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Soja: mercado lento, com Chicago e dólar em baixa

Mercado da soja segue lento, com Chicago e dólar em baixa

Com dólar e Chicago em baixa, o mercado brasileiro de soja deve seguir com poucos negócios, consequência da retração dos produtores, que evitam negociar com os patamares mais baixos. Como nos últimos dias, a expectativa é de pouca oferta, apesar da demanda firme e dos prêmios elevados.

Os preços voltaram a recuar na terça-feira no mercado físico brasileiro. A pressão foi exercida pela combinação de queda em Chicago, com novembro abaixo de US$ 13, e o recuo do dólar, que baixou da casa de R$ 5,17 e chegou a bater em R$ 5,11 ao longo do dia.

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A nova baixa reforçou a postura de cautela do produtor, esvaziando ainda mais a oferta e travando a comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos baixou de R$ 166,50 para R$ 165,00. Na região das Missões, a cotação recuou de R$ 165,50 para R$ 164,00. No porto de Rio Grande, o preço caiu de R$ 168,50 para R$ 166,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 164,00 para R$ 163,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca baixou de R$ 168,50 para R$ 166,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 167,00. Em Dourados (MS), a cotação permaneceu em R$ 158,00. Em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 165,00 para R$ 161,00.

Bolsa de Chicago

  • Os contratos com vencimento em novembro registram baixa de 0,56% neste momento, cotado a US$ 12,85 por bushel;
  • O mercado segue pressionado pelos estragos causados pelo Furacão Ida em terminais de exportação dos Estados Unidos, que podem prejudicar o fluxo das vendas americanas.

Por Agência Safras

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