

O Melão de São Caetano, desde a antiguidade já era utilizado na medicina popular, principalmente por tribos existentes na Amazônia no preparo de chás medicinais. Atualmente, até mesmo o Ministério da Saúde se interessou em utilizar os ativos benéficos da planta para fins farmacêuticos.

A seguir: 10 curiosidades sobre o café

Segundo o jornal americano “Cancer Research”, foi descoberto através de uma pesquisa que o alto teor de antioxidantes presentes no melão amargo pode auxiliar na inibição de células cancerígenas, o que protegeria as células saudáveis. Mas, não é somente sua ação antioxidante que chama a atenção dos cientistas. Todavia, se aplicada externamente, a folha do melão amargo é indicada em casos de queimaduras, picadas de insetos e de cobras, irritação vaginal.

Leia também:  Tecnologia em motores elétricos ajuda reduzir custos com fretes e movimentações

Como usar corretamente

O Melão de São Caetano é um fruto, e por isso pode ser consumido na forma de suco, polpa ou concentrado, de forma a usufruir dos seus benefícios.

Além disso, também podem ser usadas as folhas desta planta na preparação de chás ou compressas para aplicar na pele. No entanto é importante consultar o médico para que seja indicada a forma e quantidade ideal para consumo.

Efeitos Colaterais e contraindicações

O Melão de São Caetano não é recomendado para gestantes, mulheres em período de amamentação, pessoas que estejam com diarreia crônica ou que possuem hipoglicemia, isso porque o consumo desse fruto pode causar aborto, agravar o quadro diarreia ou diminuir muito a quantidade de glicose no sangue.

Além disso, o consumo excessivo desse fruto está associado à desconforto no estômago, dor abdominal, vômitos e diarreia. Por isso, é importante que a quantidade diária de melão-de-são-caetano seja recomendada pelo médico para evitar complicações e efeitos colaterais.

Por AGRONEWS, com informações da Tua Saúde e Química Alimentar.

AGRONEWS – Informação para quem produz

Publicidade
5 Comentários

5 Comments

  1. Romilson Reges da Silva

    16 de agosto de 2020 às 12:19

    Olá Boa tarde pessoal faço uso diariamente das falhas há 3 mmeses mim sinto ótimo , na proporção 5 falhas em meio copo d’água ao jejum em forma de suco sem adoçante depois de ingerido vêm lá no final um Sabor gostoso depois um banho e meu café normal e a vida continua kkkk.vlw.

    • Elenir dias

      17 de novembro de 2020 às 11:05

      Ara q serve esse suco?

  2. Keyciane

    20 de setembro de 2020 às 22:43

    Estou fazendo o tratamento de escabiose com o suco puro das folhas , o que eu quero saber , é que minha bebê tem 1.7 , e se faz algum mal , tem chances de toxiçao???

    • Luís

      26 de outubro de 2020 às 12:38

      Eu li em um artigo cientifico que não era recomendado para crianças por baixar muito os niveis de açucar no sangue

  3. Maria de Fátima Santos

    8 de dezembro de 2020 às 12:45

    Como fazer o chá a proporção de água e folhas ou frutas quando tomar e quantas vezes ao dia para quem tem pre diabete

Comente esta matéria

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Zootecnia: largo campo de atuação e de oportunidades no agronegócio

Publicado

em

melão de são caetano

Nesta quinta-feira, 13 de Maio, é comemorado o dia do Zootecnista, um profissional que contribui para o bom desemprenho do agronegócio brasileiro.

Mato Grosso possui a maior economia agrícola do Brasil. O campo de atuação é vasto, por causa disso, aumenta a procura pela zootecnia entre os estudantes. Mato Grosso, que possui oportunidades tanto na agricultura como na pecuária, oferece a formação em dez unidades de ensino, entre privada e pública: UFMT (Cuiabá e Sinop), UNEMAT (Vila Rica e Pontes e Lacerda), IFMT (São Vicente, Alta Floresta e Guarantã do Norte), EDUVALE (Jaciara), UNIVAR (Barra do Garças) e UFR (Rondonópolis). O curso tem em média a duração de cinco anos com aulas teóricas e muita prática. A professora Dra. Maria Fernanda Soares Queiroz Cerom, que é coordenadora do Curso de Graduação em Zootecnia na UFMT, atribui a grande oferta de ensino superior, por ser um Estado em crescimento na agricultura e na pecuária. “O aluno formado aqui conhece melhor a realidade, potencialidades e também os desafios da produção animal” ressaltou Maria Fernanda.

Leia também:  Sistemas agroflorestais biodiversos conservam e melhoram a qualidade do solo

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

A Zootecnia, a Medicina Veterinária e a Agronomia são profissões da área de agrárias, com algumas similaridades na formação mas com atuação diversas. A professora Maria Fernanda destacou que a profissão zootecnista teve como origem a disciplina de zootecnia que era ensinada nos cursos de Agronomia e Medicina Veterinária até 1966. “E que após a criação do primeiro curso de Zootecnia, as pessoas com interesse na produção animal, puderam se tornar profissionais no assunto. Já no curso de Veterinária o foco é a medicina, clínica e cirurgia. As disciplinas de produção animal são concentradas em poucas horas do curso, apenas para que o básico sobre aquela produção seja ensinada. Na Agronomia, normalmente, o foco é a produção vegetal, contudo, por abordar vegetais utilizados na nutrição animal, também é ensinado o básico sobre produção animal”, pontou Maria Fernanda. Ou seja, quem se decide por trabalhar na produção de proteína animal de forma eficiente e sustentável com respeito ao bem-estar animal deve cursar Zootecnia.

