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COVID-19: Senadores aprovam produção de vacinas pelo setor agro e parabenizam autor do PL

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Em vídeo, Senadores reconheceram a importância do projeto e gravaram seus depoimentos parabenizando a iniciativa do Senador Wellington Fagundes, autor do projeto de Lei que autoriza a produção de vacinas contra a COVID-19 pela indústria de produtos veterinários.

Com 75 votos favoráveis, o Senado aprovou na última terça (27), projeto de Lei 1343/2021, que autoriza estruturas industriais destinadas à fabricação de produtos de uso veterinário, sejam utilizadas na produção de vacinas contra a Covid-19 no Brasil. A matéria proposta pelo senador Wellington Fagundes (PL) vai à Câmara dos Deputados com definição de prioridade nos encaminhamentos de produção.

Antes da aprovação, o senador Wellington Fagundes gravou um vídeo especial ao portal AGRONEWS, confira!

Comemoração e reconhecimento

Os senadores incluíram na proposta dispositivo que define prazo de sete dias para que sejam expedidas as autorizações pelo órgão regulatório, no caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O prazo começa a contar a partir do atendimento pelas empresas dos requisitos previstos no regulamento. O uso dos laboratórios ligados ao agro também deixa de ter caráter temporário.

Segundo o relator da matéria em plenário, Izalci Lucas (PSDB-DF), o projeto de Wellington Fagundes busca dar resposta a um dos mais graves problemas no enfrentamento da atual pandemia de Covid-19, que é a insuficiência de vacinas no Programa Nacional de Imunizações (PNI) para que se alcancem altas coberturas vacinais em curto período. O projeto aprovado conta com referendo da Organização Mundial de Saúde (OMS) e dos ministérios da Agricultura e da Saúde.

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É urgente adotarmos medidas que contribuam para ampliar o acesso da população às vacinas”, frisou Lucas. Segundo ele, o projeto representa “um grande passo para a autossuficiência nacional na produção da vacina”.

De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria para Saúde Animal (SINDAN), a indústria de saúde animal no Brasil possui três plantas de produção de vacinas veterinárias com nível de biossegurança NB3+ e “com grande capacidade instalada”, que podem ser adaptadas para o nível de segurança 4, exigido para a produção de vacina de uso humano. Nelas, seriam possíveis produzir até 400 milhões de doses de vacinas.

Relator da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, Wellington Fagundes observou que a indústria veterinária domina a tecnologia de produção de vacinas inativadas e é autossuficiente na produção do insumo farmacêutico ativo (IFA). Ele lembrou que o Brasil produz vacinas com essa tecnologia há mais de 20 anos, sem registro de qualquer problema de escape de vírus. “É importante que a população brasileira tenha consciência da viabilidade desse projeto” , assinalou.

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Luz de esperança

Em vídeo, Senadores reconheceram a importância do projeto e gravaram seus depoimentos parabenizando a iniciativa do Senador Wellington Fagundes, confira abaixo!

Líder da bancada do MDB, o senador Eduardo Braga (AM) classificou o projeto como “luz de esperança ao povo brasileiro”. Ele enalteceu o empenho do senador Wellington Fagundes e o relatório do senador Izalci Lucas, além de emendas, que aperfeiçoaram a matéria. “Agora é obter os insumos necessários para que possamos mais que duplicar a produção de vacinas e ajudar a salvar vidas no Brasil”, pontuo.

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), por sua vez, fez questão de registrar o ‘trabalho incansável’ do autor do projeto, que, segundo ele, “contagiou a todos o senadores”. Álvaro Dias (Podemos-PR), lembrou que a produção “é uma das questões de grande importância para a vacinação de todos os brasileiros”.

Já Telmário Motta (Pros-RR), disse que, na vertente da busca de soluções para o povo brasileiro, Wellington Fagundes “foi abençoado pela luz de Deus”. Também de Roraima, Messias de Jesus (Republicanos), afirmou que o projeto sem duvida alguma iniciativa que merece todo o aplauso, e Leila Barros (PSB-DF), disse acreditar que a alternativa “seja uma oportunidade viável na capacidade de produção de vacina”.

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Desafio da Imunização

Para o líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o PL 1343/2021, representa uma nova frente para responder ao desafio de imunização da população brasileira. Ele cumprimentou o senador Fagundes pela busca das tratativas que resultaram no projeto.

Já Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em nome da oposição, pediu para homenagear o senador Wellington Fagundes. Disse que o parlamentar foi um obstinado por essa ideia” e ressaltou esperar que essa iniciativa seja utilizada o quanto antes. “Assim, tendo habilitadas essas plantas, nós podemos ter uma luz no final do túnel no enfrentamento da pandemia”, acrescentou, ao afirmar que trata-se da segunda matéria mais importante apreciada pelo Senado no combate à pandemia.

AGRONEWS – Informação para quem produz

MAPA

Mapa publica zoneamento agrícola da soja para safra 2021/2022

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soja

O plantio é mais intenso nos meses de outubro e novembro. A divulgação das portarias foi antecipada para auxiliar no planejamento da safra

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12) as portarias de Nº 110 a 125 com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022, para o cultivo da soja. Nesta publicação, as unidades da federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Pará, Rondônia, Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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A soja adapta-se melhor a temperaturas do ar entre 20ºC e 30ºC. A temperatura ideal para seu crescimento e desenvolvimento está em torno de 30ºC. A faixa de temperatura do solo adequada para semeadura varia de 20ºC a 30ºC, sendo 25ºC a temperatura ideal para uma emergência rápida e uniforme.

Zarc

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

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O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

Complementarmente, no zoneamento da soja, também é considerado o risco fitossanitário causado pela ferrugem asiática da soja, pois o Zarc leva em conta as recomendações de instituições de pesquisa e órgãos estaduais sobre medidas de manejo que incluem o período de vazio sanitário e o calendário de plantio.

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao prêmio do Seguro Rural (PSR). Muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android

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Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos” .

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Especialistas

Feijão: ferramenta de software permite ter maior produtividade no setor

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Ferramenta permite reduzir aplicações de defensivos e ter produtividade

Dois programas têm ajudado produtores paranaenses a reduzir o uso de inseticidas e fungicidas nas lavouras de soja. A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo Integrado de Doenças (MID) elimina as aplicações preventivas de agrotóxicos e estabelecem parâmetros para que os produtos sejam usados apenas quando houver risco para as lavouras.

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O trabalho é desenvolvido junto a produtores de soja atendidos pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e conta com a ajuda de um software que auxilia no controle de pragas e doenças na oleaginosa. Já está em tratativas com a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) a expansão da tecnologia para o feijão já na próxima safra.

O MIP do feijão já recebe as adaptações necessárias. O software vai facilitar a coleta de dados e permitir a consolidação dessas informações para análise. Hoje em dia tudo é feito manualmente ou em planilhas eletrônicas.

https://agronews.tv.br/safra-de-feijao-podera-ter-quebra-de-ate-40-devido-clima/

A ferramenta vai ajudar o extensionista a identificar rapidamente a ocorrência de pragas nas áreas de feijão e o seu manejo. Também vai dar informações para comparar o que está sendo feito nas áreas monitoradas e naquelas que não têm esse trabalho de monitoramento. O professor Gabriel Costa Silva, que desenvolveu o software e coordena o trabalho pela UTFPR, acredita que com as adaptações que estão sendo feitas, em breve o aplicativo poderá ser usado em qualquer cultura que adote o Manejo Integrado de Pragas ou de Doenças.

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O projeto de MIP na soja mostrou ser possível reduzir em até 50% as aplicações de inseticidas nas lavouras e em 35% o uso de fungicidas, mantendo-se a produtividade das lavouras. Para fazer esse manejo, os técnicos e produtores acompanham a ocorrência de pragas e doenças nas áreas de plantio, semanalmente. A ferramenta começou a ser usada em 2019 e nesta safra chegou a 230 agricultores, assistidos por 130 extensionistas do IDR-Paraná.

“O aplicativo permite a análise dos dados em formato de rede, analisando o comportamento de pragas e doenças em determinado município, região ou mesmo no estado. Tudo em tempo real, possibilitando a tomada de decisão mais acertada. O software é um ensaio para uma extensão rural mais moderna. Estamos nos preparando para o mundo digital. O uso dessas tecnologias vai ser uma opção para um serviço de Extensão Rural mais digital num futuro próximo”, observa Edivan José Possamai, coordenador estadual do Projeto Grãos do IDR-Paraná.