Zootecnista - Professor. Dr. Luiz Juliano Valério Geron
Zootecnista – Professor. Dr. Luiz Juliano Valério Geron

Para Professor Dr. Luiz Juliano Valério Geron, que trabalha também na formação de zootecnista, os desafios da profissão vão desde a preservação ambiental, a conciliação da produtividade com bem estar animal, a viabilidade econômica, ou seja, o profissional precisa desenvolver uma cadeia de serviços e produtos ligados a produção animal e as commodities do milho e soja que também são base da nutrição animal. “O atual profissional precisa estar conectado com o livre comércio, sabendo o que acontece dia a dia com a economia, política e mercado futuros”, destacou Geron que é professor do curso de bacharelado em Zootecnia da UNEMAT – Universidade do Estado de Mato Grosso.

Leia também:  Indicado ao Nobel da Paz, Alysson Paolinelli conta os desafios da pesquisa agropecuária brasileira

Quanto a procura pelo curso, a professora Maria Fernanda explica que atualmente mais mulheres têm ingressado no curso de Zootecnia, apesar de a proporção ainda estar próximo a 50% em cada gênero. Para o Luiz Juliano, o mercado absorve muitas mulheres principalmente na área administrativa na gestão de Recurso Humano das empresas rurais. “Tem espaço para todos, homens e mulheres. Hoje competência é quem determina a contratação e não mais o gênero”, disse a coordenadora do curso de Zootecnia da UFMT.

O dia do zootecnista é comemorado em 13 de maio, porque foi nesta data que, em 1966, aconteceu a aula inaugural do primeiro curso superior de zootecnia do Brasil. O ensino foi iniciado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

Por Márcio Moreira

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Especialistas

Feijão: ferramenta de software permite ter maior produtividade no setor

Publicado

em

feijão

Ferramenta permite reduzir aplicações de defensivos e ter produtividade

Dois programas têm ajudado produtores paranaenses a reduzir o uso de inseticidas e fungicidas nas lavouras de soja. A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo Integrado de Doenças (MID) elimina as aplicações preventivas de agrotóxicos e estabelecem parâmetros para que os produtos sejam usados apenas quando houver risco para as lavouras.

Siga-nos: Facebook | Instagram | Youtube

O trabalho é desenvolvido junto a produtores de soja atendidos pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e conta com a ajuda de um software que auxilia no controle de pragas e doenças na oleaginosa. Já está em tratativas com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) a expansão da tecnologia para o feijão já na próxima safra.

O MIP do feijão já recebe as adaptações necessárias. O software vai facilitar a coleta de dados e permitir a consolidação dessas informações para análise. Hoje em dia tudo é feito manualmente ou em planilhas eletrônicas.

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

A ferramenta vai ajudar o extensionista a identificar rapidamente a ocorrência de pragas nas áreas de feijão e o seu manejo. Também vai dar informações para comparar o que está sendo feito nas áreas monitoradas e naquelas que não têm esse trabalho de monitoramento. O professor Gabriel Costa Silva, que desenvolveu o software e coordena o trabalho pela UTFPR, acredita que com as adaptações que estão sendo feitas, em breve o aplicativo poderá ser usado em qualquer cultura que adote o Manejo Integrado de Pragas ou de Doenças.

Leia também:  Senado vota nesta terça-feira o projeto que autoriza indústrias de saúde animal a produzirem vacinas contra a Covid

O projeto de MIP na soja mostrou ser possível reduzir em até 50% as aplicações de inseticidas nas lavouras e em 35% o uso de fungicidas, mantendo-se a produtividade das lavouras. Para fazer esse manejo, os técnicos e produtores acompanham a ocorrência de pragas e doenças nas áreas de plantio, semanalmente. A ferramenta começou a ser usada em 2019 e nesta safra chegou a 230 agricultores, assistidos por 130 extensionistas do IDR-Paraná.

“O aplicativo permite a análise dos dados em formato de rede, analisando o comportamento de pragas e doenças em determinado município, região ou mesmo no estado. Tudo em tempo real, possibilitando a tomada de decisão mais acertada. O software é um ensaio para uma extensão rural mais moderna. Estamos nos preparando para o mundo digital. O uso dessas tecnologias vai ser uma opção para um serviço de Extensão Rural mais digital num futuro próximo”, observa Edivan José Possamai, coordenador estadual do Projeto Grãos do IDR-Paraná.