Fonte: Ibrafe

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Mercado Financeiro

Brasil deve colher 271,696 milhões de toneladas de grãos em 2020/21, diz Conab

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A produção nacional de grãos está estimada em 271,696 milhões de toneladas, com um aumento de 5,7% ou 14,7 milhões de toneladas superior ao produzido em 2019/20. A posição histórica deve-se à produção recorde da soja e aumento estimado do milho total. O resultado é do 8o levantamento da safra 2020/2021 de grãos, divulgado nesta quarta-feira (12), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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As culturas de primeira safra, com exceção do milho e arroz, estão no encerramento da colheita. Para as de segunda safra, caso do feijão, predominam os estádios de floração e enchimento de grãos. Já quanto ao milho segunda safra, em face do atraso na semeadura, mas com um percentual significativo de desenvolvimento vegetativo e floração, a cultura dependerá das condições climáticas. Já no caso das culturas de inverno, o plantio se intensifica este mês, mas dependerá do volume das precipitações.

Mesmo com um volume ainda recorde, em comparação com a estimativa do mês passado, nota-se uma redução de 2,1 milhões de toneladas. A redução deve-se, sobretudo, ao retardamento da colheita da soja e, como consequência, o plantio de grande parte da área do milho segunda safra fora da janela ideal, aliado à baixa ocorrência de chuvas. Portanto, já há redução na produtividade esperada do cereal.

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Área

A previsão para área plantada é de crescimento de 4,1% ou 2,7 milhões de hectares, alcançando 68,6 milhões de hectares. Os destaques são para a soja, com aumento de 4,2% ou 1,6 milhão de hectares, e para o milho segunda safra com ganho de 8,8%, correspondendo a 1,2 milhão de hectares.

A soja mantém o seu destaque, com uma produção recorde estimada em 135,4 milhões de toneladas, 8,5% ou 10,6 milhões de toneladas superior à da safra 2019/20. O Brasil assegura o título de maior produtor mundial da leguminosa.

Para o milho, cuja produção total está estimada em 106,4 milhões de toneladas, o crescimento é de 3,7% sobre a produção de 2019/20. São produzidas 24,7 milhões de toneladas na primeira safra, com previsão de 79,8 milhões na segunda safra e 1,9 milhão na terceira safra.

Para os demais grãos, alguns aumentaram a produção. O algodão tem um total estimado em 6 milhões de toneladas para o caroço, correspondendo a 2,4 milhões de toneladas de pluma. Já o arroz marca 11,6 milhões de toneladas, com aumento de 3,9% frente ao volume produzido na safra anterior. Desses, 10,7 milhões de toneladas provêm de cultivos irrigados e 900 mil toneladas do sistema de sequeiro. O feijão reduz 3,6% no acumulado das três safras, totalizando 3,1 milhões de toneladas. E para o amendoim, há um crescimento de 7,1% na produção em comparação com a obtida em 2019/20, alcançando cerca de 597 mil toneladas.

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As culturas de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) estão em início de plantio. Especificamente para o trigo, estimativas preliminares indicam uma área de 2,5 milhões de hectares e produção de 6,6 milhões de toneladas.

Mercado

Algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. As exportações no acumulado de janeiro a abril de 2021 aumentaram 28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em relação ao milho, mesmo com embarques ainda lentos, a demanda no cenário externo aponta para uma previsão de 35 milhões de toneladas exportadas na safra atual, valor praticamente igual ao que foi observado para a safra 2019/2020.

Quanto à soja, a Conab estima a venda de 85,6 milhões de toneladas para fora do país, aumento de 3,3% em relação ao último ano. Confirmada a previsão, será um recorde da série histórica. Por fim, para o arroz, as exportações em abril estão em ritmo 14% menor, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. No acumulado até abril também se observa a queda de 19% no volume exportado, devido à pouca disponibilidade do produto no início do ano. As informações partem da assessoria de imprensa da Conab.

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Por Arno Baasch – Agência Safras

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