Fonte: Ibrafe

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo

Especialistas

POWERPASTE: Cientistas criam pasta de hidrogênio que pode substituir combustível

Publicado

em

POWERPASTE

Se você acha que o futuro são apenas veículos elétricos, pode estar enganado. Cientistas inventaram a POWERPASTE, uma pasta de hidrogênio que armazena até dez vezes mais energia que baterias comuns. Os pesquisadores responsáveis pela invenção dessa pasta são do Fraunhofer Institute for Manufacturing Technology and Advanced Materials (IFAM), na Alemanha e nomearam como POWERPASTE.

O hidrogênio é considerado por muitos como o futuro da tecnologia de propulsão. Os primeiros carros movidos a hidrogênio já estão em ação nas estradas alemãs. No caso das e-scooters, no entanto, a instalação de um tanque de alta pressão para armazenar o hidrogênio é impraticável. Uma alternativa aqui é a POWERPASTE. Isso fornece uma maneira segura de armazenar hidrogênio em uma forma química que é fácil de transportar e reabastecer sem a necessidade de uma rede cara de estações de abastecimento. Esta nova pasta é baseada no hidreto de magnésio e foi desenvolvida por uma equipe de pesquisa do Instituto Fraunhofer de Tecnologia de Fabricação e Materiais Avançados IFAM em Dresden.

A pasta é uma forma segura de se usar o hidrogênio e não é poluente. Também é uma mistura em pó de magnésio e hidrogênio que resulta em hidreto de magnésio, que incluído um éster, é possível armazenar em um cartucho.

Leia também:  Sistemas agroflorestais biodiversos conservam e melhoram a qualidade do solo

Benefícios

  • Não evapora se deixar o carro sob a luz do Sol
  • Densidade de armazenamento de energia superior à fornecida por um tanque de alta pressão
  • Reabastecimento rápido com apenas uma troca de cartucho
  • Transporte de unidades extras
  • Sem necessidade de postos de combustíveis
POWERPASTE
TRL 5 demonstrator of a power generator with a POWERPASTE cartridge and a 100 watt PEM fuel cell.

POWERPASTE ajuda a superar falta de infraestrutura

Além de fornecer um alto alcance operacional, POWERPASTE tem outro ponto a seu favor. Ao contrário do hidrogênio gasoso, não requer uma infraestrutura cara. Isso o torna ideal para áreas sem tal infraestrutura. Em lugares onde não há estações de hidrogênio, estações de abastecimento regulares poderiam, portanto, vender POWERPASTE em cartuchos ou recipientes. A pasta é fluida e bombeável. Pode, portanto, ser fornecido por uma linha de enchimento padrão, utilizando equipamentos relativamente baratos. Inicialmente, os postos de abastecimento poderiam fornecer quantidades menores de POWERPASTE – a partir de um tambor de metal, por exemplo – e depois expandir-se de acordo com a demanda. Isso exigiria gastos de capital de várias dezenas de milhares de euros.

Leia também:  Publicação relata efeitos da Covid-19 na comercialização e no consumo de pescado no Brasil

A título de comparação, um posto de abastecimento para bombear hidrogênio a alta pressão atualmente custa entre um e dois milhões de euros para cada bomba de combustível. POWERPASTE também é barato de transportar, uma vez que não há tanques caros de alta pressão envolvidos nem o uso de hidrogênio líquido extremamente frio.

POWERPASTE
POWERPASTE

Testes iniciais da POWERPASTE

O material inicial do POWERPASTE é o magnésio, um dos elementos mais abundantes e, portanto, uma matéria-prima facilmente disponível. O pó de magnésio é combinado com hidrogênio para formar hidreto de magnésio em um processo conduzido a 350 °C e cinco a seis vezes pressão atmosférica. Em seguida, são adicionados um éster e um sal metálico para formar o produto acabado. A bordo do veículo, o POWERPASTE é liberado de um cartucho por meio de um êmbolo. Quando a água é adicionada de um tanque a bordo, a reação resultante gera gás hidrogênio em uma quantidade dinâmica ajustada aos requisitos reais da célula de combustível. Na verdade, apenas metade do hidrogênio se origina do POWERPASTE; o resto vem da água adicionada. “O POWERPASTE tem, portanto, uma enorme densidade de armazenamento de energia”, diz Vogt. “É substancialmente maior do que o de um tanque de alta pressão de 700 barras. E em comparação com as baterias, tem dez vezes a densidade de armazenamento de energia.” Isso significa que o POWERPASTE oferece uma gama comparável a – ou até maior que – gasolina. E também fornece um alcance maior do que o hidrogênio comprimido a uma pressão de 700 bar.

Leia também:  Anvisa inicia inspeção de laboratórios do agro para produzir vacinas contra Covid-19

Projeto piloto da POWERPASTE em 2021

O IFAM está atualmente construindo uma planta de produção para POWERPASTE no Centro de Projetos Fraunhofer para Armazenamento de Energia e Sistemas ZESS. Prevista para entrar em operação neste ano, esta nova instalação será capaz de produzir até quatro toneladas de POWERPASTE por ano.

Veja abaixo a palestra demonstrativa da POWERPASTE

AGRONEWS – Informação para quem produz

Continue lendo


Tendências